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Appleton Podcast

Appleton Associação Cultural

No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas. Este podcast não tem um periodicidade pré-definida nem um formato pré-estabelecido: pode tomar a forma de uma conversa com um convidado, de uma conversa com mais de um convidado, de um monólogo, do que as circunstâncias propiciarem. Também os assuntos irão variar em função do convidado e do contexto. Concepção e edição: Vera Appleton Produção: Appleton Associação Cultural Créditos introdução: Voz-Vera Appleton Composição e interpretação – David Maranha e Manuel Mota Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P Financiamento: República Portuguesa - Cultura e DGArtes (temporada 2 a 7, 12 e 13) Apoio: Câmara Municipal de Lisboa

No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas. Este podcast não tem um periodicidade pré-definida nem um formato pré-estabelecido: pode tomar a forma de uma conversa com um convidado, de uma conversa com mais de um convidado, de um monólogo, do que as circunstâncias propiciarem. Também os assuntos irão variar em função do convidado e do contexto. Concepção e edição: Vera Appleton Produção: Appleton Associação Cultural Créditos introdução: Voz-Vera Appleton Composição e interpretação – David Maranha e Manuel Mota Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P Financiamento: República Portuguesa - Cultura e DGArtes (temporada 2 a 7, 12 e 13) Apoio: Câmara Municipal de Lisboa

Episódio 204 – “The Conquest of the Space” – Conversa com Nicolas de Oliveira e Nicola Oxley

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Episódios

Episódio 204 – “The Conquest of the Space” – Conversa com Nicolas de Oliveira e Nicola Oxley 29 Oct 2026

Nicolas de Oliveira and Nicola Oxley are London-based curators and writers who co-direct SE8 Gallery and the publishing imprint Mulberry Tree Press, which specialises in artists’ monographs and vinyl editions. They were previously founding directors of the Museum of Installation (MOI), Unit 7 Gallery and Notice Gallery. Their books published by major publishers include Installation Art in the New Millennium: Empire of the Senses, two seminal international surveys of installation art, as well as several monographs on Hans Op de Beeck (Belgium), Stefan Brüggemann (Mexico) and Patrick Jolley (Ireland). These publications stem from close working relationships with artists and galleries. Their work also includes short fiction. Throughout their careers, they have curated around 200 solo and group exhibitions and projects, working with artists from different generations and international contexts, including Phyllida Barlow, Mariko Mori, Hans Op de Beeck, Helena Almeida and Julião Sarmento. They have also collaborated with leading institutions and galleries, such as Tate Modern, the British Museum and the Leal Rios Foundation, in Lisbon and Porto, developing a curatorial practice that brings together diverse geographies and artistic languages. Both have extensive experience in art education. Nicola Oxley previously held positions leading Fine Art courses, while Nicolas de Oliveira directed the MA in Curating in partnership with the Whitechapel Gallery and served as Director of Research at Montabonel & Partners/Art Institutions of the 21st Century. At SE8 Gallery, they continue an experimental approach that understands exhibition-making as a process of research and creation, closely aligned with the idea of the extended studio. Through Mulberry Tree Press, they extend their dialogue with artists and explore the relationships between artwork, documentation and narrative, helping to preserve the history of installation art and trace its international development. Links: https://sculpturemagazine.art/feeding-the-spirit-of- adventure-a-conversation-with-nicholas-de-oliveira-and-nicola-oxley/ https://www.youtube.com/watch?v=18d8COyBqOI https://se8.gallery/ https://se8.gallery/mulberry-tree-press-2/ https://www.abebooks.com/Installation-Art-New-Millennium-Oliveira-Nicolas/30892504717/bd Gravado 21.10.2026 Créditos introdução e final Voz: Vera Appleton Música: David Maranha e Rodrigo Amado http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / Vasco Collection / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 203 – “Os artistas, primeiro” – Conversa com José Carlos Santana Pinto 16 Oct 2026

José Carlos Santana Pinto é coleccionador de arte contemporânea há mais de quatro décadas. Começou a comprar arte ainda muito jovem, no início dos anos 1970, quando adquiriu uma obra de Mário Botas na Sociedade Nacional de Belas Artes, e desde então foi construindo uma colecção que atravessa diferentes gerações, geografias e linguagens, com uma presença particularmente significativa da arte conceptual. Costuma dizer que “um coleccionador começa quando o que compra já não tem lugar em sua casa”. No seu caso, coleccionar tornou-se uma prática continuada de aprendizagem, feita de escolhas, dúvidas e riscos, mas também da construção de relações entre obras e artistas. Mais do que peças isoladas, interessa-lhe acompanhar percursos, regressar aos mesmos artistas em diferentes momentos e perceber de que forma as obras podem conversar entre si. A sua colecção permanece privada, mas a partilha ocupa um lugar central na forma como a entende. Abre regularmente a sua casa a visitantes, coleccionadores e instituições, empresta obras para exposições e tem participado em várias conversas públicas sobre coleccionismo. Em 2018, uma selecção alargada da colecção integrou, no Museu de Arte Contemporânea de Elvas, a exposição A sedução de uma vírgula bem colocada, em diálogo com as colecções António Cachola e Maria e Armando Cabral e em 2025 imagurou Entre a Palavra e o Silêncio, no MACAM. Para José Carlos Santana Pinto, arte e vida parecem difíceis de separar. E talvez seja precisamente a partir dessa relação, entre olhar, escolher, conviver, questionar e partilhar, que podemos começar esta conversa sobre o que significa construir uma colecção ao longo de uma vida. Links: https://macam.pt/pt/agenda/between-word-and-silence https://www.publico.pt/2025/11/30/culturaipsilon/noticia/macam-emprestase-novo-coleccionador-exibe-gosto-jose-carlos-santana-pinto-2155797 https://col-antoniocachola.com/?p=10132&lang=en https://www.sabado.pt/gps/detalhe/mace-a-virgula-que-une-e-separa https://umbigo.space/ongoing/farra-festa-da-arte-em-rede-da-regiao-do-alentejo-67ebf54ab453563eb1f16c18 https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/entrevista-jose-carlos-santana-pinto Gravado 08.10.2026 Créditos introdução e final Voz: Vera Appleton Música: David Maranha e Rodrigo Amado http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / Vasco Collection / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 202 – “Aquarelle” – Conversa com Bruno Cidra 02 Oct 2026

O trabalho de Bruno Cidra desenvolve-se a partir de uma profunda relação com o desenho e a escultura. Habitando frequentemente ambas as práticas em simultâneo, as suas obras evidenciam não só a forma como a prática e o pensamento do desenho se podem entrelaçar com os processos, tanto intelectuais como práticos, de fazer e pensar um objeto escultórico, mas também como os próprios materiais podem ser desafiados e assumir uma natureza enganadora, em particular o papel, o ferro e o bronze. A sua prática relaciona-se também com um questionamento crescente do espaço expositivo convencional, recorrendo frequentemente a instalações site-specific em espaços menos convencionais e criando situações e ambientes nos quais a escultura pode surgir como algo quase vivo, que rasteja, permanece e cresce num plano multifacetado. Recorrendo não raras vezes a referências à História da Arte e à cultura mítica, o seu trabalho constitui frequentemente uma reflexão em torno de um atlas pessoal de imagens e signos, remetendo para um questionamento interior sobre os vestígios que a sua própria linguagem vai deixando ao longo do tempo. Entre os programas, bolsas e distinções do seu percurso destacam-se a Bolsa de Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian, em 2023; a residência artística no Pivô – Pesquisa, Edifício Copan, São Paulo, Brasil, em 2017; o Programa de Intercâmbio Artístico Lisboa – Budapeste, através de uma bolsa atribuída pela Câmara Municipal de Lisboa, em Budapeste, Hungria, em 2014; a residência artística na FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado, através de uma bolsa atribuída pela Fundação Calouste Gulbenkian, em São Paulo, Brasil, em 2013; a seleção como finalista do Prémio Novos Artistas EDP, no MAAT, Lisboa, em 2009; e o Prémio de Escultura D. Fernando II, em Sintra, em 2005. Links: https://www.brunocidra.com/contact https://gulbenkian.pt/cam/read-watch-listen/sem-titulo-de-bruno-cidra/ https://contemporanea.pt/edicoes/2024/bruno-cidra-pedra-pesada https://umbigo.space/pt/ongoing/o-desenho-como-pensamento-ver-no-escuro-67ebfe6bb453563eb1f177be https://www.mutualart.com/Artist/Bruno-Cidra/988CF870A17C3D33 Créditos introdução e final Voz: Vera Appleton Música: David Maranha e Rodrigo Amado http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / Vasco Collection / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 201 – “Paisagens, ornatos e outros ofícios” – Conversa com David Almeida 25 Sep 2026

A pesquisa de David Almeida desenvolve-se em torno da experimentação pictórica em diversos meios e suportes como tela, linho, madeira, cerâmica e gravura. A sua produção tem como eixo principal as problemáticas do espaço e do corpo em percurso, explorando a visualidade do território íntimo, da cidade e da paisagem regional brasileira. No espaço pictórico, investiga os limites entre a paisagem do campo e o imaginário, ora enfatizando a densidade dos materiais em obras figurativas ou pendendo para a abstração, ora deslocando elementos naturais em telas de tom metafísico e espiritual. Almeida engendra os conceitos de memória, corpo, fantasmagoria e percepção óptica, criando telas nas quais o íntimo de uma cultura ou povo se manifesta de forma subtil na paisagem. No seu trabalho, lugares e sensações dialogam com o seu método e procedimento de representar, em que a densidade de uma noite pintada está intimamente relacionada com o processo oblíquo de a construir na imagem. Entre as suas principais individuais, estão: Devagar com o andor que o santo é de barro, Museu da Inconfidência, Ouro Preto, Brasil (2026); Paisagens da Imprecisão, Cerrado Galeria, Brasília, Brasil (2025); Vigília, Millan, São Paulo, Brasil (2024); Arriba do Chão, Millan, São Paulo, Brasil (2022); A Task of Wonders, durante a residência no Espronceda Art Center, Barcelona, Espanha (2020); Lindeza, Referência Galeria de Arte, Brasília, Brasil (2019); Encalço, Mult.i.plo Espaço Arte, Rio de Janeiro, Brasil; Paradeiro, Zipper Galeria, São Paulo, Brasil (2018); e Asseidade da Fenda, Elefante Centro Cultural, Brasília, Brasil (2016). Indicado ao Prêmio PIPA em 2022, foi premiado em 2015 e 2013 pelo Salão de Arte de Jataí, em 2014 pelo 20º Salão Anapolino de Arte e em primeiro lugar no I Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea em 2016. Realizou a curadoria de Vaquejada da Meia Noite, Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2025) e participou em exposições coletivas como Brasília em Construção: Constelações contemporâneas, Foyer da Sala Villa-Lobos, Teatro Nacional Cláudio Santoro, Brasília, Brasil (2026); Est-ce un pays que l’on peut voir ou bien mon rêve?, Chapelle PDP, Pézenas, França (2026); Adiar o Fim do Mundo, FGV Arte, Rio de Janeiro, Brasil (2025); Funil, Casa SP-Arte, São Paulo, Brasil (2024); Paisagem interior, Casa Zalszupin, São Paulo, Brasil (2023); Stranger than Fiction, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2023); Contramemória, Theatro Municipal de São Paulo, Brasil (2022); In Residency, Residency Unlimited, Nova York, Estados Unidos (2022); Postcards, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2020); Um lugar nenhum: Segunda Naturaleza, Fernando Pradilla, Madri, Espanha (2020); Triangular – Arte desse século, Casa Niemeyer, Brasília, Brasil (2019); Scapeland – Território de Trânsito Livre, Memorial da América Latina, São Paulo, Brasil (2018); UNS, Library of Love, Contemporary Art Center, Cincinnati, Estados Unidos (2017); Salão Transborda Brasília 2016, Caixa Cultural Brasília, Brasil (2016), entre outras. Links: https://almeidaedale.com.br/artistas/david-almeida/ https://www.premiopipa.com/artistas/david-almeida/ https://www.mmmgaleria.com.br/david-almeida https://residencyunlimited.org/residencies/david-almeida/ Créditos introdução e final Voz: Vera Appleton Música: David Maranha e Rodrigo Amado http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Vasco Collection / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 199 – “Do It shiny” – Conversa com João Henriques Pires 15 Jul 2026

João Henriques Pires (Guarda, 1997) licenciou-se em Artes Plásticas pela ESAD Caldas da Rainha em 2021. Durante a sua permanência na cidade, apresentou diversas vezes o seu trabalho a convite do coletivo curatorial Eletricidade Estética. Em 2021 mudou-se para Lisboa, onde vive e trabalha atualmente. Paralelamente à sua prática artística independente, trabalha regularmente como técnico e assistente de artistas, sobretudo em contexto expositivo. O seu trabalho centra-se principalmente na escultura e nas formas como esta se cruza com outras disciplinas artísticas, como a performance, o vídeo e a fotografia. Mantém, ainda assim, um interesse pelas premissas fundamentais da escultura, através de uma abordagem DIY que lhe permite um controlo autoral integral sobre a prática. Os seus objetos abordam recorrentemente questões relacionadas com as relações de poder entre o indivíduo e o mundo, explorando necessidades básicas e os impulsos que delas decorrem. O seu trabalho procura ainda investigar a transição fantasiosa entre objetos low-tech e hi-tech, num campo onde funcionalidade, especulação e imaginação se entrelaçam. Links: https://www.instagram.com/joaohagapires/ https://www.nocartaz.pt/eventos/3bf424dd7c45f2f1/ https://www.mun-guarda.pt/guardatv/torre-de-menagem-abre-ao-publico-com-exposicao-de-joao-henriques-pires/ Episódio gravado a 08.07.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 198 – “O mundo me provoca” – Conversa com Shirley Paes Leme 09 Jul 2026

Shirley Paes Leme (1955, Minas Gerais) 1978 gradua-se na Universidade Federal de Minas Gerais. Em 1983 -1986 recebe a Bolsa Fulbright. Em 1986 doutorou-se pela JFK University, San Francisco Art Institute e University of Califórnia at Berkeley, USA. individuais selecionadas: 2026, Dias Normais, Instituto Ling, Porto Alegre. 2023, Nosso Mundo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2023, Os Vestigio dos Días, Galeria Zielinsky, Barcelona. 2022, Suspiro em Vão, Galeria Raquel Arnaud, São Paulo. 2020, Eterno Retorno, Carbono Galeria, São Paulo. 2019, RareAr, Galeria Raquel Arnaud, São Paulo. 2018, Geografias Errantes( vistas de dentro para fora), Palácio das Artes, Porto. 2015, Quando Atitutes (trans)formam, Centro Cultural Minas, Belo Horizonte. 2012, Água Viva. Museu Vale, Vitória.2009, Heterotopias Cotidianas, Museu de Arte Contemporânea do Ceará, Fortaleza. 2008, Ambulantes, Centro Cultural Espanha, Cidade do México. 2009, Horas. Galeria de Artes Visuais UFG, Goiânia. 2004, Peso/Leveza. Passa Quatro. 2003, Desenhos e Vídeo, Galeria Jaspers, Munique. 1996, Deux Artistes Brasiliens. Galeria Debret, Paris. 1986, Inside Out. Fiberworks Gallery, Berkeley. 1981, Fibra, Fundação Cultural, Brasília. coletivas selecionadas: 2025, FullGás, CCBB, Rio de Janeiro. 2017, I Bienal Sur, Buenos Aires. 2015, X Bienal do Mercosul. 2010, Vidéo et Aprés – Vidéo Brasilienne: un portrait, Centre Georges Pompidou, Paris. 2006, Black and White. Haim Chanin Gallery, Nova York. 2005, I Bienal Internacional de Arte al Aire Libre. Caracas. 2007, I Bienal do Fim do Mundo, Ushuaia. 2001 Côte à Côte - Art Contemporain du Brésil, Musée d'Art Contemporain de Bourdeaux. 2000, Bienal de La Habana. Século XX: Arte do Brasil, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. 2000, Bienal de São Paulo. 1999, II Bienal do Mercosul, Porto Alegre. 1997, Die Anderen Modernen, Casa das Culturas do Mundo, Berlim. 1993, XV Bienal de Lausanne. Links: https://www.shirleypaesleme.com/ https://raquelarnaud.com/artistas/shirley-paes-leme/ https://www.youtube.com/watch?v=wgzYQz4f7F4&themeRefresh=1 https://mam.org.br/exposicao/nosso-mundo/ https://www.zielinskyart.com/shirley-paes-leme https://www.youtube.com/watch?v=tkEy98fXmNY Episódio gravado a 02.07.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 197 – “Deixar-se levar pelo mundo” – Conversa com Flávio Rodrigues 01 Jul 2026

Flávio Rodrigues nasceu em 1984, em Arcozelo (Vila Nova de Gaia). É artista e, desde 2006, desenvolve um trabalho situado na interseção entre o desenho, o gesto, a performance arte, a instalação e a escultura, concebendo estes meios como territórios férteis de ação e pensamento. As suas propostas são maioritariamente de natureza minimalista, analógica e cerimonial. Recorrendo frequentemente à caminhada como gesto fundacional, os processos que ativa conduzem ao encontro de texturas, objetos, sonoridades e outras paisagens possíveis, que se revelam de forma processual e experimental. O seu percurso artístico inicia-se em 1992, com a professora e artista Maria Alexandrina Alves da Costa, em Vila Nova de Gaia, através da dança e do desenho. Em 2003, ingressa na formação do Balleteatro Escola Profissional, instituição à qual permanece ligado como artista associado. Neste contexto, orienta laboratórios de criação, performance e ação no espaço público, colaborando também como co-curador dos programas Corpo + Cidade e Extemporânea. Desde o seu primeiro projeto autoral, em 2006, tem apresentado criações em diversos contextos e colaborações, incluindo o Festival da Fábrica / Teatro Helena Sá Costa (Porto), Galeria Appleton (Lisboa), Mandala Festival (Wrocław, Polónia), Acción Spring(t) (Madrid, Espanha), Sofia Underground Festival / Toplo Centrala (Sofia, Bulgária), FIDANC/CDCE (Évora), Starptelpa/Kino Bize (Riga, Letónia), Arte Total (Braga), Live Art Ireland (irlanda), :DDDKunsHouse (Yerevan, Alemanha) e Lake Studios (Berlim, Alemanha). Participou em várias residências artísticas, entre as quais "Reclamar Tempo – primeira edição", nos Estúdios Campus PCS (Porto); "Projeto Tijolo", pelas Oficinas do Convento (Montemor-o-Novo); Museu Bordalo Pinheiro (Lisboa); Les Repérages (Lille e Rio de Janeiro); e ADA – Artistic Dynamic Association (Viena, Áustria). Em 2024 foi artista representado pela Bienal de Cerveira. Em 2026 desenvolveu um projeto processual em residência de criação e pesquisa na CACAU Cultural & Roça São João, em São Tomé e Príncipe. O vídeo-arte-performance Ausblenden, parte processual iniciada em 2021 no âmbito do projeto Laivos | ante improvisos e ressonâncias, foi apresentado em festivais e programas em Portugal, Alemanha, Letónia, Argentina, Grécia e Brasil. Paralelamente ao desenvolvimento dos seus próprios projetos, tem colaborado regularmente como figurinista, cenógrafo, performer (entre 2006 e 2016) e designer sonoro. Estas colaborações estendem-se a diversos criadores e companhias nas áreas da dança, teatro, cinema, circo e performance arte. Em 2022 apresentou uma conferência sobre o seu percurso e processo criativo no Cinema Passos Manuel, organizada pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Porto em parceria com o Balleteatro. Dessa ocasião resultaram três desenhos autobiográficos, posteriormente publicados no livro Performances no Contemporâneo, de Né Barros e Eugénia Vilela. Em 2026, foi um dos artistas selecionados para a residência de investigação e criação do projeto Amongst Others, Nature, integrada no Bergen International Performance Festival, desenvolvida em Skageneset (Manger), Laksevåg, Møhlenpris e no centro da cidade de Bergen, Noruega. Links: https://www.flaviorodrigues.info/ https://www.andafala.org/en/Artistas/Flavio_Rodrigues https://balleteatro.pt/agenda/evento/Painel-de-tao-pouco-tanto-Flavio-Rodrigues-Corpo-Cidade-2026/ https://appleton.pt/flavio-rodrigues-2024/?lang=pt-pt https://plaka.porto.pt/pt/shuttle/2026/painel-de-tao-pouco-tanto-flavio-rodrigues/ https://www.instagram.com/reel/DT08gEjDbqg/ https://artveine.com/204-veludo-mais-azul Episódio gravado a 24.06.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 196 – “Antes de tudo, ser espectadora” – Conversa com Isabel Nogueira 22 Jun 2026

Isabel Nogueira (n. 1974) é doutorada em Belas-Artes, especialização em Ciências da Arte (Universidade de Lisboa, 2010) e pós-doutorada em História e Teoria da Arte Contemporânea e Teoria da Imagem (Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, 2016). É historiadora e crítica de arte contemporânea, professora e ensaísta. Professora na Sociedade Nacional de Belas-Artes, professora e investigadora principal do CIEBA/Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA). É editora da revista Arte e Cultura Visual (CIEBA), autora correspondente da revista Recherches en Esthétique e crítica na revista Contemporânea. No domínio do ensaio, publicou as seguintes monografias: Do pós-modernismo à exposição Alternativa Zero (Nova Vega, 2007), Alternativa Zero (1977): o reafirmar da possibilidade de criação (CEIS20/Universidade de Coimbra, 2008), Teoria da arte no século XX: modernismo, vanguarda, neovanguarda, pós-modernismo (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2012; 2.ª ed. 2014), Théorie de l’art au XXe siècle: modernisme, avant-garde, néo-avant-garde, postmodernisme (L’Harmattan, 2013); Artes plásticas e crítica em Portugal nos anos 70 e 80: vanguarda e pós-modernismo (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2013 ; 2.ª ed. 2015); Modernidade avulso: escritos sobre arte (Ed. A Ronda da Noite, 2014), A imagem no enquadramento do desejo: transitividade em pintura, fotografia e cinema (Book Builders, 2016; 2.ª ed.: 2025); Teorias da arte: do modernismo à actualidade (Book Builders, 2019; 2.ª ed. 2020); Como pode ‘isto’ ser arte? Breve ensaio sobre crítica de arte e juízo de gosto (Edições Húmus, 2020); História da arte em Portugal: do Marcelismo ao final do século XX (Book Builders, 2021); Crítica de arte ou o espaço entre a Obra e o Mundo (Edições Húmus, 2021); Histoire de l’art au Portugal (1968-2000) (L’Harmattan, 2022); A encantatória visualidade: textos sobre cinema (Edições Húmus, 2023). Desde 2025 é responsável pelo ciclo Arte Contemporânea em Diálogo, organizado em parceria com a Sociedade Nacional de Belas-Artes em Lisboa. Links: https://www.youtube.com/playlist?list=PLKvCXVEsYmlSoezBLeiro343riDe52izB https://www.cienciavitae.pt/0E1D-846B-C47C https://isegexecutive.education/pt/docentes/isabel-nogueira/ https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/loops-lisboa https://www.publico.pt/autor/isabel-nogueira https://duplacena.com/fuso-insular-2023/conversa-aberta-isabel-nogueira-2/ https://makingarthappen.com/2013/11/08/isabel-nogueira-novo-livro/ https://colecaodoestado.pt/648/ Episódio gravado a 16.06.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 195 – “Desenhar o silêncio” – Conversa com Sara Chang Yan 03 Jun 2026

Sara Chang Yan (Lisboa, 1982) licenciou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura Universidade Lisboa e trabalhou como coordenadora no Centro de Educação pela Arte Pé de Vento no Bairro do Vale da Amoreira, Moita. Mais tarde, foi estudar desenho e artes plásticas na Ar.Co Lisboa e enquanto estudava foi assistente do Rui Moreira durante 3 anos, e recebeu a Bolsa da Fundação Carmona e Costa em 2013. Em 2014 foi convidada para leccionar desenho na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, durante 9 anos. Começou a expor regularmente, em 2015 participando na residência artística Getting Lost de Julie Mehretu, da Fundación Botín, Santander, no mesmo ano, foi distinguida com o Prémio Artes Visuais para Jovens Criadores, Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 foi selecionada para o Open Sessions 2016-2017, The Drawing Center em Nova Iorque. Em 2025, a artista foi premiada com a menção honrosa do Prémio Novos Artistas 2024 Fundação EDP. Exposições individuais: Brotéria, Lisboa 2025; Arquipélago Centro Artes Contemporâneas, Ribeira Grande 2023; LaBF15, Lyon 2022; Galeria Madragoa, Lisboa 2022; Galeria Boavista, Lisboa 2019; Galeria Madragoa, Lisboa 2018. Seleção de exposições coletivas: Galeria Municipal do Porto 2025, MU.SA_Museu das Artes Sintra 2024; Centro de Artes de Águeda 2023; Fundação Eugénio de Almeida, Évora 2022; Galería Ángeles Baños, Badajoz 2022; Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA Abrantes 2021; Colégio das Artes, Coimbra 2020, Art Gate, Lisboa 2020; Colecção da FLAD Maat Central, Lisboa 2020; Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2018; The Drawing Center, Nova Iorque 2017. O trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Coleção de Arte Portuguesa da Fundação EDP, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa, Coleção de Arte FLAD, Museo Ettore Fico Open Collection, e em coleções privadas como a coleção Teixeira De Freitas, José Carlos Santana Pinto e Jill and Peters Kraus. Links: https://sarachangyan.com/ https://www.instagram.com/consonniradziszewski/ https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025 https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/ https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan Episódio gravado a 28.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 194 – “Recolectora de afectos” – Conversa com Ana Pérez-Quiroga 25 May 2026

Ana Pérez-Quiroga é artista visual, cineasta e investigadora. O seu trabalho desenvolve-se entre desenho, escultura, instalação, performance, fotografia, filme e som, com um foco continuado nas relações entre quotidiano, objeto, arquivo, memória, pós-memória e pertença. A sua prática articula dimensões poéticas, políticas e conceptuais, explorando processos de repetição, classificação, deslocamento e acumulação. É Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2017), com a tese “Bréviário do Quotidiano #8”. Os regimes cumulativos do objeto e os seus determinantes, e Mestre em Artes Visuais – Intermédia pela Universidade de Évora, com a dissertação “Ana de Gonta Colaço – Escultora 1903-1954”. É atualmente Investigadora CEEC/FCT no CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística / IN2PAST, Universidade de Évora, com o projeto “Which house are you from?” – Memory, Collective- memory, Post-memory and the question of belonging”. O seu trabalho tem sido apresentado em diversas instituições e contextos nacionais e internacionais, em exposições individuais e coletivas, performances, conferências e ciclos de cinema. Em 2025 realizou o filme “¿De qué casa eres?”, apresentado em várias universidades nos Estados Unidos com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). O trabalho de APQ encontra-se presente em diversas coleções: Museu Nacional de Arte Contemporânea; Coleção Ar.Co; Coleção Figueiredo Ribeiro; Coleção António Cachola; CML; Culturgest; Fundação EDP, Fundação PLMJ e CACE. A sua prática artística cruza-se com a investigação académica, desenvolvendo um campo transdisciplinar onde o arquivo pessoal e coletivo, os objetos do quotidiano, a memória histórica e as estratégias de reprodução e circulação de imagens assumem um papel central. Links: https://anaperezquiroga.com/ https://cecam.ulusofona.pt/eventos/ana-perez-quiroga-great-artists-on-campus-4 https://anaperezquirogahome.com/?Lang=EN https://anabelamotaribeiro.pt/ana-perez-quiroga-223360 https://www.ramastudios.pt/ana-perez-quiroga https://www.maat.pt/pt/exhibition/ana-perez-quiroga-apqhome-maat https://observador.pt/2026/04/11/a-aventura-tao-extraoridnaria-pela-urss-da-mae-de-ana-perez-quiroga-chega-as-salas-de-cinema/ https://appleton.pt/ana-perez-quiroga/ Episódio gravado a 22.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 193 – “From Space Collectors to Space Zero” – Conversa com Paula Melâneo e Luca Martinucci 19 May 2026

Paula Melâneo É arquiteta (FA/UTL 1999) e MSc. Multimédia-Hipermédia (ENSBA/ENST Paris 2003). Dedica- se à edição, projetos culturais e exposições. Colabora com a imprensa internacional especializada em arquitetura. Integra a produtora cultural Space Collectors, onde é uma das responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Faz parte da redação do J—A Jornal Arquitectos, do qual foi co-autora e coordenadora do projeto editorial (2015- 2019). É membro da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. Foi a curadora do projeto Artificialis: A Natureza das Imagens Latentes apresentado em Guimarães (DGArtes e Universidade do Minho, 2024-2025). Foi co curadora dos projetos: Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025); Colecção Arquitectura Portuguesa na Democracia 2000-2024 (Casa da Arquitectura); investigação e exposição Almada: um Território em Seis Ecologias (Museu de Almada, 2020); Geração Z: práticas arquitectónicas portuguesas emergente, exposições e conferências (2009-2011). Em 2001 integrou a redação da arqa revista de arquitectura e arte, que coordenou entre 2010-2016. Integrou a Experimentadesign para quatro edições da Bienal de Design e Arquitetura (2011-2017) enquanto coordenadora editorial e editora, sendo a responsável pela edição de diversos livros e publicações. Luca Martinucci Nasceu em Bérgamo na Itália, é arquiteto formado pelo Politécnico de Milão e frequentou a Universidade Lusíada de Lisboa em 2002/2003 ao abrigo do programa Erasmus. Colaborou com diferentes arquitetos e ateliers de arquitetura, em Itália e Portugal. O seu percurso multidisciplinar e interesse na História da Arquitetura e da Arte, bem como na produção de imagem analógica e digital, levaram-no a fundar o 18—25 Research Studio em 2010, que hoje partilha com o arquiteto Filipe Alves e Paula Melâneo. Tem apresentado o trabalho do estúdio em diversas exposições, em Portugal e no estrangeiro, e em conferências em universidades portuguesas. Para além do trabalho desenvolvido no estúdio, Luca Martinucci foi co-curador de Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025) e dirige a produtora cultural Space Collectors, onde é um dos responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Links: https://www.1825.pt/ https://space-collectors.com/ https://paraisohoje.pt/ https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/ https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1 Episódio gravado a 18.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 192 – “Fazer pensando e pensar fazendo” – Conversa com João de Sousa Cardoso 11 May 2026

João Sousa Cardoso, também conhecido como João de Sousa Cardoso, é artista, ensaísta, curador e professor universitário. O seu trabalho desenvolve-se na intersecção entre criação artística, pensamento crítico e investigação, articulando teatro, cinema, artes visuais e escrita. Viveu 5 anos em Paris entre 2005 e 2010, onde concluiu o doutoramento em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne) enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro associado do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Lusophone, da Universidade de Paris Nanterre, onde leciona regularmente. Enquanto artista, tem desenvolvido um percurso marcado pela relação com a literatura e pela criação em teatro e filme, que cruzam ensaio, ficção e performance. Encenou Sequências Narrativas Completas, a partir de Álvaro Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II (2019), e A Ronda da Noite, a partir de Agustina Bessa-Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian (2022). Em 2024, estreou o filme A Santa Joana dos Matadouros, a partir de Bertolt Brecht, na Cinemateca Portuguesa, expandindo a sua prática para o cinema e aprofundando a relação entre imagem, política e representação. Como ensaísta, publicou TEATRO EXPANDIDO! (2016), Sequências Narrativas Completas e A Espanha das Espanhas(2020), mantendo uma escrita próxima das suas práticas artísticas. Colabora regularmente com a revista Contemporânea e com o jornal Público. Na curadoria, tem desenvolvido projetos que cruzam arte, política e história, como o ciclo ABC da Guerra (Teatro Municipal São Luiz, 2025) e a exposição Nampula Macua Socialismo de Manuel Santos Maia (Galeria Quadrum, 2025), além de colaborações com instituições como Serralves, Batalha Centro de Cinema e Centro de Arte Oliva. Desde 2023, integra o Comité de Aquisições do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian. É Professor Associado na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde dirige, desde 2010, a Licenciatura em Comunicação Audiovisual e Multimédia. Foi Professor Convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2011 e 2020 e coordena o programa Great Artists on Campus na Universidade Lusófona em Lisboa desde Fevereiro de 2023 que tem, desde Fevereiro deste ano, uma extensão ao Porto numa parceria entre a Universidade e o Batalha Centro de Cinema. Links: https://cargocollective.com/joaosousacardoso www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/ www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5 https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardoso www.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3 Episódio gravado a 06.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 191 – “O Paradoxo dos Gémeos” – Conversa com João Marçal 27 Apr 2026

João Marçal nasceu em Santarém, em 1980. Cresceu e viveu em Coruche até 1999. Nesse ano, mudou-se para o Porto, onde iniciou a licenciatura em Artes Plásticas, vertente Pintura, na Faculdade de Belas Artes, concluída em 2004. Ainda durante a sua formação, começou a expor o seu trabalho no contexto dos espaços geridos por artistas do Porto. A sua primeira exposição individual Oll Korrect, em 2003, no PêSSEGOpráSEMANA, foi o catalisador para uma sequência de oportunidades de exposição e determinante para a disseminação e desenvolvimento consistente da sua prática. Após uma estadia em Nova Iorque em 2017, no âmbito de uma residência artística apoiada pelo Atelier Júlio Pomar/EGEAG, mudou-se para Lisboa em 2018, cidade onde atualmente vive e trabalha. O seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da pintura, recorrendo pontualmente a outros meios como o desenho e a ilustração, o mural, a instalação, o som, o ready-made ou a cerâmica. Para o artista, a pintura é em si um instrumento dinâmico de reflexão, onde prática e teoria se cruzam de forma indistinta. Pintar implica sempre uma investigação simultaneamente visual, ótica, espacial, narrativa e simbólica, e conceptual, filosófica, histórica e cultural. A sua abordagem aproxima-se de uma compreensão de natureza fenomenológica, em que a pintura pode ser entendida como uma continuidade sensível com o sujeito. O seu trabalho estabelece relações de equivalência e intersecção entre elementos do quotidiano banal, muitas vezes invisíveis pela sua própria irrelevância, e a dimensão mais “nobre” dos objetos-imagem no contexto artístico. Detalhes provenientes de transportes públicos, padrões de tecidos, design de embalagens, logótipos ou elementos arquitetónicos são deslocados do seu contexto original e reconfigurados nas suas obras. Estes elementos emergem de um arquivo mnemónico afetivo que, por vezes, se expande para um imaginário coletivo mais específico, sobretudo associado às décadas de 1980 e 1990, introduzindo assim um vetor temporal significativo no trabalho. Os padrões assumem um papel central enquanto solução compositiva, na medida em que a repetição coerente das unidades sugere uma possibilidade de continuidade infinita, criando o paradoxo de inscrever a ideia de infinito dentro dos limites de uma imagem autónoma. Links: https://joaomarcal.com/ https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/ https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/ https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o https://soundcloud.com/marcal-dos-campos https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774 https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/ Episódio gravado a 17.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 190 – “messieurs-dames” – Conversa com Eva Mendes 21 Apr 2026

Eva Mendes (Almada, 2000) é curadora, crítica e programadora de Artes Visuais. É fundadora e diretora do messieurs-dames, um espaço de exposições independente com um programa focado em práticas artísticas históricas e contemporâneas. Desde 2025, o "messieurs-dames" é um espaço independente de exposições dirigido pela curadora e escritora Eva Mendes. Localizado num antigo apartamento no centro de Lisboa, o programa dedica-se a explorar afinidades subliminares entre práticas artísticas históricas e contemporâneas, algumas das quais são reveladas pela primeira vez. Com o objetivo de criar uma ligação mais forte entre diferentes abordagens artísticas, a programação anual alterna entre projetos de natureza arquivística e histórica, propostas de artes visuais e um mês dedicado a maratonas interdisciplinares. Links: https://www.messieurs-dames.com/ https://www.evamendeswriting.com/ Episódio gravado a 08.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 189 – “O impulso do invisível, a pausa, o toque, entre o Pátio e Arganil” – Conversa com Bernardo Chatillon 11 Apr 2026

Bernardo Chatillon pretende imaginar novos mundos, colocando a hipótese de nos relacionarmos com os espaços que estão obstruídos, camuflados, ilegíveis, ignorados,invisíveis. Conviver com os corpos, as paisagens e os movimentos que estão presentes, mas não têm visibilidade, em articulação com o conceito de Pensamento Mágico aplicado à dimensão teatral. Estreou-se com os Artistas Unidos. Depois de completar o Chapitô integrou a Formação Intensiva Acompanhada no c.e.m e mais tarde a Escola Superior de Teatro e Cinema (Licenciatura Teatro / Actor). Entre 2012 e 2015 integrou o elenco da companhia do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016 muda-se para Berlim onde colabora em diversos formatos e projectos através de práticas artísticas, encontros e espectáculos com diversos autores e figuras internacionais incontornáveis: Marc Lohr, Sigal Zouk, Mineralwasser Collective, André Uerba, Peter Pleyer, Stephanie Mahler, Jeremy Wade , Benoilt Lachambre, Keith Hennessy, Joy Mariana Smith, Meg Stuart, Sandra Noeth, Natasha A Kelly, CA. Conrad, Sigmar Zecarias, Diego Aguillo, Sophia New, Fernanda Eugenio entre outros e completa o mestrado Solo/Dance/Authorship (SODA) pela Inter-University Center for Dance Berlin (HZT/UDK). Recentemente, criou os espetáculos Reindeer Age #0 , Uferstudios Berlin (2019), Teatro DoBairro Alto (2020), Reindeer Age #1, O Espaço do Tempo (2021) e Appleton (2025) , O Fazer do Dizer , Centro Cultural de Belém (2022) , O que já cá está, Rua das Gaivotas 6 (2023), Calipso ou a experiência do possível, Cine -Teatro Avenida, Castelo Branco (2024). Em 2022 juntamente com Cláudia Teixeira e Fernanda Eugênio começa a dar forma à criação da questão-tema “políticas e práticas da amizade” para uma base de curadoria na programação do espaço Trust-Collective em Arganil. Em 2023 começou a lecionar na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e entrou para a nova direção da associação R.I.Ju (Rancho Infantil e Juvenil de Coja) com o projeto Fôlego, onde ensina, programa, experimenta e convive. Links: https://bernardochatillon.hotglue.me/ https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=XGxrPHpa0bw https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/ https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/ https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85 https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/ https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/ https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/ https://trust-collective.org/en/ Episódio gravado a 02.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 188 – “Build, Branch, Bind ” – Conversa com Robert Wiley 27 Mar 2026

Desde 2009, a prática artística de Robert Christopher Wiley tem ganho forma através da unidade de investigação interdisciplinar VICARTE (Vidro e Cerâmica para as Artes) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), dedicada a aproximar a prática artística da investigação científica. Nascido nos Estados Unidos, considera hoje Portugal como o seu país e a sua nacionalidade. O trabalho de Wiley envolve frequentemente o vidro — um material cuja complexidade técnica constitui um centro meditativo para grande parte da sua investigação criativa e conceptual. A sua prática atual é impulsionada não apenas pelos desafios materiais e científicos inerentes ao vidro, mas também por preocupações mais amplas da vida contemporânea, questionando hierarquias atuais de saber e de produção artística que moldarão o património cultural de amanhã. Wiley é Doutorado em Artes Plásticas (Escultura) pela Universidade do Porto e possui também um MFA e um BFA em vidro pela Ohio State University. Na VICARTE, contribui como Professor Assistente Convidado e como investigador, participando em projetos que vão desde a arqueometria do vidro, a reconstrução histórica e a ciência da conservação, até à exploração de novos materiais à base de vidro desenvolvidos na unidade de investigação. O seu trabalho situa-se na interseção entre arte, ciência e materialidade, refletindo um interesse continuado na relação entre formas discursivas e não discursivas de conhecimento — aquilo que podemos raciocinar e articular versus aquilo que compreendemos através do fazer e da experiência incorporada. A obra de Wiley foi exibida internacionalmente na Ásia, Europa e América do Norte. A sua produção artística e escrita estende-se a temas que envolvem subjetividade, cognição centrada no corpo e o valor pedagógico da prática criativa. A sua abordagem interdisciplinar informa naturalmente a sua exploração material e os seus processos experimentais, nos quais tanto o artesanato sofisticado como a recolha infantil detêm posições de igual importância. Meditativa, profundamente pessoal e, por vezes, enigmática, a sua prática procura perguntas em vez de tentar oferecer respostas. Links: https://www.dcr.fct.unl.pt/pessoas/professor-auxiliar-convidado/robert-wiley https://www.researchgate.net/profile/Robert-Wiley-2 https://www.crafthub.eu/practitioner/robert-wiley/ https://www.agendalx.pt/events/event/robert-wiley/ https://vicarte.org/ Episódio gravado a 26.03.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 187 – “Esse espaço intermédio” – Conversa com Cristina Ataíde 19 Mar 2026

Cristina Ataíde, Viseu, 1951, vive e trabalha em Lisboa. Licenciada em Escultura pela ESBAL, Lisboa, frequentou o Curso de Design de Equipamento da mesma instituição. Foi diretora de produção de Escultura e Design da MadeIn, fabrica de transformação de mármore em Alenquer de 1987 a 1996, onde trabalhou com vários artistas nacionais e estrangeiros e onde criou centenas de objetos de design em pedra e outros materiais. Fundadora (2005) do coletivo artístico Laboratório Terra que fez vários projetos expositivos em Portugal. A sua obra, feita muitas vezes em viagem, é materializada em diversos suportes desde a escultura, o desenho, passando pela fotografia e vídeo. Trabalha com e na natureza com fascínio pela experimentação, deixando que os elementos naturais intervenham como coautores dos seus trabalhos e pesquisas. Preocupa-se com a sua preservação da natureza e sustentabilidade. A estética relacional está cada vez mais presente nas suas intervenções publicas, interagindo com as comunidades por onde expõe e viaja. Foi distinguida com os diversos prémios, nas artes plásticas e no design e foi bolseira da SEC, Fundação C. Gulbenkian, FLAD e Fundação Oriente. O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e está representada em importantes coleções publicas e privadas como: CAM, Lisboa; CACE, Coleção de Arte Contemporânea do Estado; Culturgest, Lisboa; MNAC, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação Victor e Maria da Graça Carmona e Costa; MAC-CCB, Lisboa; MACE, Coleção António Cachola, Elvas; Coleção MACAM, Lisboa; Coleção Berardo; Unión Fenosa, A Coruña, ES; Centre d’Art Contemporain d’Essaouira, MC; MACS, Sorocaba, Brasil; Museu Afro Brasil, São Paulo; MAMAM, Recife. Expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro destacando: MNAC, Lisboa; Museu Coleção Berardo, CCB, Lisboa; CAM, Lisboa; Culturgest, Lisboa; Museu Soares dos Reis, Porto; Museu de Serralves, Porto; MIEC, Sto Tirso; MAMAM, Recife; Museu Afro Brasil, São Paulo; Fiep, Curitiba; Mosteiro de S. Bento, São Paulo; Centro de Arte Caja de Burgos; CentroCentro, Palácio Cibeles, Madrid; Faro de Cabo Mayor, Santander; Alcobendas, Madrid; MEIAC, Badajoz; Sala de las Atarazanas, Valencia; Glyndor Gallery, Wave Hill, New York; CCE, Miami; The Shed Space, Brooklyn, USA; Museu Azabu Kogei Kan, Tóquio; Museum Center, Baku, AZ; Moravian Museum, Brno, CR; Interno 14, Roma; Kunsttempel, Kassel. Links: https://www.cristinataide.com/ https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/cristina-ataide-dar-corpo-ao-vazio https://www.youtube.com/watch?v=Vh8a8c1ibUQ https://www.youtube.com/watch?v=iRIiv2qLa5U https://expresso.pt/cultura/artes_plasticas/2023-09-16-Exposicoes-Cristina-Ataide-liga-os-mundos-no-Chiado-c2e0477f Episódio gravado a 13.03.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 186 – “A escultura que é pintura” – Conversa com Rudi Brito 30 Dec 2025

Rudi Brito (1988, Lisboa). Após a licenciatura em Artes Plásticas na ESAD, Caldas da Rainha, mudou-se para Glasgow onde aprofundou o seu interesse pelas artes sonoras e performativas e onde colaborou com artistas como Oliver Pitt, Sue Zuki e Murray Collier. Exibiu o seu trabalho em espaços como Centre for Contemporary Arts (CCA), The Glue Factory e The Art School (GSA). A sua prática, que se veio a tornar predominantemente visual, está ligada a ideias de interrupção, fugacidade e vulnerabilidade. Desde o seu regresso a Portugal em 2018, Rudi tem afirmado a sua presença na cena artística local expondo o seu trabalho na Spirit Shop, Galeria Madragoa, Galeria Zé dos Bois e Buraco. Em 2021 Rudi co-funda o projecto de curadoria experimental Purga. Rudi expôs internacionalmente, nomeadamente no Museo Reina Sofia, Madrid, Junbicyu Clinic e SumidaExpo23, Tóquio, Kraak Festival, Ghent, Fuse Art Space, Bradford e The Northern Charter, Newcastle. Links: https://www.rudibrito.com/ https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/rudi-brito-hora-de-ferro https://zedosbois.org/programa/rudi-brito-maria-reis/ https://www.arteinformado.com/guia/f/rudi-brito-226715 https://www.vascocollection.com/artists/rudi-brito https://www.youtube.com/watch?v=50IaMFyPZMQ Episódio gravado a 23.12.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 185 – “Os bastidores da Arte Contemporânea” – Conversa com Inês Teixeira 23 Dec 2025

Inês Teixeira (Lisboa, 1979) é licenciada em Gestão de Recursos Humanos (1997-2001) que, quis o acaso, nunca exerceu. Trabalhou durante uma década - de 2003 a 2013- na Galeria Cristina Guerra como produtora. Entre 2014 e 2020 exerceu a função de responsável de eventos da Fundação Joana Vasconcelos que acumulou com a de produtora no Atelier da mesma artista. Entre 2020 e 2024 assumiu a função de Gallery Manager da galeria UMA LULIK__. Simultâneamente, colaborou com artistas e diversas instituições como a Trienal de Arquitectura e Culturgest. Atualmente colabora como freelancer com galerias, espaços culturais e na organização da feira ARCOlisboa. Episódio gravado a 9.12.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 184 – “Agora é Agora.” – Conversa com Maria Appleton 17 Dec 2025

Maria Appleton (Lisboa, 1997) é uma artista portuguesa que vive e trabalha em Lisboa. A sua prática investiga a relação entre cor e forma, recorrendo a técnicas como tinturaria, tecelagem e impressão. Trabalha com tecidos como algodão, seda e materiais industriais, criando composições em camadas translúcidas que reagem à luz e ao espaço. O seu trabalho explora espaços liminares, emocionais e físicos, num equilíbrio entre presença tangível e ausência simbólica, evocando memórias e sensações, em diálogo com a arquitetura dos domínios público e privado. Appleton apresentou exposições individuais no Espacio Tacuarí, Buenos Aires (2024), Casa da Cerca, Almada (2024), Hatch, Paris (2023), ARCOmadrid e Artissima Turim, e Galeria Foco, Lisboa (2021). Participou em residências na Cité Internationale des Arts, Paris (2022), com apoio do Institut Français e da Fundação Gulbenkian, e na Fondation CAB, Bruxelas (2024). O seu trabalho integra coleções públicas e privadas como a Coleção António Cachola, Fundação CAB e Coleção Vergez Links: https://www.maria-appleton.com/ https://galeriafoco.com/artists/maria-appleton/ https://contemporanea.pt/edicoes/2025/maria-appleton-what-holds-structure https://www.hatchparis.com/collaborativeartists/mariaappleton https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/nao-esquecendo-o-legado-bica-do-sapato-reabre-as-portas-para-o-futuro-e-para-o-tejo-090125 https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=FvlqQC7_jeg Episódio gravado a 02.12.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 183 – “O João (Cutileiro) pelo olhar do Frederico (Portas)” – Conversa com Frederico Portas 05 Dec 2025

Frederico Portas (1996) é um curador independente sediado em lisboa. Licenciado em filosofia e pós-graduado em Estética e Estudos Artísticos (Nova FCSH), a sua prática traduz-se na ligação entre determinados ramos da filosofia (ontologia, epistomologia e fenomenologia) e a curadoria enquanto meio alternativo de confronto com determinações filosóficas, e enquanto prática ensaística enquanto tal. Foi co-fundador da coleção artistas emergentes Santander consumer finance, juntamente com Tomas Agostinho, composta exclusivamente por trabalhos fotográficos de jovens artistas portugueses. Também com Tomás, foi co-fundador do ciclo de exposições tête-à-tête (2021-2024), na galeria Hélder alfaiate, a qual contou com seis eventos expositivos, cada qual composto pela presença de dois artistas, um novo e um mais velho, em conversa, numa espécie de anacronismo invertido. Links: https://appleton.pt/square-before/ https://www.instagram.com/p/DMgD_IWsie8/ https://www.coffeepaste.com/event/f-nOApDHcAEe/ https://www.santanderconsumer.pt/wp-content/uploads/2023/04/PR_Artistas-Emergentes_Final.pdf https://www.ccb.pt/evento/podcast-um-chao-comum/ Episódio gravado a 25.11.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 182 – “She is independente” – Conversa com Carla Filipe 24 Nov 2025

Carla Filipe (n.1973, Aveiro, Portugal) Vive e trabalha no Porto, Portugal Foi cofundadora dos espaços “Salão Olímpico” (2003-2005) e “Projeto Apêndice” (2006-07), ambos na cidade do Porto. Em 2009, recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para a residência na Acme Studios (Londres, UK, 2009-10) e uma bolsa como artista convidada para a residência artística Robert Rauschenberg (Captiva,E.U.A.,2015). Das suas exposições individuais fazem parte: “Expurgar Papel” curadoria de Nuno Crespo, Galeria da Escola das Artes da Universidade Católica, Porto, Portugal, 2024; “The Lizard - O novo Bestiário de Aberdeen” curadoria de Nuno Sacramento, The Worm, Aberdeen, Escócia, UK, 2023; “In my own language i am independente” curadoria Marta Almeida, Museu de Serralves, Porto, Portugal, 2023; “Confissões de uma batizada” curadoria João Mourão, Arquipélago-Art Center, S.Miguel, Açores, Portugal,2022; “hóspede” curadoria Marta Almeida, Villa de Arson, Nice, França, 2022; “Amanhã não há Arte” curadoria João Mourão e Luís Silva, Maat, Lisboa,Portugal, 2019; “da cauda à cabeça” curadoria Pedro Lapa, Museu Berardo, Lisboa, Portugal,2014; “O povo Reunido, Jamais será” curadoria David Santos, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira, Portugal,2011. Participou em inúmeras colectivas em Portugal e no mundo passando por: SECS Pompeia SP 2020, 32ª bienal de São Paulo, 2016, Centro 2 Maio Madrid, 2016, Fundação Ricard Paris, 2015, Manifesta 8, Murcia, 2010. Links: https://carlafilipenotcarlefelipe.com/ https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/carla-filipe-in-my-own-language-i-am-independente/ https://www.youtube.com/watch?v=aPuNvSlXRFE&themeRefresh=1 https://www.youtube.com/watch?v=-r8H5fPEs8I https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2023/carla-filipe-my-own-language-i-am-independente https://www.publico.pt/2025/08/27/culturaipsilon/critica/vozes-palavras-carla-filipe-2144915 https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e4 https://www.youtube.com/watch?v=v2R2tSvp6PY Episódio gravado a 6.11.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 181 – “O estado da arte” – Conversa com Ana Rocha e Patrícia Portela 16 Nov 2025

Patrícia Portela é autora de espectáculos, instalações e obras literárias. Reconhecida "pela peculiaridade da sua obra", recebeu vários prémios dos quais destaca: Prémio ACARTE/FCG para Flatland I (2004) e Wasteband (menção honrosa, 2003), finalista do 1' Prémio Multimédia Sonae/ MNACC 2015 para Parasomnia. A sua literatura é aclamada pela crítica e foi finalista do Prémio APE 2013 com Banquete, finalista do Prémio Correntes d'Escritas e Prémio Ciranda 2022 com Hifen que Miguel Real considerou "histórico". Ana Rocha, coreógrafa, curadora e performer, faz mediação em Cultura & Artes, criando uma linguagem de pesquisa e acção artística, e socio-politica engajada no desenvolvimento potencial do processo e seu contexto. Ana opera em campos de multiplicidade e diversidade cultural co-relacionando pontos de reflexão e transição, a partir do acompanhamento e consultoria em instituições, organizações sem fins lucrativos, colectivos artísticos e criadores nacionais e internacionais. Formada em Artes Visuais e História da Arte, e doutoranda em Ecologia Humana na Universidade Nova de Lisboa. Links: https://patriciaportela.pt/ https://www.youtube.com/watch?v=Aqd36rZ9HAo https://www.youtube.com/watch?v=ve6H7vsBhPA https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2024-12-20-patricia-portela--parte-1--a-unica-volta-para-salvarmos-o-planeta-e-fazermos-menos-viajarmos-menos-consumirmos-menos-e-comermos-menos-2ea0aa2c https://performingborders.live/interviews/fronteiras-a-conversation-with-ana-rocha/ https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=39942 Episódio gravado a 25.10.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 180 – “Ontem, hoje e amanhã” – Conversa com Isabel Carlos 04 Nov 2025

Isabel Carlos (Coimbra,1962), é licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra e mestre em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa com a tese «Performance ou a Arte num Lugar Incómodo» (1993). É crítica de arte desde 1991. Assessora para a área de exposições de Lisboa’94 – Capital Europeia da Cultura no âmbito da qual foi curadora das exposições colectivas “Depois de Amanhã” no Centro Cultural de Belém e “Do Sublime” no Museu do Chiado. Foi co-fundadora e subdirectora do Instituto de Arte Contemporânea, tutelado pelo Ministério da Cultura entre 1996 e 2001, onde entre outras tarefas foi responsável pela aquisição da colecção de arte contemporânea mostrada em 2000 no Centro Cultural de Belem na exposição “Initiare”. Foi membro dos júris da Bienal de Veneza em 2003, do Turner Prize em 2010, The Vincent Award em 2013, entre outros. Em 2004 foi directora artistica da Bienal de Sidney e curadora da exposição “On Reason and Emotion” que mostrou no MCA, na Art Gallery of New South Walles, no ArtSpace e no Royal Botanical Gardens. Em 2007 organizou para o Instituto Camões a exposição “Troca de Olhares” que foi mostrada em Maputo, Luanda e Mindelo. Entre 2009 e 2015 foi directora do CAM_Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Entre as múltiplas exposições que organizou e catálogos que concebeu e em que escreveu, destacam-se: -“Inhabited Drawings”, Drawing Center, New York em 2004 também nesse ano a Bienal de Sidney «On Reason and Emotion». - “Intus” de Helena Almeida, Pavilhão de Portugal, Bienal de Veneza em 2005. - “Provisions for the Future”, Bienal de Sharjah, 2009. - “Plegaria Muda” exposição de Doris Salcedo no CAM em 2011 que teve itinerância no Moderna Museet, Malmo; MAXXI, Roma; MUAC, Mexico; Pinacoteca, S.Paulo. Organizou as seguintes exposições antológicas bem como as respectivas publicações: “Entrada Azul”- Helena Almeida, Casa da America, Madrid 1998; “Tela Rosa para Vestir” - Helena Almeida, Fundacion Telefonica, Madrid 2008; em Lisboa no CAM: “Menina Limpa Menina Suja” – Ana Vidigal, 2010, no mesmo ano “Mais que a Vida” - Vasco Araujo e Javier Tellez, que depois seguiu para o Marco em Vigo; em 2011 “Linha de Montagem” - Miguel Palma”; em 2012 “Frutos Estranhos” – Rosangela Renno, que depois seguiu para o FotoMuseum em Winterthur; “Trabalhos com Texto e Imagem” - João Penalva, a seguir mostrada no Kunsthalle Brandts, Odense; em 2013 Lida Abdul , primeiro no CAM e depois na Fundacao Calouste Gulbenkian em Paris, no mesmo ano “Sob o Signo de Amadeo”, exposição alargada da colecção do CAM e um ciclo de performance; “O Peso do Paraíso”- Rui Chafes, 2014; “Luanda, Los Angeles, Lisboa” - Antonio Ole, 2016. “Todos os Títulos Estão Errados” - Paulo Quintas, Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, EGEAC - Lisboa, 2018; no mesmo ano “O Outro Casal - Helena Almeida e Artur Rosa” no Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, Lisboa. Entre 2023 e 2024 foi administradora delegada deste museu assegurando a transição entre direcções. Em 2019 mostrou a colecção de José Lima, no Palácio de São Bento, Lisboa. Entre 2019 e 2022 integrou a comissão de aquisições de arte contemporânea da Camara Municipal de Lisboa. Em 2023 organizou “Hello! Are You There?” retrospectiva e catalogo raisoné da obra de Luisa Cunha, Maat, Lisboa; “Fotografia Habitada”, antológica de Helena Almeida, Instituto Moreira Sales, S.Paulo, ambas as exposições foram consideradas entre as melhores do ano nos respectivos países. Desde o final de 2024 é Directora do Pavilhão Julião Sarmento, um novo museu da cidade de Lisboa. Links: https://www.pavilhaojuliaosarmento.pt/ https://www.mca.com.au/exhibitions/14th-biennale-of-sydney-on-reason-and-emotion/ https://www.publico.pt/2006/01/20/jornal/intus-de-helena-almeida-agora-em-lisboa-59220 https://www.maat.pt/pt/exhibition/luisa-cunha-hello-are-you-there https://www.artecapital.net/entrevista-160-isabel-carlos https://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-34/ https://www.publico.pt/2013/01/23/culturaipsilon/noticia/as-linhas-com-que-uma-obra-se-cose-1658156 Episódio gravado a 22.10.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 179 – “Sign Shop” – Conversa com Pedro O Novo 24 Oct 2025

Pedro O Novo (Portugal, 1992) vive e trabalha em Lisboa. Formou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Pedro O Novo encontra inspiração na literatura, sobretudo nos clássicos, para criar os seus personagens e referências. Estas são incorporadas na pintura de forma literal, mas com um toque fantasioso, transmitindo a sua essência e imediatismo. Nas suas pinturas, existe um constante sentido de revivalismo e nostalgia por outro tempo — um tempo que nunca viveu. Atualmente, está a estudar marcenaria e planeia integrar o rigor, o método e a tridimensionalidade desta disciplina no seu universo pictórico. Entre as suas exposições individuais destacam-se: Vernissage (Balcony Gallery, 2025), Sign Shop (Appleton Box, Lisboa, 2025), Primeira Década (Braço Perna, Lisboa, 2024), Dói-me a paleta (Atelier “Caro Olaias”, Lisboa, 2019), Nostalgia (Galeria Municipal, Beja, 2017). Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais: EDGE IS VIRTUE - Dialogue #12 (Dialogue Gallery, Lisbon, 2025), Encontros Imediatos de Segundo Grau (Galeria Avenida da Índia, Lisboa, 2023), Hearts On Fire (Plato Gallery, Évora, 2023), Spike to Spika (Monumental Gallery, Lisboa, 2023), Pintura sem Fim (Brotéria, Lisboa, 2023), Why do We Watch Cartoons & Documents of Innuendo (Ainori Gallery, Lisboa, 2022), POW SPLAT YEAH (Appleton Box, Lisboa, 2021), Novos Olhares sobre o Côa (Museu Arqueológico do Carmo, Lisboa, 2017). Links: https://pedroonovo.com/about/ https://balcony.pt/pedroonovo/ http://www.ainori.pt/pt/pedro_o_novo_2.html https://www.instagram.com/p/DNTXvbQMU3J/ https://www.agendalx.pt/events/event/pedro-o-novo/ Episódio gravado a 22.10.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 178 – “Risco” – Conversa com Carla Chaim 15 Oct 2025

Carla Chaim (1983, Brasil) Vive e trabalha em São Paulo. Artista visual e mestranda em Poéticas Visuais pela Escola de Comunicação e Artes da USP, graduada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP (2004), onde também fez pós- graduação em História da Arte (2007). Chaim prepara uma mostra individual no MACBA de Buenos Aires para o ano de 2025, além de ter trabalhado este verão em residências como El espacio 23 em Miami e Appleton em Lisboa na sequência da qual inaugurou ontem a exposição “Risco” na Appleton Box. Entre suas individuais destacam-se: Dobrar Cartas, Riscar Jornais na Quase Galeria, no Porto, em 2023 e em 2021: Febre, na Galeria Raquel Arnaud, em São Paulo. Em 2020, criou a instalação da arena/palco para as performances de Histórias da Dança, MASP, SP, quando teve sua obra adquirida pelo acervo do museu. Em 2016, Carla foi nomeada para o Future Generation Art Prize, onde em 2017 expôs no Pinchuk Art Centre, Kiev, Ucrânia e no Palazzo Contarini Polignac, Veneza, Itália, num evento colateral à Bienal de Veneza. O seu trabalho foi apresentado em exposições coletivas passando pelo Espaço das Artes, São Paulo, Brasil (2024); Casa de Cultura do Parque, São Paulo, Brasil (2024); Coral Gables Museum, Florida, EUA (2023); Osnova Gallery, Moscovo, Rússia (2021); Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, Rio de Janeiro, Brasil (2021); Fundación ArtNexus, BogotÁ, Colômbia (2020); Lothringer13 Halle, Munique, Alemanha (2017); Plaza North Gallery, Saitama, Japão (2015); Cisneros Fontanals Art Foundation – CIFO, Miami, USA (2014); Carla Chaim foi premiada em 2022 com o EFG Latin America Art Award e no Brasil recebeu prémios como CCBB Contemporâneo e Prémio FOCO Bradesco, ambos no Rio de Janeiro, e Prémio Funarte de Arte Contemporânea e Prémio Energias na Arte em São Paulo. A sua obra faz parte de coleções como Ella Fontanals-Cisneros, Miami, USA; Museu de Arte de São Paulo - MASP, Brasil; Museu de Arte do Rio - MAR, RJ, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil, entre outros. Links: https://www.carlachaim.com/ https://raquelarnaud.com/en/artistas/carla-chaim/ https://www.premiopipa.com/pag/carla-chaim/ https://www.jardimdohermes.com/sobre https://www.the55project.com/ Episódio gravado a 12.09.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 177 – “Folklore” – Conversa com Pedro Barateiro 03 Oct 2025

Pedro Barateiro vive e trabalha em Lisboa. Desenha desde muito cedo, e a sua formação em desenho, escultura, vídeo e escrita foi ampliada na Escola António Arroio, na ESAD, nas Caldas da Rainha, no Programa de Estudos Independentes na Maumaus, em Lisboa, e com o mestrado na Academia de Arte de Malmö, na Universidade de Lund, na Suécia, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Fez residências artísticas no Pavillon – Palais de Tokyo, em Paris; na AIR, em Antuérpia; no ISCP em Nova Iorque; na Galeria Zé dos Bois e na Spike Island, em Bristol. As suas primeiras exposições individuais em contexto museológico aconteceram em 2008 no Pavilhão Branco, em Lisboa, com a exposição "Domingo"; seguida de "Teoria da Fala" na Casa de Serralves em 2009. Destacam-se ainda exposições individuais em Portugal na Kunsthalle Lissabon, no Museu Coleção Berardo, Parkour, Lumiar Cité, CIAJG, Fundação Carmona e Costa, Rialto6 e nas Galerias Pedro Cera e Filomena Soares. Das suas exposições individuais fora do país, destaco as apresentadas no Kunsthalle de Basel, em 2010; na REDCAT em Los Angeles, em 2016, e no Kunsthalle de Münster, em 2023. O seu percurso foi-se definindo por muitas participações em exposições colectivas no estrangeiro como a Bienal de Performance de Vilnius em 2023, a 13ª Bienal de Sharjah, 20º Festival SESC–Videobrasil, 29ª Bienal de São Paulo, 16ª Bienal de Sidney e 5ª Bienal de Berlim, e em museus e centros de arte como Palais de Tokyo, ARTER, em Istambul, o Museu de Arte Contemporânea de Antuérpia, o CGAC Santiago de Compostela, a Fundação Gulbenkian, MAAT, Fondazione Giuliani, Le Plateau – Frac Île-de-France, entre muitos outros. As suas performances foram apresentadas em várias instituições como TNDMII, Centre Pompidou, Théâtre de la Ville e Fondation Ricard, 98 Weeks, Centro Cultural São Paulo, Cinema Batalha, Teatro Rivoli, Teatro Praga e Teatro São Luiz, entre outros. Editou vários livros de artista, e também as monografias “Como Fazer uma Máscara", editada pela Kunsthalle Lissabon e Sternberg Press; “É só uma ferida”, pela Documenta/ Mousse Publishing), e publicou parte da sua tese de mestrado "O Artista como Espectador" pela Mousse Publishing. Barateiro organiza eventos e exposições na Spirit Shop, que começou no seu atelier na Rua da Madalena em 2017. E em 2020, juntamente com um grupo de artistas, iniciou a primeira associação de artistas visuais em Portugal, a AAVP. Links: https://pedrobarateiro.tumblr.com/ https://www.gfilomenasoares.com/artists/pedro-barateiro/ https://pedro-barateiro.blogspot.com/ https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2020/pedro-barateiro-abismo https://www.moussemagazine.it/magazine/pedro-barateiro-opening-monologue-absent-artist-exhibition-jozef-netwerk-aalst/ https://gulbenkian.pt/cam/agenda/movimento-pedro-barateiro/ https://www.p55.art/blogs/p55-magazine/pedro-barateiro-na-1%C2%AAedicao-da-bienal-de-arte-performatica-de-vilnius?srsltid=AfmBOooFbnLuYz3hGwqyh0Pb8n5cK6rD1nbQiU39JT7DyaFWdnUaPyae https://www.cracalsace.com/en/569_love-song-pedro-barateiro Episódio gravado a 16.09.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 176 – “Diante do Espaço – travessia e paisagem” – Conversa com Sara Mealha e Nuno Faria 31 Jul 2025

Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste décimo e último episódio conversamos com Nuno Faria, curador e autor do texto sobre o trabalho fotográfico de Pedro Falcão, e Sara Mealha, artista visual, que apresenta uma instalação que transforma o espaço num território de luz e imaginação. Nesta conversa, para terminar uma temporada tão especial, cruzamos ideias de tempo, presença e lugar, e perguntamos: como se habita uma exposição onde o espaço é também discurso? Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 30.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 175 – “O Tempo da Imagem” – Conversa com Sérgio Mah e Pedro Falcão 30 Jul 2025

Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste nono episódio conversamos com Sérgio Mah, curador e Director Artístico do MAAT, autor do texto sobre a obra de Albano da Silva Pereira “Life goes on” e Pedro Falcão, designer, artista e fotógrafo que participa na exposição em duas dimensões, como o designer de toda a sua imagem gráfica e como artista apresentando duas fotografias sobre as quais escreveu o curador e Director Artístico do Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, Nuno Faria. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 17.07.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 174 – “O Tempo e a Memória” – Conversa com Carolina Trigueiros e Joana Valsassina 24 Jul 2025

Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste oitavo episódio conversamos com duas das autoras de textos da exposição: a curadora e Directora da Galeria Jahn um Jahn, Carolina Trigueiros, que escreve sobre a obra de Belén Uriel, e Joana Valsassina, curadora e futura Directora Artística da Appleton que escreve sobre a obra de Susana Mendes Silva. Curiosamente Carolina Trigueiros foi convidada para ser a curadora do Ciclo Appleton Get Back 2023-2026 do qual ambas as artistas fazem parte. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 16.07.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 173 – “Entre Gerações e Gestos Curatoriais” – Conversa com Bruno Marchand e Sara & André 21 Jul 2025

Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Córtex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste sétimo episódio conversamos com Bruno Marchand, programador de Artes Visuais da Culturgest, curador, juntamente com Ana Anacleto de Appleton Recess #4 e Sara & André que aqui apresentam duas obras escultóricas especificamente criadas para Diante do Tempo. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 15.07.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 172 – “Mediar em diálogo com o Tempo” – Conversa com Marília Marques e Nuno Centeno 14 Jul 2025

Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste sexto episódio conversamos com Marília Marques, a responsável pelo serviço de Mediação da Appleton e com Nuno Centeno director da Galeria Nuno Centeno no Porto que representa o Estate de Ana Hatherly, cujas obras foram emprestadas no âmbito do Appleton Recess #4 concebido especificamente para Diante do Tempo. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 01.07.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 171 – "Entre Tempos e Palavras" – Conversa com Ana Anacleto e Pedro Diniz Reis 07 Jul 2025

Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste quinto episódio conversamos com dois dos intervenientes do Appleton Recess #4, Ana Anacleto, curadora do ciclo juntamente com Bruno Marchand e Pedro Diniz Reis um dos artistas escolhidos para fazer parte desta edição. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 26.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 170 – “O Tempo como matéria de criação e receção artística” – conversa com Joana Villaverde e Susana Mendes Silva 04 Jul 2025

Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste quarto episódio conversamos com duas das artistas convidadas para participar na exposição, neste caso Joana Villaverde que apresenta as obras “Chão” e “Uma Luz” ambas de 2025, acompanhada por texto de Marc Lenot e Susana Mendes Silva que apresenta em colaboração com Jari Marjamäki, “Untitled [GET BACK]” de 2023 acompanhada pelo texto de Joana Valsassina. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 23.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 169 – “O Tempo no âmbito da curadoria e do pensamento” – conversa com Filipa Correia de Sousa e Delfim Sardo 23 Jun 2025

Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste terceiro episódio conversamos com dois dos autores convidados para escrever para a exposição, neste caso Filipa Correia de Sousa, curadora, que escreve sobre a obra/instalação de Sara Mealha e Delfim Sardo, curador, que escreve sobre o Céu de Santa Isabel e sobre a obra de Michael Biberstein. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 18.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 168 – “Diante da Obra: logística, montagem e manutenção de uma exposição em trânsito” – Conversa com Florinda Burrinhas, Paulo Fernandes e Pedro Palma 16 Jun 2025

Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporanea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste segundo episódio conversamos com três pessoas com um papel fundamental no processo de produção e montagem da exposição: Pedro Palma (Skog) responsável pela montagem no espaço, Paulo Fernandes (Ocean Cargo) responsável pela recolha, embalamento e transporte das obras e Florinda Burrinhas (MACE) responsável de produção, montagem e manutenção da exposição pelo lado do MACE. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 09.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 167 – "Nos Bastidores do Tempo – preparar e pensar uma exposição que atravessa geografias e cronologias" – Conversa com Teresa Anacleto, Inês Teixeira e Rita Baleia 06 Jun 2025

Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporanea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra no âmbito da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea e com o apoio financeiro da DGArtes. Neste primeiro episódio decidimos conversar com o grupo da equipa que está na génese do projecto – desde a fase de candidatura aos apoios da RPAC – até à definição de cronograma, equipas, gestão do projecto, acompanhamento de produção e montagem – Teresa Anacleto que trabalha a full time na Appleton, Inês Teixeira com vasta experiência em produção na área e que trabalha em regime de outsourcing com a Appleton, e Rita Baleia que fez um estágio curricular na Appleton no âmbito da sua licenciatura em Programação e Produção Cultural” na ESAD Caldas da Rainha justamente entre final de janeiro e final de Abril. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 05.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 166 – “Curar é Cuidar” – Conversa com Adelaide Ginga 17 Apr 2025

Adelaide Ginga. Historiadora de arte, curadora e museóloga, assume atualmente a direção do MACAM – Museu de Arte Contemporânea Armando Martins. Licenciou-se em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e obteve o grau de mestre em História Contemporânea pela mesma instituição, como bolseira da FCT. A sua dissertação publicada foi distinguida com o Prémio Vítor de Sá (1999), atribuído pela Universidade do Minho, e com uma Menção Honrosa da Fundação Mário Soares. Posteriormente, concluiu um mestrado em Curadoria e Organização de Exposições na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e, atualmente, é doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Iniciou a sua carreira em 2001 como especialista em arte contemporânea no Instituto de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura de Portugal. Mais tarde, coordenou o Departamento Internacional do Instituto das Artes, sendo responsável por diversas representações nacionais em eventos como a Bienal de Veneza, a Bienal de São Paulo e a Quadrienal de Praga. Em 2006, foi nomeada Subdiretora do Instituto das Artes de Lisboa. Em 2007, liderou a renovação da Bienal Internacional de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe, desempenhando as funções de Comissária-Geral das suas 5.ª (2008) e 6.ª (2011) edições. Foi curadora do MNAC (Museu Nacional de Arte Contemporânea) de 2008 a 2021. Entre 2012 e 2016, foi professora na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, onde lecionou a disciplina de Curadoria e Gestão Artística. Em 2016, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, desenvolveu um projeto de investigação internacional em Born Digital/Software-Based Art. É autora de diversos projetos curatoriais, publicações e ensaios de história da arte, tendo igualmente apresentado conferências e palestras em eventos nacionais e internacionais. Links: https://macam.pt/en https://www.publico.pt/2024/12/30/culturaipsilon/noticia/museu-colecao-arte-armando-martins-inaugurado-marco-2025-2117273 https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/macam-visto-por-dentro-entramos-no-museu-mais-aguardado-de-lisboa-060224 https://www.goodreads.com/book/show/23633123-a-aventura-surrealista https://www.linkedin.com/in/adelaide-ginga-432252235?trk=public_profile_samename-profile&originalSubdomain=pt https://www.buala.org/pt/autor/adelaide-ginga https://www.rtp.pt/play/p11558/e841352/destacavel https://www.publico.pt/2025/03/21/culturaipsilon/noticia/macam-museu-coleccao-privada-tera-hotel-pagarlhe-contas-2126943 https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/um-bar-numa-capela-um-hotel-e-mais-de-200-obras-de-arte-e-o-macam-e-abre-finalmente-no-sabado-031825 https://lisboasecreta.co/macam-museu-hotel/ Episódio gravado a 31.03.2025 Créditos introdução e final: David Maranha - Flauta e percussão http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 165 – “E quando as gaivotas a acordarem?” - Conversa com Dayana Lucas 06 Apr 2025

Dayana Lucas nasceu em 1987 em Caracas, Venezuela. Em 2003 mudou-se para a Ponta do Sol (Ilha da Madeira), de onde são provenientes os seus pais, e em 2006 para o Porto onde obteve a licenciatura em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2006—2010). Reside e trabalha no Porto. Foi co-fundadora da Oficina Arara entre 2010—2017 e colabora desde 2010 com o colectivo SOOPA que se desdobra em diversas áreas: música, teatro, cinema e dança contemporânea. Enquanto artista desenvolve uma pesquisa prática na área do desenho com particular interesse na passagem do desenho para a escultura e o espaço, tendo apresentado o seu trabalho em diversas exposições colectivas no CIAJG, PORTA33, Sesc Pompéia, Pavilhão Branco, Centro de Artes e Arqueologia de Beja, Culturgest, Fundação Eugénio de Almeida, Centro de Artes de Águeda e Galeria Francisco Fino. Apresentou as exposições individuais: "UM" na Wrong Weather Gallery, "Espírito Manual" na Fundação de Serralves, "Pedra em Flor" no Sismógrafo, "Negro Secreto" na Galeria Lehmann + Silva, "Meandro" na Galeria VNBM, "PULSO" na Galeria Jahn und Jahn / Encounter, "Cifra" no CIAJG e “Perder o nome” na Appleton. O seu trabalho integra a Coleção da Fundação de Serralves, Coleção Caixa Geral de Depósitos, Coleção de Arte Contemporânea do Estado, Coleção Municipal de Arte do Porto e diversas coleções privadas. Em 2019 criou a ORINOCO, uma editora de livros e outras edições de artista. Links: https://www.o-r-i-n-o-c-o.com/pt/edicoes/prova-de-vida-dayana-lucas/ https://oficina-arara.pt/category/work/poster/ https://associacaooopsa.wordpress.com/about/ https://www.lehmanncontemporary.com/artist/dayana-lucas/ https://venhaanosaboamorte.com/artista/dayana-lucas/ https://www.ciajg.pt/en/detail-eventos/20230930-dayana-lucas-cifra/ https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/programas/outros-programas/visitas-de-estudio/20220208-dayana-lucas/ https://porta33.com/porta33_porto_santo/residencias/content_residencias/dayana-lucas/dayana-lucas.html https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1803-dayana-lucas/ https://www.publico.pt/2011/04/21/culturaipsilon/noticia/dez-anos-a-comer-soopa-283165 https://www.youtube.com/watch?v=2u3L3YC_KnI Episódio gravado a 04.04.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Kidung · Jessika Kenney · Eyvind Kang The Face of the Earth ℗ 2012 Ideologic Organ http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 164 – “Pelo Museu Habitado” - Conversa com Nuria Enguita 31 Mar 2025

Nuria Enguita ( Madrid, 1967) é historiadora, editora e curadora. Licenciada em História e Teoria da Arte pela Universidad Autónoma de Madrid (1990), leccionou teoria e gestão da arte em numerosos centros e universidades e publicou numerosos textos em catálogos e revistas de arte contemporânea como Parkett, Afterall e Concreta.. Entre 1991 e 1998 foi curadora do IVAM, em Valência. Como Directora Artística da Fundació Antoni Tàpies, em Barcelona, entre 1998 e 2008, organizou exposições e publicações de Ligya Clark, Chris Marker, Sanja Ivekovic, Ibon Aranberri, Pedro G. Romero e Steve McQueen, entre outros. Trabalhou ainda em projectos como Tour-ismos. A Derrota da Dissidência e Representações Árabes Contemporâneas, dirigido por Catherine David. Entre 2008 e 2015, como curadora independente, organizou exposições em instituições espanholas e portuguesas. Entre 2012 e 2020 foi editora da Revista Concreta. Entre 2000 e 2014 membro do programa arteypensamiento da UNIA-Universidad Internacional de Andalucía, onde em 2009 liderou o projeto "Narrativas de Fuga", com artistas como Alice Creischer ou Pedro Costa. Foi editora do Afterall Journal, Centro de Investigação da University of the Arts London, entre 2007 e 2014. Foi co-curadora da 31ª Bienal de São Paulo, 2014, do Encuentro Internacional de Medellín em 2011, e da Manifesta 4 em Frankfurt em 2002. Entre 2015 e 2020 foi directora do Centro de Arte Bombas Gens, Valência, onde organizou exposições dedicadas à coleção do centro e exposições temporárias de Sheela Gowda, Anna-Eva Bergman e Irma Blank. É directora do IVAM-Institut Valencià d'Art Modern, entre 2020 e 2024, onde estabeleceu um programa de exposições de grande relevância, tanto ao nível da coleção com exposições como popular, Arte en una tierra baldía (1939-1959) assim como no caso de exposições temporárias: Anni e Josef Albers, Asger Jorn, Grupo Zero, Zanele Muholi, Teresa Lanceta, Anna Boghiguian, Otobong Nkanga, entre outras, e de jovens artistas do contexto local. Durante a sua direção, foi desenvolvido o Programa de Estudos Articulacions em colaboração com as duas universidades públicas de Valência, e os programas públicos adquiriram uma dimensão central no museu. É Directora artística do MAC/ CCB desde Maio de 2024. Links: https://expresso.pt/cultura/2024-03-14-Quem-e-Nuria-Enguita-a-curadora-espanhola-escolhida-para-a-direcao-artistica-do-MAC-CCB-0db704c6 https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-nuria-enguita https://www.youtube.com/watch?v=S8u8Yz3NrYA https://www.youtube.com/watch?v=i8uJyFySyPk https://www.youtube.com/watch?v=18SVOyRM3e8 https://galeriamayoral.com/news/68-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and/ https://www.artealdia.com/News/NURIA-ENGUITA-NAMED-DIRECTOR-AT-THE-INSTITUT-VALENCIA-D-ART-MODERN https://editorialconcreta.org/en/author/nuria-enguita-mayo/ https://ivam.es/en/articulations-ivam-uv-upv-study-programme/ https://www.p55.art/en/blogs/p55-magazine/nuria-enguita-e-nova-diretora-artistica-do-mac-ccb?srsltid=AfmBOopjPZGTCC-bdXjtTXmtLTkcM9AgqJTD8VrCksH3ybC08eBNZPEs https://elpais.com/espana/comunidad-valenciana/2024-03-14/nuria-enguita-nueva-directora-del-museo-de-arte-de-lisboa-tres-semanas-despues-de-dimitir-en-el-ivam.html Episódio gravado a 27.03.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Feeling Good, Nina Simone, Letra Anthony Newly e Leslie Bricusse, Produção Hal Mooney, Universal Music Group http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 163 – “O curador que faz exposições para escrever sobre artistas” - Conversa com Pedro Lapa 24 Mar 2025

Pedro Lapa é professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi diretor artístico do Museu Coleção Berardo entre 2011 e 2017 e diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, entre 1998 e 2009. Foi também curador da Ellipse Foundation entre 2004 e 2009. É doutorado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autor de muitas publicações no domínio da arte moderna e contemporânea, de entre as quais se destacam André Romão. Fauna (2019); Joaquim Rodrigo, a contínua reinvenção da pintura (2016); História e Interregnum. Três obras de Stan Douglas (2015); Arte Portuguesa do Século XX (1910-1960), James Coleman. Mediaespectrologias (2005). Comissariou muitas exposições, das quais se destacam Amadeo de Souza-Cardoso (Museu Pushkin, Moscovo), James Coleman (MNAC-MC), Stan Douglas, Interregnum (Museu Coleção Berardo, Lisboa), Alexandre Estrela. Star Gate (MNAC-MC) ou as coletivas More Works About Buildings and Food (Hangar K7, Oeiras), João Maria Gusmão e Pedro Paiva. Intrusão: The Red Square (MNAC-MC), Disseminações (Culturgest, Lisboa), Ângela Ferreira. Em sítio algum (MNAC-MC) Cinco Pintores da Modernidade Portuguesa (Fundació Caixa Catalunya, Barcelona; Museu de Arte Moderna, São Paulo). Em 2001 foi o curador da representação portuguesa à 49ª Bienal de Veneza com o artista João Penalva. Foi co-autor, em 1999, do primeiro catálogo raisonné realizado em Portugal, dedicado à obra de Joaquim Rodrigo. O Grémio Literário atribuiu-lhe o Grande Prémio de 2008 pelo seu ensaio Columbano Bordalo Pinheiro, uma arqueologia da modernidade. Em 2010 o Ministro da Cultura de França, Frédéric Mitterrand, concedeu-lhe a distinção de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras. Os projetos atuais em realização consistem num livro sobre arte moderna em Portugal, bem como um livro sobre Alexandre Estrela, um artista cujo trabalho acompanha desde os primeiros anos de emergência da sua obra. Links: https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa-2/ https://www.youtube.com/watch?v=-HJgEnCUWeQ https://www.artecapital.net/entrevista-143-pedro-lapa http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/museu/historia https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa/ https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-lapa-e-o-novo-diretor-artistico_n427481 https://sicnoticias.pt/cultura/2011-03-25-pedro-lapa-e-o-novo-director-artistico-do-museu-berardo3 https://www.publico.pt/2017/04/06/culturaipsilon/noticia/pedro-lapa-saiu-da-direccao-artistica-do-museu-coleccao-berardo-1767946 https://www.publico.pt/2022/06/21/culturaipsilon/opiniao/bem-desde-coleccao-ellipse-futuro-2010661 https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/colecoes-de-arte-ellipse-e-do-bpp-passam-para-a-tutela-do-estado-15355564.html https://www.publico.pt/2015/03/23/culturaipsilon/noticia/stan-douglas-expoe-em-outubro-no-museu-berardo-1690029 Episódio gravado a 18.03.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Steve Reich, Music for a Large Ensemble http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 162 – “A linha que nunca termina” - Conversa com Joana P. R. Neves 16 Mar 2025

Joana P. R. Neves é uma escritora e curadora independente sediada em Londres. Entre 1994 e 1998 obteve a licenciatura em Filosofia em França. Concluiu o mestrado em estudos curatoriais na Universidade de Belas Artes de Lisboa em 2002. Nesse mesmo anos foi nomeada curadora de vídeo no C.A.V. (Coimbra, Portugal), onde trabalhou com Julião Sarmento, Maria Lusitano e Gabriel Orozco, entre outros. Entre 2003 e 2014 trabalhou como diretora das galerias comerciais Chantal Crousel, scleicher+lange (Paris, França), e ajudou a lançar a Marlborough Contemporary, (Londres, Reino Unido). Entre 2015 e 2020, fez o seu doutoramento em História da Arte na Kingston University intitulado: “Seguindo a Linha Indexical, Etienne-Jules Marey, Douglas Huebler, Sol LeWitt.” enquanto desenvolvia um trabalho de pesquisa paralelo sobre a obra da artista alemã sediada em Milão, Irma Blank. Esta investigação deu origem à co-curadoria, entre 2019 e 2023, da exposição itinerante BLANK, (Culturgest Lisboa, MAMCO Genève, CAPC Bordeaux, CCA Tel Aviv, ICA Milano, Museu Villa dei Cedri, Bellinzona, Bombas Gens Valencia) e para a qual co-editou o catálogo homónimo (Koenig Books). Como curadora independente, trabalha para museus e galerias; a sua mais recente exposição colectiva, “Our Ancestors Bloom” Overground, teve lugar na galeria Patrick Heide (Londres). É Diretora Artística da Feira de Arte DRAWING NOW desde 2018, e co-lançou o projeto de residências e exposições Worlding em Elephant and Castle, Londres, em dezembro de 2020. Tem colaborado regularmente em publicações e catálogos de arte contemporânea. As suas publicações recentes incluem “As One takes one's pulse”, “The Technology of Asemantic Writing”, Centre d'art de Genève (2019); “Unskilled Beauty or Ugly Truth?” (Drawing, Research, Theory Practice, 2020), entre outros. Joana P. R. Neves está atualmente a trabalhar no seu primeiro livro, The Female Drawing Machines”, sobre o desenho como tecnologia a partir de uma perspetiva feminista (2026, Bloomsbury). Lançou o podcast Exhibitionistas em janeiro de 2024, onde falam sobre exposições individuais como forma de explorar o corpo de trabalho de um artista. Links: https://exhibitionistaspodcast.com/ https://worldingproject.com/ https://maat.pt/en/news/ten-exhibitions-see-maat-2025 https://www.fondation-pernod-ricard.com/en/person/joana-neves https://www.cnap.fr/la-m%C3%A9thode-graphique-et-autres-lignes https://mrac.laregion.fr/IMG/mrac_documents/5/dossier_presse/DP-Plateforme-Roven.pdf http://offshore-revue.fr/site/drawing-room-016-salon-du-dessin-contemporain-la-panacee-montpellier/ https://www.culturgest.pt/pt/informacoes/livraria/irma-blank-blank/ https://www.drawingnowparis.com/le-salon/le-comite-de-selection/ https://www.drawingnowparis.com/ https://www.drawinglabparis.com/en/expositions/drawing-power-children-of-compost/ https://www.drawingnowparis.com/evenements/ https://www.drawinglabparis.com/le-prisme-du-feminin-machine-ovocytes-fils-potions/ https://www.beauxarts.com/expos/drawing-now-art-fair-celebre-le-dessin-contemporain-au-carreau-du-temple/ Episódio gravado a 07.02.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Water · Johnny Flynn and Laura Marling · Letra Johnny Flynn · Produção Ryan Hadlock http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 161 – "Essa liberdade. Parece nada, mas é tudo." – Conversa com Ana Manso 08 Mar 2025

As pinturas e instalações de Ana Manso (Lisboa, 1984) navegam nos espaços entre a contaminação, a intersecção e a troca, atendendo ao potencial infinito que emerge nos detalhes muitas vezes esquecidos e silenciosos da vida quotidiana. Enraizado principalmente na abstração e estendendo-se ocasionalmente da tela ao mural, o seu trabalho emerge de momentos sensoriais sem plano pré-determinado. O seu trabalho tem sido apresentado em exposições individuais e coletivas: Buraco (Lisboa, 2024); NEVVEN, (Gotemburgo, 2024); Pedro Cera (Lisboa); Consultório (Chamusca, 2023); Galleria Umberto Di Marino (Nápoles); Centro de Arte Oliva (São João da Madeira, 2022); MARQUISE (Lisboa, 2019); Mudam (Luxemburgo, 2020); UPPERCUT (Lisboa, 2019); Universidade do Minho (Braga, 2019); Museu de Serralves (Porto, 2017); FUTURA (Praga, 2016); Uma Certa Falta de Coerência (Porto, 2016); Ar Sólido (Lisboa, 2016); Museo Nazionale di Capodimonte (Nápoles, 2014); Fondazione Rivolidue (Milão, 2014); Museu da Electricidade (Lisboa, 2011); ou Spike Island (Bristol, 2008); citando alguns. Participou no Prémio EDP Novos Artistas e Prémio Fidelidade Jovens Pintores, em 2011. Ana Manso desenvolveu projetos em residências artísticas em Nova York (International Studio & Curatorial Program, 2022); Málaga (Casa Mahare, 2019); ou Madrid (Matadero Madrid, 2018). Links: https://www.anamanso.com/ https://contemporanea.pt/edicoes/2024/ana-manso-menstruum https://www.publico.pt/2024/03/08/culturaipsilon/noticia/pintura-ana-manso-escapamse-formas-cor-materia-2082449 https://pedrocera.com/artists/ana-manso https://www.galleriaumbertodimarino.com/ana-manso/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/12/04/pulso-de-seda-de-ana-manso-e-rudi-brito-no-buraco/ https://visao.pt/atualidade/cultura/2020-05-29-museu-do-luxemburgo-exibe-mostra-coletiva-com-artistas-ana-manso-e-pedro-cabrita-reis/ https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/praga-magician-s-right-hand Episódio gravado a 07.03.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: In Our Sleep · Laurie Anderson Bright Red ℗ 1994 Warner Records Inc. http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 160 – “Que um erro, em tantos erros, é concerto*” – Conversa com António Poppe 28 Feb 2025

António Poppe (Lisboa, 1968) Artista visual, performer e poeta, vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso avançado de artes visuais do Ar.Co, em Lisboa, e estudou escultura e desenho no Royal College of Arts, em Londres. Fez o mestrado em Arte Performativa e Cinema na School of the Art Institute of Chicago, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.Autor de um trabalho híbrido entre artes visuais, performance e poesia, que apresenta desde 1991 em instituições como o Museu de Serralves, MAAT, Culturgest, Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa, Museu Soares dos Reis, Galeria ZDB, Galeria 111, Casa Fernando Pessoa e GIAJG, entre outras. Publicou cinco livros: "Torre de Juan Abad" (Assírio & Alvim), "Livro da Luz" (Documenta), "Medicin" (Douda Correria), "Come Coral" (Douda Correria) e "O Agitador e a Corrente" (com Mumtazz, Mariposa Azual). Destacam-se a exposição antológica "Mil Órbitas" (2019) na ZDB, com curadoria de Natxo Checa, e a participação no projeto performativo "DE CORPO PRESENTE" (2022), a convite do Museu da Cidade do Porto. Trabalhou com o grupo de performance Goat Island (Chicago) e colaborou com artistas como Vera Mantero (Porto 2001, Capital Europeia da Cultura), Mumtazz (6ª edição dos "Encontros para Além da História", CIAJG, Guimarães), Musa Paradisíaca (Quetzal Art Centre, Holanda) e La Familia Gitana (Boca Bienal e Futurama Alentejo, 2021). Nos últimos anos, tem-se dedicado ao projeto "EM VOZ ALTA", desenvolvido com apoio da DGArtes em parceria com BOCA, Osso, Casa de Gigante, Aderno e ZDB, aprofundando a fusão entre as várias disciplinas que compõem a sua prática. Links: https://www.miguelnabinho.com/pt/antonio-poppe https://www.youtube.com/watch?v=uvqUwh_i0Ug https://www.youtube.com/watch?v=KAF5lQSyBec https://gulbenkian.pt/agenda/musica-cigana-camoes-yanomani-a-soma-dos-seus/ https://www.agendalx.pt/events/event/em-voz-alta/ https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/ https://contemporanea.pt/edicoes/comunidade-enquanto-imunidade/manuscritos-da-comunidade-enquanto-imunidade Episódio gravado a 27.02.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: The Homeless Wanderer · Tsegue-Maryam Guebrou Ethiopiques, vol. 21: Emahoy (Piano Solo) ℗ Tsegue-Maryam Guebrou / Buda Released on: 1963-01-01 Composer: Tsegue-Maryam Guebrou *verso de Canção IV, Luís Vaz de Camões http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 159 – “O mundo precisa de poesia” – Conversa com André Romão 22 Feb 2025

André Romão nasceu em Lisboa em 1984, cidade onde vive. O seu trabalho assume sobretudo a forma de escultura e poesia, explorando ideias de transformação, mutação e fluidez. Partindo da emoção e da intuição, as suas figuras e paisagens oníricas ocupam frequentemente um campo indefinido entre os domínios literário e natural. O seu trabalho tem sido apresentado em diferentes instituições como o Museu de Serralves (Porto), Centre d'art Contemporain Genève, Liverpool Biennial 2021, MAAT (Lisboa), Museu Berardo (Lisboa), Futura (Praga), The Green Parrot (Barcelona), Macro (Roma), Astrup Fearnley Museet (Oslo), CAPC (Bordéus), Spike Island (Bristol), Kunsthalle Lissabon, entre outras. Recebeu o Prémio EDP Novos Artistas em 2007 e o BES revelação em 2013. Foi artista residente na Kunstlerhaus Bethanien, Berlim (2010), MACRO, Roma (2014) e Gasworks, Londres (2020), entre outros. A obra de Romão está representada em colecções como a Fundação de Serralves, Fundação Gulbenkian, FRAC Franche-Comté, entre outras. Links: https://andreromaonet.wordpress.com/ https://www.publico.pt/2019/04/01/culturaipsilon/noticia/noite-andre-romao-ha-corpos-pulsam-despertam-1866702 https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/04/26/fauna-de-andre-romao/ https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/andre-romao-exibe-novas-esculturas-e-poemas-sobre-a-fluidez-dos-corpos-9320081.html https://www.galleriaumbertodimarino.com/andre-romao/ https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/andre-romao-le-volpi https://www.veracortes.com/artists/andre-romao/ https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/andre-romao-fruits-and-flowers https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/1203-visita-orientada-andre-romao/ https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/new-artists-award-2007 Episódio gravado a 21.02.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Crass - Mother Earth (1979) – interpretada por Crass / letra Crass, Eve Libertine (aka Bronwen Jones), Joy De Vivre, Steve Ignorant / produzida por Crass Records http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 158 – “Filosofia, Comunicação e L+Arte” – Conversa com Paula Brito Medori 15 Feb 2025

Paula Brito Medori, Porto, 1962. Licenciada em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa, especializou-se em comunicação cultural, tendo construído uma carreira sólida na área da imprensa e dos museus. Atualmente, é responsável pelo Gabinete de Comunicação do Atelier-Museu Júlio Pomar, no âmbito da EGEAC. Entre 2011 e 2019, exerceu a mesma função no Museu Nacional de Arte Antiga, onde coordenou campanhas de grande impacto, como “Vamos pôr o Sequeira no lugar certo”, uma das mais bem-sucedidas angariações de fundos para aquisição de património em Portugal. Antes de se dedicar à comunicação institucional, dirigiu e chefiou redações em diversas publicações culturais e científicas, incluindo as revistas L+arte, Arte Ibérica e QUO, bem como a Agenda Cultural de Lisboa. Trabalhou dez anos no jornal Semanário, tendo sido editora das secções Sociedade e Cultura entre outras funções. Links: https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/museu/equipa/ https://www.publico.pt/2011/03/16/jornal/portugal-tem-espaco-para-as-revistas-de-arte-21561148 https://baimages.gulbenkian.pt/images/winlibimg.aspx?skey=&doc=178069&img=14522 https://www.researchgate.net/figure/Luiz-Teixeira-de-Freitas-e-Paula-Brito-Medori-MNAC-MC-2015-Fotografia-de-Paulo-Garcez_fig5_311342533 https://observador.pt/2015/10/01/ja-foi-roubado-um-dos-quadros-expostos-na-rua/ https://fundacaojuliopomar.org/wp-content/uploads/2020/05/paula_brito.pdf https://www.publico.pt/2015/12/23/p3/noticia/as-replicas-da-exposicao-comingout-vao-a-leilao-1824980 http://www.museudearteantiga.pt/exposicoes/vamos-por-o-sequeira-no-lugar-certo https://fuel.pt/2015/mnaa/sequeira/ Episódio gravado a 12.02.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Here Comes The Summer · The Fiery Furnaces EP ℗ The Fiery Furnaces Records Released on 2005-01-25 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 157 – “Forever Young” – Conversa com Miguel Nabinho 06 Feb 2025

A Galeria Miguel Nabinho abriu em 2000 e é hoje uma das principais galerias de arte contemporânea da Península Ibérica, representando alguns dos seus artistas de percurso mais consolidado (Ana Jotta, Luisa Cunha, Pedro Cabrita Reis, Jorge Molder, entre outros). Apesar de ter a sua base de colecionadores institucionais e privados baseada em Espanha e Portugal, os seus artistas são reconhecidos internacionalmente através de mostras nas mais conceituadas instituições na Europa e EUA. Os conteúdos de divulgação (entrevistas, vídeos, publicações, fotografias) que a Galeria Miguel Nabinho produz para os seus artistas permite que a sua comunicação digital esteja a par com as maiores galerias, museus e instituições do mundo. Isto contribui para um enorme crescimento da galeria e dos seus artistas nos últimos anos. O sucesso da Galeria Miguel Nabinho deve-se principalmente à estreita relação que tem com os seus artistas, permitindo-lhes a liberdade e a confiança para fazerem o seu melhor trabalho. O fundador da galeria, Miguel Nabinho, estudou Gestão na Universidade Católica Portuguesa e chegou a ter dois restaurantes nos quais estabeleceu uma parceria com a livraria Assírio Alvim, até abrir a sua galeria, que inicialmente se chamou Lisboa 20, a actual galeria Miguel Nabinho. Entretanto abriu uma produtora de filme e fotografia e utilizando estas sinergias lançou dois programas, um na área das artes que se chama “Sem título” e outro sobre política que se chama “Que país é este”. As suas entrevistas a artistas são já documentos fundamentais para quem estuda e trabalha na área das artes. Links: https://www.miguelnabinho.com/pt/artists https://www.youtube.com/user/miguelnabinho https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-miguel-nabinho https://lisboa.convida.pt/poi/see-do/galeria-miguel-nabinho-3064 Episódio gravado a 29.01.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Alphaville - Forever Young (Version 1) from the 1984 album 'Forever Young' http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 156 – “O artista de atelier” – Conversa com Luís Paulo Costa 01 Feb 2025

Luís Paulo Costa (Abrantes, 1968) vive e trabalha entre Lisboa e S. José das Matas. Licenciado pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (1996), iniciou o seu percurso expositivo no final da década de 1990. A sua obra é representada pelas galerias 111(Lisboa), Pedro Oliveira (Porto) e Krinzinger (Viena). Em 2020, realizou uma residência artística na Krinzinger Projekte, na Áustria. A sua prática pictórica é um exercício físico e conceptual que investiga a relação entre realidade e representação. Através da pintura, procura tornar as imagens mais reais, explorando a tensão entre visibilidade e invisibilidade, presença e ausência. O seu trabalho frequentemente assume uma dimensão escultórica, instaurando uma atmosfera de silêncio e incerteza. Está representado em diversas coleções institucionais e privadas, incluindo a Fundação de Serralves, a Fundação EDP/MAAT, o Museu Marta Herford (Alemanha), a Coleção Norlinda e José Lima, a Coleção Teixeira de Freitas, a Fundação Carmona e Costa, a Coleção de Arte Contemporânea do Estado, a Coleção Manuel de Brito, a Fundação Leal Rios, a Coleção José Carlos Santana Pinto, a Coleção Alberto Caetano, a Coleção Figueiredo Ribeiro e a Coleção SILD, entre outras coleções internacionais. Expôs individualmente na Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa, 2003), no Centro de Artes Visuais de Coimbra (2006), na Appleton Square (Lisboa, 2010), no Museu do Côa (2014), no Pavilhão Branco (Lisboa, 2014), na Fundação Leal Rios (Lisboa, 2015 e 2016), na Fundação Carmona e Costa (Lisboa, 2018), na Krinzinger Projekte (Viena, 2021), e no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (2022).Participou em exposições coletivas no Museu de Arte Contemporânea do Chiado, no Centro de Arte Oliva, no Centro Cultural de Belém e na Fundação EDP, entre outras.Tem neste momento patente na galeria 111, em Lisboa, a exposição individual "Flores e outras pinturas" até dia 8 de março de 2025. Links: https://galerie-krinzinger.at/artists/luis-paulo-costa-3cc46264/ https://www.publico.pt/2001/09/15/jornal/mostrar-o-que-se-esconde-161810 https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-2019/luis-paulo-costa-eco-echo-based-true-story https://umbigomagazine.com/pt/?s=luis+paulo+costa https://www.cristinaguerra.com/artist/costa-luis-paulo/ https://appleton.pt/luis-paulo-costa/ https://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/luis-paulo-costa/ https://www.ramastudios.pt/invited-artists Episódio gravado a 30.01.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Musica Blue Train · John Coltrane Blue Train: The Complete Masters ℗ 2012 Capitol Records, LLC http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 155 – “A galeria institucional” – Conversa com Nuno Centeno 25 Jan 2025

Nuno Centeno (n. 1979, Porto, Portugal), fundador/director da Galeria Nuno Centeno, foi nomeado pela Artnet como Europe’s 10 Most Respected Art Dealers em 2016. Em 2018, foi galardoado com o Frieze New York Focus Prize, sendo descrito como “arrojado” e “apresentando o trabalho de artistas com um diálogo interessante”, resultando numa “frescura equilibrada”. Nesse mesmo ano, Nuno foi selecionado como 40 Under 40 Europe 2018 da Apollo International Art Maganize, que celebra a próxima geração de inovadores, inspiradores e líderes empreendedores do mundo da arte. Integrou o comité de seleção da feira de arte ARCO Lisboa, assim como o conselho consultivo do departamento de cultura e arte da Câmara Municipal do Porto. Nuno Centeno é filho de Sobral Centeno, um artista português de renome. A Galeria Nuno Centeno foi fundada por Nuno Centeno em 2007, inicialmente com o nome Reflexus Contemporary Art, situada numa moradia, no Porto. O impacto cultural da galeria rapidamente criou um crescimento rápido de visibilidade e reconhecimento, levando à sua expansão e mudança para instalações maiores, em 2009. Em 2011, o nome foi alterado para Galeria Nuno Centeno, como é conhecida atualmente. Nesse mesmo ano, a galeria começou a representar um grupo de artistas internacionais emergentes e consagrados. Nos últimos anos, Nuno Centeno fundou e dirigiu o espaço Artist Book Gallery (um projeto dedicado a livros de artista de edição única) e co-fundou o The Spot (um projeto ao ar livre). Desde o início do seu percurso profissional, Nuno Centeno já realizou cerca de 200 exposições, tanto a nível nacional, como internacional. Participou em múltiplas feiras e eventos internacionais de arte, como a Frieze London & New York; Independent Brussels & New York; Miami Art Basel; ARCO Madrid & Lisboa; Artissima; Art Brussels; Zona Maco Mexico; Liste Basel; CONDO London e CONDO São Paulo; Friend Of a Friend Warsaw; Drawing Room Lisboa. Links: https://www.nunocenteno.com/ https://www.artecapital.net/entrevista-260-nuno-centeno https://gerador.eu/entrevista-a-nuno-centeno-a-cultura-e-a-maior-arma-que-um-pais-pode-ter/ https://visao.pt/visaose7e/sair/2019-01-22-o-gosto-dos-outros-nuno-centeno/ https://www.apollo-magazine.com/nuno-centeno-apollo-40-under-40-europe-the-business/ https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/nuno-centeno-entre-os-melhores-galeristas-da-europa-5308020.html https://www.theartnewspaper.com/2018/05/03/and-the-frieze-new-york-stand-prizes-go-to-nuno-centeno-jhaveri-contemporary-and-cooper-cole-gallery https://www.publico.pt/2018/05/06/culturaipsilon/noticia/galeria-portuguesa-nuno-centeno-premiada-como-melhor-espaco-da-feira-frieze-new-york-1827375 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Mindtrain de Yoko Ono http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Episódio 154 – “Por trás do Sol” – Conversa com Sara Bichão e Luísa Especial 26 Dec 2024

O processo de trabalho de Sara Bichão liga-se a canais emocionais: curar, purgar, perpetuar, brincar. As obras são escultóricas com uma atmosfera cromática própria que, por vezes, são activadas pela artista através de acções performativas. Os materiais utilizados são muitas vezes recolhidos/oferecidos/roubados, ou provenientes de outros recursos reciclados e orgânicos. Mais recentemente, Sara Bichão tem vindo a explorar também a escrita experimental. Sara Bichão está atualmente a desenvolver uma colaboração a longo prazo com La S Grand Atelier - Art Brut et Contemporain, na Bélgica. Foi artista residente na Residency Unlimited (Nova Iorque, EUA) e Finisterrae (Ouessant, FR) em 2022, e participou noutras residências nos últimos anos, incluindo: Porta 33 (2020, Madeira, Portugal); Cité Internationale des Arts (2019, Paris, FR); Artistes en Résidence (2017, Clermont Ferrand, FR). Recebeu bolsas de estudo do Instituto Francês (2019, 2022), da Fundação Calouste Gulbenkian (2014) e da Fundação Luso-Americana (2022). Uma seleção das suas exposições individuais inclui: Lightless, Fundação de Serralves, (2024, Porto); Before I Get Sick na MEEL, Press (2021, Lisboa); What is the thing, What is it na Galeria Filomena Soares (2020, Lisboa); Find me, I kill you na Fundação Calouste Gulbenkian (2018, Lisboa); (2017) Coastal na Barbara Davis Gallery (2017, Houston); My Sun Cries na Fundação Portuguesa das Comunicações (2016, Lisboa); Somebody's Address na Rooster Gallery (2014, Nova Iorque). Participou em exposições colectivas no Museu de Arte Contemporânea de Lyon (2019 e 2024, França); na Galeria Martin Janda (Viena, 2023); no 68 Art Institute (2022, Copenhaga); Passerelle Centro de Arte Contemporânea (2022, França); Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia MAAT (2017 e 2022, Portugal); BoCA - Bienal de Artes Contemporâneas (2021, Portugal); Porta33 (2021, Portugal); Centro de Arte Contemporânea em Troyes (2019, França); Atelier-Museu Júlio Pomar (2018, Portugal); Diagrama (2015, México); Kulturni Centar Beograda (2015, Sérvia); Galeria Rita Urso (2014, Itália) e Galeria Arevalo (2012, EUA). Sara Bichão foi selecionada para o Prémio de Desenho FLAD (2021), Anteciparte'09 (2009), Fidelidade Mundial - Jovens Pintores (2009), BPI - FBAUL (2008). O seu trabalho faz parte de colecções de arte como: Fundación ARCO, Espanha, Coleção Antoine de Galbert, França; MidFirst Bank Collection, Arizona, EUA, CACE (Coleção de Arte Contemporânea do Estado); FLAD (Fundação Luso Americana); Fundação PLMJ; Fundação EDP - MAAT; Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação Carmona e Costa; em Portugal Links: https://sarabichao.com/ https://www.gfilomenasoares.com/artists/sara-bichao/ https://www.youtube.com/watch?v=aN-R_8gJj0k https://gulbenkian.pt/museu/agenda/sara-bichao/ https://www.bocabienal.org/artistas/sara-bichao/ https://contemporanea.pt/edicoes/2024/sara-bichao-quando-nao-ha-luz https://air351.art/residencies/sara-bichao/ https://sarabichao.com/umbigo-20-years/ Episódio gravado a 20.12.2024 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Things Behind the Sun - Brad Mehldau - Live in Tokyo ℗ 2004 Nonesuch Records Inc. Writer: Nick Drake http://www.appleton.pt Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio: Câmara Municipal de Lisboa Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados