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Marketing business-to-business: o podcast

HamletB2B

Num mundo cada vez mais digital, para vencer num mercado business-to-business já não basta ter bons produtos e uma boa força de vendas. O seu marketing tem de chegar antes, com um posicionamento claro e diferenciador e com uma marca forte. Neste podcast, Jayme Kopke, diretor criativo da Hamlet, conversa sobre ferramentas, ideias e estratégias para as empresas B2B que querem usar o marketing e a comunicação digital para vender no curto prazo, mas também para criar marcas que permitam crescer por muitos e muitos anos.

Num mundo cada vez mais digital, para vencer num mercado business-to-business já não basta ter bons produtos e uma boa força de vendas. O seu marketing tem de chegar antes, com um posicionamento claro e diferenciador e com uma marca forte. Neste podcast, Jayme Kopke, diretor criativo da Hamlet, conversa sobre ferramentas, ideias e estratégias para as empresas B2B que querem usar o marketing e a comunicação digital para vender no curto prazo, mas também para criar marcas que permitam crescer por muitos e muitos anos.

#125- Para que servem as marcas, quando quem compra é um agente IA? - Com José Castelo

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Episódios

#125- Para que servem as marcas, quando quem compra é um agente IA? - Com José Castelo 28 Oct 2026

Há percursos profissionais que refletem a evolução de uma indústria inteira. O José Castelo começou na comunicação quando ainda se falava em marketing direto e relacional, atravessou a primeira vaga de digitalização das empresas portuguesas, esteve em algumas das agências que ajudaram a definir o digital em Portugal e hoje lidera a unidade de experiência numa das tecnológicas de referência do país, a Linkroad. Depois de tantas mudanças, como encara a transformação que a inteligência artificial está a provocar? É sobre isso, e não só, que conversamos neste episódio de Marketing Business-to-Business – o podcast. Pelo caminho, disciplinas mudaram de nome, mudaram as tecnologias, os canais, a forma como as pessoas se relacionam com as marcas. E também houve coisas que não mudaram. Nesta conversa, procuramos saber como tudo isso está a transformar a comunicação e o marketing. Em especial, falamos sobre o papel da criatividade num mundo em que uma parcela cada vez da comunicação das marcas é feita por máquinas. E da margem de manobra que resta às próprias marcas, quando cada vez mais decisões são tomadas por agentes de IA. Ouça o episódio e descubra: O que sobra para a criatividade humana num ambiente de negócio cada vez mais agentificado. O que ganha uma marca quando os criativos começam a pensar também como engenheiros. O que comunicar sobre os seus produtos quando a IA já consegue comparar todas as suas características. Como tirar partido da IA sem que a sua comunicação fique igualzinha à da concorrência. O que pensar antes de começar a automatizar os processos da sua empresa com IA. Com base na transcrição deste episódio, pedimos à inteligência artificial que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. A inteligência artificial está a devolver importância aos fundamentos do marketing. José Castelo começou a carreira no marketing direto, numa altura em que os dados e a personalização já eram essenciais para conhecer e comunicar com os clientes. Mais de 25 anos depois, acredita que a IA está a valorizar novamente algumas dessas competências: saber escrever, interpretar informação e, sobretudo, ter boas ideias. Porque, por mais que as ferramentas evoluam, continua a ser necessário compreender as pessoas a quem nos dirigimos. A IA pode fazer-nos trabalhar mais depressa. Mas também pode tornar as marcas todas iguais. Hoje, a inteligência artificial consegue produzir campanhas, textos e outros conteúdos com uma rapidez impressionante. O problema, segundo José, é que também se tornou muito fácil aceitar resultados simplesmente razoáveis. Quando todas as empresas têm acesso às mesmas ferramentas, a diferenciação passa cada vez mais pela capacidade humana de questionar, orientar e desafiar aquilo que a tecnologia produz. Caso contrário, corremos o risco de criar uma comunicação cada vez mais banal. As marcas vão ter de aprender a comunicar também com máquinas. A inteligência artificial não está apenas a mudar a forma como as empresas produzem comunicação. Está também a transformar a maneira como os clientes escolhem produtos e serviços. À medida que os agentes de IA começam a pesquisar, comparar e recomendar soluções, as marcas enfrentam um novo desafio: continuar a construir relações emocionais com as pessoas quando parte das decisões de compra passa pelas máquinas. Uma questão para a qual José reconhece que ainda não existem respostas definitivas. Sobre José Castelo: LinkedIn Link Consulting Marketeer Recomendações: Sapiens — Yuval Noah Harari Kafka à Beira-Mar — Haruki Murakami Modern Wisdom — Podcast Coisa Que Não Edifica Nem Destrói – Podcast Pessoas, marcas e instituições mencionadas: Wunderman WPP Omnicom Unilever Consigo (revista da Unilever) Djomba Linkroald Google Claude ChatGPT Gemini Marketeer

#124 – Sai o funil, entra o labirinto: como satisfazer o cliente onde, quando e como ele quer – com Joana Rabello. 12 Oct 2026

Houve um tempo (diz a lenda) em que fazer marketing era simples. O cliente via a publicidade da marca, ia à loja comprar, e pronto. Hoje, os pontos de contacto são em todo o lado. E o caminho entre o anúncio, a loja física e a digital, a entrega e o pós-venda tem mais de labirinto do que de funil. Como encantar este cliente que, para mais, se tornou muito mais exigente e informado? É sobre isto que conversamos com Joana Rabello - que, como Customer Value Management Director da Worten, conhece esta complexidade como ninguém. Depois de liderar o marketing digital em marcas icónicas do Brasil, como a Americanas e a Reserva, a Joana veio em 2020 para Portugal e para a Worten, onde hoje cuida da relação com o cliente. A própria denominação do seu cargo - "Customer Value Management Director" - leva a uma pergunta que interessa a qualquer empresa: como criar valor para o cliente e para o negócio quando a relação se reparte por tantos canais e momentos? Algumas das respostas estão neste episódio de Marketing Business to Business – o podcast, em que conversamos sobre experiência do cliente, omnicanalidade, inteligência artificial, cultura de empresa. E sobre o que os negócios B2B podem aprender com uma marca que, lidando com milhões clientes, consegue tratar cada um de forma individualizada e única. Ouça o episódio e descubra: Como usar os dados para falar com o cliente no momento em que ele clica nm produto. Como usar a inteligência artificial para personalizar a experiência do cliente em escala. Que métricas usar para perceber se a personalização está realmente a criar valor Como evitar que diferentes equipas, ferramentas e canais transformem a sua marca num “Frankenstein”. Como descobrir a verdadeira necessidade do seu lead B2B antes de tentar vender o seu produto. Com base na transcrição deste episódio, pedimos à inteligência artificial que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. Ter dados não significa saber o que fazer com eles As empresas têm cada vez mais informação sobre os seus clientes. Mas há uma grande diferença entre ter dados para analisar o que aconteceu e ter dados que permitem agir no momento certo. Se um cliente visita várias vezes o mesmo produto sem comprar, essa informação pode ser valiosa. Mas será que continua a ser útil cinco dias depois? O verdadeiro desafio está em transformar os dados em ações relevantes, quando ainda podem fazer a diferença. A inteligência artificial está a mudar as regras da personalização Até há pouco tempo, personalizar significava sobretudo escolher o produto certo para cada cliente. Hoje, a inteligência artificial permite ir mais longe: adaptar também as imagens, as mensagens e os conteúdos a diferentes pessoas. Mas a possibilidade de personalizar não significa, por si só, que se esteja a criar valor. É preciso testar, medir resultados e perceber se cada experiência está realmente a fazer a diferença. O cliente não vê os departamentos da sua empresa Para o cliente, a marca é uma só. Mas, dentro das empresas, o marketing, o e-commerce, as vendas e o apoio ao cliente continuam muitas vezes a funcionar como mundos separados. Quando cada equipa comunica à sua maneira, o resultado pode ser uma marca com várias caras, mensagens e experiências diferentes. A tecnologia pode ajudar a ligar estes pontos, mas também pode agravar o problema. O desafio é garantir que, independentemente do canal, o cliente reconhece sempre a mesma marca. Sobre Joana Rabello: LinkedIn Recomendações: Ao Pé da Letra - Gregório Duvivier Pessoas, marcas e instituições mencionadas: Americanas Reserva Worten Accenture Nielsen Meta Google

#123 - Quando a cultura é o segredo do crescimento: o caso Revolut — com Thais Guapyassu 14 Sep 2026

Qual é o segredo de uma marca que, em menos de uma dúzia de anos, foi capaz de atrair cerca de 70 milhões de clientes no mundo inteiro, 2 milhões só em Portugal – ao ponto de hoje incomodar os gigantes do seu setor? É claro que a explicação não é só uma. Mas, no caso que é tema deste episódio, há um ingrediente decisivo: uma cultura interna tão clara, forte e diferenciadora como a própria marca. É sobre essa cultura, a sua importância para o crescimento, e a forma como é vivida no dia a dia que conversamos com a Thais Guapyassu, Financial Regulatory Reporting Senior Manager da Revolut. Na maior parte das empresas, marca, crescimento e cultura são tratados como temas separados. Não é assim, decididamente, na Revolut. Longe de serem uma mera declaração de intenções, os valores da marca orientam de facto o quotidiano da empresa. E, para garantir que é assim, tudo o que tem a ver com a cultura interna foi desenhado ao pormenor – da forma de recrutar e acolher aos critérios de avaliação e à própria operação da empresa. Conhecedora, por dentro, dessa cultura de alta performance, a Thais Guapyassu ajuda-nos a perceber os mecanismos que a tornam tão decisiva para o espetacular desempenho da Revolut. Ouça o episódio e descubra: Como fazer da cultura interna uma vantagem competitiva da sua empresa. Como fazer com que os valores da sua empresa passem de mera teoria a comportamentos reais e critérios efetivos de decisão. Como levar os princípios que orientam a empresa para a experiência do cliente. O que uma marca deve manter igual, e o que precisa de adaptar, quando cresce para novos mercados. Como levar a sua marca construída no B2C para o mercado B2B sem perder a sua identidade. Com base na transcrição deste episódio, pedimos à inteligência artificial que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. Valores só contam quando se tornam comportamento Ter valores escritos não chega. Na Revolut, eles aparecem logo no onboarding, são reforçados pela liderança e até entram na forma como os colaboradores reconhecem o trabalho uns dos outros. Para Thaís Guapyassu, é essa repetição que transforma conceitos como Get It Done ou Think Deeper em formas concretas de trabalhar e tomar decisões. A cultura deixa, assim, de ser uma declaração para passar a fazer parte do dia a dia. A experiência do cliente começa dentro de casa Simplicidade e excelência não são apenas objetivos para o produto final. A ideia é aplicar os mesmos princípios aos processos internos. Se trabalhar dentro da organização é mais simples, linear e eficiente, torna-se mais fácil levar essa experiência até ao cliente. Para Thaís, aquilo que acontece dentro da empresa acaba por se refletir na forma como as pessoas usam os seus produtos. Global na identidade, local na execução Crescer para vários mercados implica saber o que não deve mudar e aquilo que precisa de ser adaptado. Na Revolut, os valores, o modo de trabalhar e alguns princípios da marca mantêm-se globais, enquanto as equipas locais ajudam a perceber que produtos, mensagens ou comunicadores fazem sentido em cada país. O mesmo princípio acompanha a passagem do B2C para o B2B: a marca mantém o seu ADN, mas adapta a proposta às necessidades de uma empresa, onde simplicidade tem também de significar confiança e fiabilidade. Sobre Thaís Guapyassu: LinkedIn Recomendações: O Poder do Hábito — Charles Duhigg Outliers — Malcolm Gladwell Nexus — Yuval Noah Harari Pessoas, marcas e instituições mencionadas: Revolut Banco BBM Leste Group Chess Capital BNP Paribas CVM Via Verde

#122 – Milhares de views, interações, fãs. Interessa-lhe? O João ensina como se faz 24 Aug 2026

Vivemos num mundo em que produzir e distribuir conteúdo nunca foi tão fácil: conseguir que esse conteúdo seja visto, gere interações e envolvimento é que são elas. Não admira que, para as marcas, quem consegue fazer isso de forma consistente se torne um ativo extremamente valioso. É o caso do convidado deste episódio. O João Kopke já conversou comigo aqui no podcast, já lá vão 6 anos – mas o convite para repetir não vem só de termos o mesmo nome. Na verdade, é um disco pedido pelos nossos ouvintes. Dono de uma audiência de milhares de fãs, que vão de crianças e adolescentes aos seus pais e avós, e cada vez mais requisitado pelas marcas, o João tem muito a ensinar a quem tem o desafio diário de captar a atenção de consumidores, clientes ou qualquer outro público. Neste episódio, o João revela-nos alguns dos seus segredos sobre como conciliar qualidade e volume na produção de conteúdos, como se entender com os algoritmos, como e para quê usar a inteligência artificial. E, porque o trabalho do João também tem um lado B2B importante, conta-nos também como faz para se tornar incontornável junto de quem paga o seu trabalho: as marcas. Ouça o episódio e descubra: Como produzir conteúdo em quantidade sem ter de inventar a roda a cada vez Que métricas escolher para perceber se um conteúdo funcionou O valor das fórmulas: quando as usar e quando as descartar O segredo para prender a atenção mesmo em conteúdos longos Os erros que a sua marca deve evitar quando trabalha com influenciadores e criadores de conteúdos Como a IA pode ajudar na produção de conteúdos, e quando atrapalha Com base na transcrição deste episódio, pedimos à inteligência artificial que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir: Dar valor para ganhar atenção Nem todo o conteúdo tem de ser incrível. Mas tem de dar às pessoas uma razão para ficar. Para João Kopke, uma das formas mais eficazes de o fazer é criar conteúdo que seja útil fora da própria plataforma. Algo que as pessoas queiram guardar, partilhar ou aplicar na sua vida. São também estas ações que mostram ao algoritmo que o conteúdo tem valor. Fórmulas não matam a criatividade Produzir conteúdo regularmente não pode significar inventar a pólvora todos os dias. João trabalha com fórmulas que foi testando e afinando através das métricas. Cada uma serve um objetivo diferente. A fórmula cria uma estrutura que já provou funcionar. A criatividade entra depois: no tema, na história, na linguagem e no “tempero” de quem comunica. Um bom briefing dá limites. Não escreve o conteúdo. Trabalhar com um criador exige clareza sobre aquilo que a marca precisa: objetivos, mensagens obrigatórias, presença da marca ou número de conteúdos. Mas não significa dizer ao criador exatamente o que deve fazer ou dizer. Se uma marca escolheu alguém pela sua linguagem, audiência e resultados, tem também de lhe dar espaço para usar aquilo que sabe sobre essa audiência. Sobre o João Kopke: Instagram YouTube Recomendações: Despolariza - Podcast Johnny Harris - YouTube Kurzgesagt – In a Nutshell - YouTube Pessoas, marcas e instituições mencionadas: Red Bull Instagram TikTok YouTube Netflix CNN TAP Sumol Sagres António Zambujo

#121 - "Se der errado, vou embora". A anti-fórmula de sucesso de um multiempreendedor sem medo de fazer diferente - com André Rabanea 12 Aug 2026

O convidado deste episódio veio do Brasil para Portugal com 21 aninhos, zero experiência profissional, e a primeira coisa que fez foi criar a primeira agência de marketing de guerrilha do país. A partir daí, fez uma série de projetos incríveis para grandes marcas, competindo de frente com as agências estabelecidas do setor. E nunca mais parou. Hoje, muitas campanhas, resultados e prémios depois, a única coisa que o André Rabanéa parece não ter conseguido é pentear o cabelo. E apesar de, no estilo, corresponder até hoje ao estereótipo do criativo rebelde, tornou-se um multiempreendedor, com empresas e projetos em vários países, consultor de diversas empresas e com muito para nos ensinar. Eu, pelo menos, não só aprendi como me diverti ao longo de toda a conversa. É daquelas que vale a pena guardar e ouvir de novo de vez em quando. Ouça o episódio e descubra: O que pode dizer a si próprio sempre que lhe surgir o medo de arriscar O truque para vender ao seu cliente (ou CEO) as ideias mais arriscadas e fora da caixa Como transformar a marca individual do líder em cultura de empresa (para que a empresa possa funcionar sem ele) Como saber se a sua empresa tem ou não uma cultura forte e distintiva Na implementação de uma ideia arriscada, como lidar com o que pode correr mal Com base na transcrição deste episódio, pedimos à inteligência artificial que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. Criatividade também se treina Pensar diferente não depende apenas de talento. No caso de André, a criatividade nasceu de vários estímulos: uma educação aberta ao erro, uma família que não travava as suas escolhas e uma tendência para procurar caminhos alternativos para chegar ao mesmo resultado. A prática fez o resto. Ter ideias é também um exercício que se pode treinar. Liberdade sem cultura não chega Uma empresa criativa não precisa de ter várias versões do seu fundador. Precisa de pessoas diferentes que contribuam para a mesma ambição. Na Torke, isso passou por criar espaço para ideias que noutras agências talvez nunca saíssem do brainstorm, aceitar que nem todas as pessoas se vão identificar com essa cultura e perceber que isso não é necessariamente um problema. Boas ideias também precisam de ser vendidas Uma agência pode ter as melhores ideias do mundo e continuar a produzir trabalho convencional se os clientes não estiverem dispostos a aprová-las. Para André, vender criatividade passa por perceber o risco de quem decide, preparar o cliente para aquilo que está a aprovar e assumir que uma ideia diferente pode correr mal. O risco não desaparece: gere-se. A criatividade tem sotaque Depois de centenas de sessões de cocriação em diferentes países, André aprendeu que o estímulo certo muda de cultura para cultura. Há equipas que precisam de mais energia para participar e outras que precisam precisamente do contrário. O objetivo pode ser o mesmo, mas a forma de chegar às ideias não é universal. Sobre André Rabanea LinkedIn Instagram Torke IDeators Pessoas, marcas e instituições mencionadas FAAP Omnicom WPP Fox National Geographic Havas BBDO Red Bull Heineken Optimus Sonae Adidas HP Remax Leroy Merlin Vodafone Recomendações Desta vez não há uma lista de livros. André diz nunca ter lido um livro inteiro e evita procurar referências sobre marketing, guerrilha ou criatividade. Prefere consumir conteúdos ligados aos seus interesses pessoais, como Fórmula 1, surf e karting, e procurar referências fora daquilo que faz profissionalmente. A recomendação que deixa é outra: ir para o mundo, treinar ideias todos os dias, perder o medo de errar, ouvir outras histórias sem tentar copiar os caminhos dos outros e manter por perto pessoas que valorizem a nossa forma de pensar.

#120 - Tornar as empresas mais produtivas – com poesia?! – com Paulo Condessa 27 May 2026

As empresas andam preocupadas com as pessoas. Para as atrair, mantê-las motivadas e felizes, criam Departamentos de Felicidade, investem em Employer Branding, organizam eventos de Team Building. Tudo certíssimo. Mas, para o Paulo Condessa, convidado deste episódio, costuma faltar um ingrediente. O hemisfério direito do cérebro – que ele propõe mobilizar com uma ferramenta pouco habitual nos escritórios: a poesia. Paulo Condessa começou a sua vida profissional no marketing e na publicidade, onde teve um percurso relevante como estratega e criativo, mas acabou atraído para explorações muito diferentes. Foi da poesia ao espetáculo e daí ao trabalho com grupos para o cultivo da inteligência emocional, da cooperação e do team building. Hoje, é esse trabalho que o traz de volta ao mundo empresarial, onde, a seu ver, faz falta uma maior abertura ao hemisfério direito do cérebro. Leia-se: mais criatividade, mais vulnerabilidade, mais disponibilidade para brincar e arriscar. Que benefícios essa outra forma de estar no trabalho pode trazer, não só ao bem-estar das pessoas, mas à produtividade dos negócios, é o que vai descobrir nesta conversa. Oiça o episódio e descubra: O que faz com que, no mundo, cerca de 80% das pessoas não se sintam envolvidas com o seu trabalho. O que faz da vulnerabilidade a nossa maior força. Como ter um propósito empresarial claro melhora o bem-estar e a motivação dos colaboradores. O que levou à mudança de foco do posicionamento para o propósito, como princípio estratégico, e que benefícios vêm dessa mudança. De que forma a poesia pode ser uma ferramenta para criar coesão, motivação e envolvimento dentro da empresa. Com base na transcrição deste episódio, pedimos à inteligência artificial que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. A falta de ligação ao trabalho Muitos profissionais não se sentem conectados com as suas funções, encarando a carreira apenas como um meio de sobrevivência financeira. Este distanciamento bloqueia a criatividade, prejudicando a inovação e a resolução de problemas complexos. O desafio da liderança é inverter este cenário através da criação de um ambiente seguro e psicologicamente saudável para as equipas. Comunicação não é um remendo comercial Existe uma linha clara que separa falhas de comunicação de problemas estruturais de marketing. A comunicação altera perceções, mas não salva um produto que o mercado rejeita. Porém, quando ajustamos a mensagem para responder à dor emocional de quem compra, em vez de apenas listar características técnicas, a venda flui com naturalidade. O propósito como motor de mobilização O foco da gestão evoluiu do simples "posicionamento" para a mobilização através do propósito. Mas este propósito não pode ser uma manobra externa: tem de ditar as regras internas. Quando a equipa entende a missão e vê o impacto real do seu trabalho, a motivação dispara. Treinar a inteligência emocional e liderar pelo exemplo deixam de ser teoria e passam a sustentar a rentabilidade no B2B. Sobre o Paulo Condessa: Linkedin Website Instagram Recomendações Livros: Hold on to Your Kids — Gordon Neufeld Leading Without Authority — Keith Ferrazzi Pessoas e Instituições mencionadas: Gordon Neufeld Keith Ferrazzi Brené Brown Simon Sinek Tony Robbins Gordon Newfeld Cristiano Ronaldo Gallup

#119 - Experiência do cliente: O diferencial decisivo para afastar-se da concorrência - com João Filipe Torneiro 13 May 2026

É difícil encontrar uma empresa que não declare pôr o cliente no centro – mas, como clientes, sabemos que raramente é o caso. Ainda bem que há pessoas empenhadas em que essa promessa comece de facto a ser cumprida. Neste episódio, João Filipe Torneiro, Diretor Executivo da DEC Portugal, ensina-nos o que realmente implica focarmo-nos na experiência do cliente: uma transformação que envolve processos, cultura, tecnologia e, sobretudo, as pessoas. Autor do livro Rota de Valor, o João Filipe combina uma formação em engenharia com uma carreira muito destacada em marketing e gestão, o que lhe dá uma perspetiva particularmente interessante sobre como ligar estratégia, execução e criação de valor real para o cliente. Nesta conversa, exploramos o que significa, na prática, trabalhar a experiência do cliente tanto em contextos B2C como B2B. Descobrimos onde falham muitas iniciativas que ficam pela superfície. E discutimos o papel da cultura, da comunicação e da tecnologia, incluindo a inteligência artificial, na construção de experiências que fazem a diferença. Ouça o episódio e descubra: Como distinguir as empresas que trabalham a experiência do cliente das que apenas falam nisso Como usar as métricas para passar das intenções aos resultados Como a experiência do colaborador determina a experiência do cliente O que é, de facto, a cultura de uma empresa – e qual é o seu impacto na experiência do cliente Como aplicar a lógica Account-Based Marketing à experiência do cliente em contextos de venda complexa Como garantir que iniciativas de melhoria da experiência não morrem antes de criar impacto real Com base na transcrição deste episódio, pedimos à inteligência artificial que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. A experiência é o único elemento da proposta de valor que não se copia João Torneiro defende que qualquer empresa – B2C ou B2B – assenta a sua proposta de valor em quatro elementos: marca, produto, serviço e experiência. Os três primeiros são cada vez mais difíceis de diferenciar: as marcas comunicam de forma semelhante, os produtos tornaram-se commodities, e os serviços básicos já são esperados. É na experiência – aquilo que as empresas efectivamente fazem, e não aquilo que prometem fazer – que ainda existe espaço para criar uma vantagem competitiva genuína e difícil de replicar. A cultura não está nos valores da parede. Está no que se faz às 17h de sexta-feira. Quando questionado sobre a diferença entre as empresas que afirmam ser "centradas no cliente" e as que realmente o são, a resposta de João é directa: a diferença está na cultura, e a cultura manifesta-se em comportamentos concretos. Para que exista cultura real, é preciso liderança com propósito, métricas que avaliem o desempenho em função da satisfação do cliente, e práticas de reconhecimento que reforcem os comportamentos certos. Sem experiência do colaborador, não existe experiência do cliente. Um dos pontos mais fortes da conversa é a ligação directa entre Employee Experience (EX) e Customer Experience (CX). João argumenta que não é possível criar uma experiência consistente para os clientes sem primeiro investir no compromisso dos colaboradores – não na "paixão" efémera que se promove em team buildings, mas no compromisso sustentado que resulta de KPIs claros, formação, meritocracia e práticas inclusivas reais. Sobre o convidado: Linkedin João Filipe Torneiro Linkedin DEC Recomendações Livros: Rota de Valor: O Poder da Centralidade no Cliente – João Filipe Torneiro Empresas e Instituições mencionadas: Galp Nova SBE (Nova School of Business and Economics) Porto Business School London Business School Kellogg School of Management Conceitos e metodologias referenciados: Account-Based Marketing (ABM) Net Promoter Score (NPS) Customer Lifetime Value (CLV) Employee Experience (EX) / Customer Experience (CX)

#118 – Como construir confiança num negócio “invisível” - com Elda Lisboa 30 Apr 2026

Há negócios que, apesar de envolverem cadeias de valor complexas e que se estendem pelo mundo inteiro, são invisíveis para quem está de fora. Elda Lisboa, Diretora-Geral para Portugal da Chemitex, líder europeu do trading têxtil, move-se num negócio assim. Operando entre fabricantes e clientes, gerindo sourcing, logística, qualidade e inovação em diferentes continentes, o trading é um universo onde o que conta é a capacidade de coordenação e resposta rápida. Num momento em que a guerra e os bloqueios marítimos obrigam a rever diariamente os custos de fornecimento e as rotas logísticas, saber adaptar-se rápido é uma questão de sobrevivência. No caso da Chemitex, a tecnologia tem ajudado, mas o fator crítico são as pessoas. Por isso, nesta conversa, exploramos não só o que é o trading têxtil e o que significa gerir um negócio global num contexto tão instável. Mas, principalmente, como atrair os melhores talentos, como mantê-los comprometidos e empenhados, e como lhes dar espaço, mesmo quando a exigência de performance é intensa, para que continuem a ser... pessoas. Ouça o episódio e descubra: Como uma empresa dependente dos fluxos de mercadoria do mundo inteiro consegue adaptar-se a um contexto de alta volatilidade Como a inteligência artificial já está a transformar um negócio em que a agilidade é chave O segredo para estancar a rotatividade laboral e reter profissionais altamente qualificados num negócio de grande exigência Como se constrói confiança num negócio que funciona sem as ferramentas habituais do marketing Como preparar o seu negócio para um cenário (provável) de retração do consumo Com base na transcrição deste episódio, pedimos à inteligência artificial que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. Apoiar as Relações Pessoais Através da Inovação Introduzir inteligência artificial e processos digitais nas empresas retira carga administrativa e torna todo o percurso logístico mais veloz. Mesmo assim, fechar os negócios e manter a ligação entre parceiros requer presença, maturidade e trato estritamente humano. Os negócios consolida-se com conversas e entendimento entre clientes e diretores comerciais. A Liderança como Serviço às Pessoas Segundo Elda Lisboa, o papel central de um líder não é dar ordens, mas sim "fazer as pessoas brilharem". Elda explica que a retenção de talento técnico de elite não se faz apenas com salários, mas com um ambiente de respeito e integridade. Segundo Elda, ao focar-se em transformar os seus colaboradores em líderes melhores do que ela própria, a empresa elimina naturalmente a rotatividade. A Saúde Financeira como Filtro de Mercado Para Elda Lisboa, o atual momento económico vai provocar uma "depuração" natural no mercado. Elda argumenta que apenas as empresas com saúde financeira rigorosa e processos equilibrados vão resistir à retração do consumo. Para a gestora, esta crise funciona como um teste de resiliência que fortalecerá as organizações que souberem olhar para dentro e manter a disciplina de custos. Sobre a convidada: Linkedin Elda Lisboa Email: eli@chemitex.com Chemitex Recomendações Livros: O Monge e o Executivo - James Hunter Chegar e Vender - José Carlos Pereira Hábitos Atómicos - James Clear

#117 - A biologia come a cultura à sobremesa - com Paulo Finuras 15 Apr 2026

“A cultura come a estratégia ao pequeno almoço”. A frase, atribuída a Peter Drucker, parece estar em voga nos últimos tempos: nunca se falou tanto de cultura nas empresas. Só que, como nos lembra o convidado deste episódio, qualquer cultura tem raízes biológicas. Se queremos entender como agem os humanos, inclusive nas empresas, é por aí que devemos começar. Paulo Finuras é sociólogo, consultor e autor de vários livros, sempre com a mesma abordagem: cruzar as ciências sociais com a biologia evolutiva para entender tudo o que diz respeito ao ser humano. É assim que nos propõe repensar temas como cultura organizacional, liderança e comunicação a partir da nossa natureza enquanto espécie. Numa época marcada por transformações tecnológicas aceleradas, tensões geopolíticas e muita incerteza, faz todo o sentido regressar às perguntas mais básicas: quem somos enquanto animais sociais? Como decidimos? Como cooperamos? Como construímos confiança? E o que significa isso para as marcas, para a comunicação interna e externa, e em particular para empresas que operam em contextos business-to-business? Ouça o episódio e descubra: Como a biologia evolutiva explica as decisões aparentemente irracionais dos clientes B2B O segredo para construir confiança num ambiente de negócios instável A estratégia para contornar a resistência natural do cérebro e acelerar a adoção de mudanças na sua organização Como usar os instintos biológicos para reter o melhor talento Como criar uma predisposição favorável antes mesmo de o cliente racionalizar a compra Como compreender a biologia do cliente permite rever para cima a sua tabela de preços Com base na transcrição deste episódio, pedimos ao ChatGPT que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. A Falsa "Tábua Rasa" nos Negócios Gerir clientes e colaboradores assumindo que são movidos estritamente por argumentos racionais gera falhas diretas na faturação e na retenção de talento. A biologia evolutiva demonstra que os comportamentos corporativos diários – desde a resistência à adoção de um novo software até ao conformismo em reuniões – são adaptações biológicas documentadas para poupar energia. Liderar com eficácia exige, portanto, deixar de combater estes instintos e começar a desenhar processos que trabalhem a favor da natureza humana. A ilusão da racionalidade no B2B A venda complexa raramente resulta de cálculos matemáticos rigorosos. O cérebro humano está programado pela evolução para poupar energia cognitiva. Na prática, a decisão de compra num comité B2B procura a minimização de riscos perante o grupo e a afirmação de estatuto social (o conceito de bens de Veblen). O marketing gera resultados quando alinha a sua mensagem com estes instintos de sobrevivência corporativa, em vez de depender apenas de tabelas de especificações técnicas. Modernização defensiva e Liderança O medo de perder relevância leva as empresas a adotarem Inteligência Artificial de forma reativa, um fenómeno que Paulo Finuras classifica como "modernização defensiva". Esta adoção apressada gera instabilidade interna. Em cenários de disrupção tecnológica, a estratégia mais rentável passa por investir na previsibilidade do líder, utilizando a confiança como a principal âncora de estabilização do negócio. Sobre o convidado: LinkedIn Paulo Finuras Editora Silabo Artigos Observador Livros da autoria do convidado (recomendações): Primatas Culturais: Evolução e Natureza Humana Bioliderança As Outras Razões A Natureza das Causas Podcasts recomendados: The Dissenter (Ricardo Lopes) Livros recomendados no episódio: The Moral Animal – Robert Wright The Adapted Mind – Jerome Barkow, Leda Cosmides e John Tooby The Theory of the Leisure Class (A Teoria da Classe Ociosa) – Thorstein Veblen Pessoas mencionadas: Peter Drucker Charles Darwin Robert Trivers Steven Pinker Alexander Todorov Thorstein Veblen

#116 – A verdadeira transformação da IA não é tecnológica: é humana – com Luís Paulo Salvado 01 Apr 2026

Protagonista, desde o início, da trajetória de duas das tecnológicas mais importantes do país, Luís Paulo Salvado já esteve no olho do furacão em várias revoluções tecnológicas. Hoje, o Chairman Executivo da Celfocus, Chairman e CEO da Novabase participa daquela que promete mudar ainda mais profundamente a forma como o mundo funciona. É sobre esta transformação, e não só, que conversamos neste episódio. Quando se fala de tecnologia em Portugal, Novabase e Celfocus são nomes incontornáveis. A primeira foi central, nas últimas décadas, na integração do país à economia digital. Já a Celfocus, nascida em uma parceria com a Vodafone, mas hoje 100% Novabase, é também um impressionante caso de sucesso. Atua em mais de 25 países e ajuda algumas das maiores empresas do mundo a operarem a transformação que está na ordem do dia: combinar a criatividade humana com a Inteligência Artificial para dar um salto gigante na produtividade e nos resultados. Que impacto a Inteligência Artificial já está a ter, o que falta para esse impacto ser ainda maior? De que forma a IA vai obrigar a que todos nós sejamos, de alguma forma, líderes? E quais os desafios, para uma empresa portuguesa, de competir com os peixes graúdos do mercado global? Oiça o episódio e descubra: A estratégia para evitar a estagnação corporativa e impedir que a atual transformação digital se torne numa oportunidade perdida Qual é o principal risco no processo de adoção da IA Como usar a cultura interna e o desafio técnico para atrair e reter o talento mais disputado no mercado O caminho para uma empresa Portugesa conseguir competir de igual para igual com os gigantes do mercado global Como antecipar as mudanças profundas que a Inteligência Artificial vai impor à sua organização e que o mercado ainda ignora. Os passos críticos para preparar a estrutura da sua empresa e absorver inovação a um ritmo acelerado sem colocar em risco a operação Com base na transcrição deste episódio, pedimos à AI que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. A fase de instalação da Inteligência Artificial e a curva de retorno Baseando-se no modelo da economista Carlota Perez, Luís Paulo Salvado explica que o mercado global da IA está na "fase de instalação", focada no investimento estrutural. O verdadeiro retorno financeiro chegará na "fase de difusão", quando as empresas reorganizarem de facto os seus processos para escalar a tecnologia já instalada. Competências do futuro e a valorização do talento humano Com a IA a executar as tarefas repetitivas, o foco das equipas passa a ser saber fazer as perguntas certas aos modelos. Apoiado num estudo do MIT, Luís destaca seis atributos exclusivos que as máquinas não replicam: Empatia, Presença, Juízo, Ética, Criatividade e Esperança. O avanço tecnológico torna as características humanas no ativo corporativo mais valioso. O método de especialização extrema para competir à escala global Para competir com gigantes globais, a estratégia da Novabase e Celfocus assenta num foco cirúrgico: cruzar um domínio técnico profundo com um conhecimento altamente especializado do setor do cliente. Esta união, reforçada por uma cultura de execução, permite vencer no terreno onde os concorrentes generalistas falham na implementação. Sobre o Convidado: Linkedin Luís Paulo Salvado Novabase Celfocus Livros recomendados: Reinventing Organizations – Frederic Laloux The War for Talent – McKinsey (Ed Michaels, Helen Handfield-Jones et al.) Pessoas mencionadas: Séneca (filósofo romano) Carlota Perez (Economista e Investigadora) Robert Kegan (Psicólogo de Harvard) Jean Piaget (Psicólogo) Marc Andreessen (Empreendedor e Investidor) Empresas e Marcas mencionadas: Instituto Superior Técnico Dropbox Vodafone Wang Olivetti McKinsey Gartner Para continuar a acompanhar-nos vá ao ⁠site da Hamlet⁠ e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso ⁠blog⁠ e ao subscrever a ⁠Newsletter B2B da Hamlet⁠. Siga-nos também no ⁠LinkedIn⁠.

#115 - Visão de mercado, customização, serviço: como tornar a inovação portuguesa num sucesso global. 18 Mar 2026

Houve um tempo em que as exportações portuguesas estavam baseadas em custos salariais baixos e em setores de pouca sofisticação. Hoje, Portugal é também, e cada vez mais, um exportador de tecnologia e de inovação. E não só no setor dos serviços – mas também sob a forma de produtos que conseguem entrar nos mercados mais exigentes. Um desses produtos é a Multiwasher — uma máquina de lavar industrial desenvolvida em Portugal com uma tecnologia imbatível em termos de eficiência e sustentabilidade ambiental. Produzida pela Somengil, uma empresa de engenharia sediada em Aveiro, a Multiwasher tem ganho terreno no mercado internacional com uma combinação única de inovação, customização e serviço pós-venda. Neste episódio, Tony Ventura, CEO da Somengil, explica-nos as razões desse sucesso. Mais do que falar sobre tecnologia, esta é uma conversa sobre gestão e vendas B2B. Exploramos como se alinham comités de decisão onde todos têm diferentes interesses, de que forma o serviço pós-venda se pode tornar no nosso melhor vendedor, e por que razão a sustentabilidade ambiental só ganha verdadeira escala quando se traduz em poupança económica. Pelo meio, refletimos ainda sobre o verdadeiro desafio de reter talento num mundo em constante mudança.    Ouça o episódio e descubra:  O segredo para transformar um serviço por medida num produto de sucesso Como adaptar a estratégia de distribuição à cultura e à organização de múltiplos mercados   Como atender às preocupações dos diferentes players que compõem o comité de decisão numa compra industrial Como transformar o próprio produto num canal de comunicação e feedback contínuo com o utilizador final  Qual é a principal função do marketing quando se trata de abrir o mercado para um produto que é quase uma categoria à parte As melhores práticas para atrair e reter talento qualificado num setor altamente competitivo  Com base na transcrição deste episódio, pedimos à AI que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. A Venda Complexa e a Gestão de Stakeholders Vender inovação no mercado B2B exige uma compreensão profunda de quem realmente decide. Numa grande organização, a compra raramente é feita por uma só pessoa, dependendo de um comité informal onde cada membro tem prioridades radicalmente distintas: o responsável de produção quer rapidez e padronização, a manutenção exige fiabilidade e tempo de resposta, e as compras focam-se no custo. A grande lição partilhada é a necessidade de o marketing B2B criar uma proposta de valor segmentada, que fale a língua de cada um destes stakeholders , educando o mercado sobre os benefícios financeiros e práticos da inovação O Pós-Venda como Verdadeiro Motor Comercial Uma reflexão central deste episódio é que, no universo B2B, o melhor produto do mundo perde todo o valor se não tiver um serviço de excelência a suportá-lo. Evocando o exemplo da presença da Toyota em mercados remotos — que lidera não apenas pela mecânica do carro, mas pela extrema facilidade em encontrar peças e mecânicos capazes de o reparar —, percebemos que a retenção do cliente e a compra recorrente dependem inteiramente da fiabilidade da assistência. Construir Cultura e Reter Talento num Mundo VUCA Num mundo altamente instável e volátil (VUCA - Volatility, Uncertainty, Complexity, Ambiguity), a sobrevivência das empresas passa pela diversificação geográfica e de segmentos. O sucesso na retenção de talento começa num recrutamento criterioso, que valoriza o encaixe cultural antes da competência técnica. A alta rotação de talento destrói o alinhamento e o conhecimento acumulado, pelo que a regra de ouro partilhada é simples: se não encontrarmos a pessoa certa, é preferível não contratar. Empresas e instituições mencionadas: Website Somengil Linkedin Somengil Nestlé Unilever Bimbo Toyota

#114 - Dar a cara, ter voz própria, contar histórias: como tornar sexy até os negócios mais chatos - com Martim Mariano 04 Mar 2026

Quando se tem um produto B2B altamente técnico, como torná-lo o herói de histórias interessantes? E, num mercado cada vez mais ruidoso e impessoal, como dar visibilidade a um negócio que à primeira vista parece “chato"? Resolver este desafio, que tira o sono muitos gestores e marketers, é a especialidade do nosso convidado neeste episódio. Com um longo percurso dedicado ao poder das palavras, o Martim Mariano é ghostwriter de líderes empresariais e ajuda as organizações a trocarem o fato corporativo por narrativas com alma. Apaixonado pela qualidade da escrita, o Martim falou connosco de autenticidade, da importância de os líderes darem a cara e do segredo para criar histórias que prendem, mesmo num mundo que a IA mal usada ameaça submergir em conteúdo banal. Oiça o episódio e descubra: Como escrever sobre textos altamente técnicos sem ser altamente chato. Qual é o segredo (muito simples) para as pessoas quererem consumir o seu conteúdo Onde buscar as histórias que vão tornar os seus conteúdos interessantes Porque é importante os líderes darem a cara pelas suas empresas. Como construir uma voz simultaneamente autêntica e adequada ao papel profissional Como usar a IA para escrever textos que não parecem feitos com IA Com base na transcrição deste episódio, pedimos à AI que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. A Humanização dos Negócios (Mesmo os mais "Chatos") No B2B, é fácil cair na armadilha de achar que vendemos produtos demasiado técnicos para gerar boas histórias. Mas o Martim lembra-nos de um ponto essencial: todos os negócios têm pessoas lá dentro. E todas as pessoas tem histórias interessantes para contar, nem que seja, falar sobre a rotina de quem trabalha todos os dias para que o produto saia da fábrica e chegue ao consumidor final. Por que os Líderes Precisam de Dar a Cara Muitas empresas escondem-se atrás da comunicação institucional, mas a verdade é que as pessoas seguem pessoas. Quando um líder comunica de forma autêntica, partilhando visões, dúvidas e até erros, torna-se o melhor embaixador do seu negócio. Em Portugal, ainda carregamos um certo medo de errar publicamente, fruto da nossa herança histórica. Contudo, expor essa vulnerabilidade e humanidade é exatamente o que faz com que alguém queira trabalhar nessa empresa. A Inteligência Artificial Como Ferramenta, não como Substituta A IA veio para ficar, mas a decisão inteligente é usá-la para escrever connosco, e não por nós. Falta-lhe a vivência, o cheiro de uma sala num momento de tensão, ou a memória de uma frase solta ouvida num café. A tecnologia pode cuspir palavras com gramática perfeita, mas não consegue transmitir a emoção genuína de quem viveu a história. Sobre o convidado: Perfil Martim Mariano no Linkedin Tudo Bem Escrito Instituições e Organizações Mencionadas: Escola Superior de Comunicação Social BBDO SIC L'Oréal Instituto Gallup Feira do Livro Pessoas mencionadas: Rui Nunes Ernest Hemingway David Ogilvy Robert Bly José Saramago George Gallup Virgínia Coutinho Livros Mencionados: James Joyce - Ulisses D&Ad. - The Copy Book Jonah Berger - The Catalyst: How to Change Anyone's Mind Martim Mariano – Dar a volta ao texto Podcasts: Steven Bartlett - The Diary of a CEO #111 – Foco, contexto, profundidade: como furar o ruído no mundo pós-IA – Com Rui Nunes Filmes: A trilogia: O Senhor dos Anéis

#113 - Impacto real ou "Purpose Washing"? O Marketing com propósito entre o discurso e a prática. 18 Feb 2026

Vivemos um momento curioso no mundo do marketing. Nunca se falou tanto de propósito, sustentabilidade, responsabilidade corporativa e impacto positivo — e, ao mesmo tempo, nunca foi tão legítima a dúvida sobre até que ponto estes conceitos se traduzem em decisões reais dentro das empresas.Quando falamos de um marketing com propósito, será que temos clareza sobre o que isso significa? E onde acaba a intenção genuína e começa o que poderíamos chamar de purpose-washing? Para nos ajudar a pensar estas questões, ninguém melhor do a convidada deste episódio. Com um percurso no ensino e na investigação, a Marta Bicho está hoje à frente do IPAM – Instituto Português de Administração de Marketing. Tem sido uma ativa promotora da ligação entre a academia e o mundo empresarial e é apaixonada pelo tema da liderança e do marketing com propósito – sobre o qual conversamos neste episódio. Falamos ainda do papel das escolas na preparação para um mundo instável e em mudança, e, inevitavelmente, das competências humanas de que vamos precisar num tempo cada vez mais dominado pela tecnologia. Oiça o episódio e descubra: Que indicadores permitem perceber se o propósito de uma empresa se traduz na realidade O que são os ODS e que papel têm na construção de métricas de sustentabilidade Que impacto tem a conjuntura geopolítica nas práticas de sustentabilidade das empresas O papel da academia na promoção da responsabilidade corporativa e do marketing com propósito Como se traduz, na prática, a ligação entre a academia e as empresas, e como poderia ser reforçada Que ferramentas devem constar num currículo de ensino de marketing especificamente voltado para o business-to-business Sobre o convidado: Email da Marta Bicho Linkedin do IPAM Perfil da Marta Bicho no Linkedin Conceitos e Eventos mencionados: Concurso Academia Grace ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável Livros recomendados: Alexandre Rangel - O que podemos aprender com os gansos Paulo Coelho - O Alquimista Brené Brown - A Coragem de Ser Imperfeito Podcasts recomendados: IPAM Talks Marketing na Ponta da Língua Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook. O papel da Academia: formar profissionais, não só técnicosMarketing B2B: menos “sexy”, mais provável

#112 - Faz a IA ou fazes tu? Como liderar quando o agente faz parte da equipa - com Pedro Aguiar 04 Feb 2026

Quando ouvimos, e ouvimos a cada momento, que a inteligência artificial vai mudar tudo, o que significa esse “tudo”? E, se a mudança é tão avassaladora, como é que nos devemos preparar para ela? São perguntas que hoje estão na cabeça de todos nós, mas que têm ocupado especialmente o nosso convidado deste episódio. O Pedro Aguiar tem um currículo que até assusta. É um empreendedor várias vezes reincidente, administrador de diversas empresas e pensador muito atento ao cruzamento entre a neurociência, a gestão e cultura organizacional. É também docente e palestrante sobre muitos temas, mas com um grande destaque, nos últimos tempos, para a Inteligência Artificial – que é também o assunto do seu próprio podcast, o Decoding AI. É essa multi e interdisciplinaridade que faz a riqueza desta conversa sobre uma transformação que não é só tecnológica. É cultural, social e afeta a própria compreensão do que significa sermos humanos. Oiça o episódio e descubra: O que significa uma adoção estratégica da Inteligência Artificial, e quais são os 4 passos para a levar a cabo Como decidir que tarefas na sua empresa devem ser executadas pela Inteligência Artificial e quais, mesmo podendo ser automatizadas, devem continuar nas mãos de seres humanos Escala, eficiência ou qualidade de vida? Como decidir o que fazer com os ganhos de produtividade trazidos pela IA Como gerir equipas híbridas, onde humanos e agentes de IA trabalham juntos, e como isso altera profundamente o papel do gestor e do líder Quais são as pessoas a quem a IA vai efetivamente tirar o emprego, e como não ser uma delas Qual a diferença prática entre usar IA para criar conexões em escala e usar pessoas para construir relações baseadas em confiança, empatia e contexto. Porque o futuro do marketing e da gestão exige menos foco no mercado externo e mais atenção à organização interna, aos processos e às pessoas. Sobre o convidado: Email do Pedro Aguiar Site da AH Business Perfil do Pedro Aguiar no LinkedIn Podcast Decoding AI Instituição mencionada: The World Economic Forum Pessoas mencionadas: Alan Turing Clóvis de Barros Filho Domenico De Masi Albert Einstein Geoffrey Hinton António Lobo Antunes Platão Nazareth Castellanos Livros recomendados: Domenico De Masi - O Ócio Criativo Joseph Jebelli - A Evolução da Mente Joseph Jebelli - The Brain at Rest Marco Aurélio - Meditações Roger-Pol Droit - Alice no País das Ideias António Damásio - A Inteligência Natural & A Lógica da Consciência Helen Thomson - Uma Viagem Extraordinária pelos Cérebros mais Estranhos do Mundo Javier Argüello - El Dia Que Inventamos la Realidad Carlo Rovelli - Há Lugares no Mundo Onde a Gentileza É Mais Importante do Que as Regras Mariano Sigman e Santiago Bilinkis - Artificial Podcasts recomendados: Aprendemos Juntos 2030 Marketing Business-To-Business: o podcast - #9 – Viagem ao cérebro do decisor B2B – com Diana Prata TED Talk recomendado: Carlo Rovelli - 4 Lessons On Time and Technology Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#111 - Foco, contexto, profundidade: como furar o ruído no mundo pós-IA - com Rui Nunes 08 Jan 2026

Vivemos uma era em que o marketing nunca teve tantas ferramentas — nem tantas desculpas. Dados, automação, inteligência artificial e canais digitais prometem eficiência total, mas trazem um risco: quanto mais tecnologia, maior a tentação de abdicar do pensamento estratégico. Quem faz o alerta é Rui Nunes, convidado deste episódio e um dos profissionais mais experientes do marketing digital em Portugal. Com um percurso que passa por décadas, pela liderança de várias empresas e por um consistente sucesso em mercados internacionais, Rui alia o domínio técnico profundo a uma ideia muito clara: a de que ferramentas só criam valor quando sustentadas por estratégia, ética e entendimento real do cliente. Neste episódio, Rui desmonta alguns vários mitos contemporâneos — da suposta morte do e-mail à ideia de que a IA pensa por nós. Fala sobre foco, contexto e profundidade como antídotos para a saturação comunicacional, explica por que a construção de marca continua a ser uma vantagem “injusta” no B2B e mostra como a tecnologia deve libertar tempo para decidir melhor — não para decidir menos. Um episódio para quem quer parar de correr atrás de tendências e começar a construir vantagem sustentável. Oiça o episódio e descubra: O que faz com que Portugal ainda esteja atrasado no digital e não só O que realmente muda – e o que não deveria mudar – com a adoção maciça da inteligência artificial Os 3 fatores que permitem captar a atenção das audiências, mesmo num contexto cada vez mais saturado de comunicação O que faz do email “a barata do digital” – e como usar o seu imbatível potencial para gerar conversões O que torna as redes sociais um canal de alto risco, e o email uma opção muito mais segura A importância da marca, mesmo no B2B, e como ter KPIs que avaliem a sua contribuição para o processo de vendas A diferença entre KPIs táticos e estratégicos e a importância de ter as duas métricas Sobre o convidado: Site do Rui Nunes Perfil do Rui Nunes no LinkedIn Site da sendXmail Perfil da sendXmail no LinkedIn Site da ZOPPLY Perfil da ZOPPLY no LinkedIn Site da HOT Leads Perfil da HOT Leads no LinkedIn Pessoas mencionadas: Al Ries Jack Trout Empresas, instituição e rede social mencionadas mencionadas: Canalmail Portugal Gong Clay Kwanko Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing Xing Regulamentações mencionadas: Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados EU Artificial Intelligence Act Livros recomendados: April Dunford - Obviously Awesome Jenna Tiffany - Overcome Common Pitfalls And Create Effective Marketing Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#110 - “Ver o que todos veem, pensar o que ninguém pensou” - com Alexandre Duarte 16 Dec 2025

Numa atividade como o marketing ou a comunicação, em que há uma tremenda pressão para fazer e fazer depressa, nem sempre é fácil encontrar o espaço para parar, ganhar distância e refletir sobre o que fazemos. É para contrariar esta dificuldade que, no nosso podcast, frequentemente temos convidados ligados à academia. Profissionais para quem esse pensar, esse ganhar distância, não é algo que acontece nos intervalos, mas é a atividade principal. Mas é ainda melhor quando o nosso convidado leva essa capacidade de reflexão e sistematização para áreas normalmente associadas apenas ao talento individual – como é o caso da criatividade. É o que faz o Alexandre Duarte, professor e investigador de referência nas ciências da comunicação, com um foco na criatividade publicitária e na construção de marca. Com uma bagagem de muitos anos como criativo e estratega de comunicação, o Alexandre explica-nos neste episódio como se faz a ponte entre a teoria e a prática, e porque é que ela é tão importante nestes nossos tempos de mudança acelerada. Oiça o episódio e descubra: Qual é a única maneira de se preparar para ser um criativo publicitário Como mudou o papel da escola numa sociedade em que é preciso estar sempre a aprender Quais são as 4 – ou 5 – grandes eras do branding, e o que caracteriza aquela em que estamos Como a chegada da IA cria um novo paradigma para a comunicação das marcas O que muda no modelo de vendas quando toda a informação está disponível online O que é uma boa ideia e qual é o segredo para as produzir Sobre o convidado: Perfil do Alexandre Duarte no LinkedIn Oficina de Portfolio Instituições mencionadas: IADE Universidade Europeia APAN Restart Cannes Lions Organização Internacional do Trabalho Federação Portuguesa de Krav Magá Conteúdos mencionados: Artigo sobre a evolução do branding Marketing Business-to-Business: o podcast - episódio #109, com Rodrigo Gralheiro Escolas Matam a Aprendizagem - TEDx com Murilo Gun Campanha da Vodafone para o Natal de 2022 Sai da Frente Guedes Psy - Gangnam Syle Ice Bucket Challenge Harlem Shake Mannequin Challenge Evento mencionado: I Conferência Ibero-Americana de Publicidade 2025 Empresas mencionadas: TBWA DMB&B Saatchi & Saatchi W/Brasil Ogilvy Brandia Central BBDO WTF Galp Barclays EDP Carris Marcas mencionadas: Red Bull Renault BMW Ford Coca-Cola Super Bock Pessoas mencionadas: Pedro Bidarra José Cabaço Washington Olivetto Stefan Stagmeister Murilo Gun David Droga Khabane Lame José Mourinho Bill Gates Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#109 - Entre a agilidade e a coerência: como construir marcas fortes em tempos de fragmentação digital - com Rodrigo Gralheiro 03 Dec 2025

Se há uns anos o caminho entre o "conhecer uma marca" e o "comprar o produto" parecia uma linha reta, hoje assemelha-se mais a um labirinto. No universo B2B, onde as decisões são complexas, os ciclos de venda longos e os interlocutores múltiplos, este desafio é ainda maior. Como é que uma marca se mantém relevante e coerente quando a tecnologia e os comportamentos estão sempre a mudar? Para nos guiar nesta interseção entre marca, tecnologia e negócio, o convidado deste episódio é Rodrigo Gralheiro. Com um percurso que o levou das agências (Wunderman, BBDO) à liderança digital em grandes organizações, o Head of Digital Branding na NOS conhece como ninguém os desafios de criar uma marca num ambiente cada vez mais fragmentado, complexo de veloz. Nesta conversa, mergulhamos no papel do digital não apenas como canal, mas como construtor de experiência e confiança. Falámos sobre o fim do "funil de vendas" tradicional, a ascensão do Thought Leadership como ferramenta crítica no B2B e o difícil equilíbrio entre a sofisticação técnica e a clareza na comunicação. O Rodrigo partilhou ainda a sua visão sobre a internalização de competências nas marcas e as transformações que a Inteligência Artificial já está a causar. Oiça o episódio e descubra: Como gerir a "personalidade da marca" em plataformas tão distintas como o LinkedIn e o TikTok sem perder a coerência. Os desafios de medir o retorno no B2B: como avaliar o sucesso de ações de meio de funil que não geram vendas imediatas, mas qualificam leads. As diferenças cruciais entre estratégias B2C e B2B e o papel central do Thought Leadership (webinars, artigos, podcasts) na criação de confiança empresarial. Por que razão o modelo tradicional de agência está a mudar. Como encontrar o tom certo na comunicação tecnológica: o equilíbrio difícil entre não alienar o público geral e demonstrar especialização aos decisores técnicos. O conceito de "Messy Middle" e por que devemos abandonar a ideia linear do funil de vendas em favor de um planeamento baseado no comportamento. Sobre o convidado: Perfil de Rodrigo Gralheiro no LinkedIn Linkedin da NOS SGPS Podcast recomendado: Prof G (com Scott Galloway) Pessoas Mencionadas: Carlos Vieira - Ones Atelier Claude Hopkins David Droga Nick Law Instituições e Eventos Mencionados Universidade de Aveiro South by Southwest (SXSW) Empresas e Marcas Mencionadas Wunderman Uber Glovo WOO Duolingo Livro Mencionado Lester Wunderman – Being Direct Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#108 - Cultura, crescimento, mudança: como fazer dos recursos humanos um parceiro do negócio - com Carla Regina Oliveira 29 Oct 2025

Dizer que as empresas são feitas de pessoas é obviamente um cliché – mas os clichés tornam-se clichés por alguma razão. Neste caso, talvez a necessidade de repetir tantas vezes esta frase venha de que, apesar de verdadeira e óbvia, ela seja tão fácil de esquecer. Mas se há alguém que não se esquece, nem por um minuto, do papel das pessoas nas organizações, é a convidada deste episódio. Considerada uma das Top 10 entre os gestores de RH em Portugal pela Organização Internacional de Diretores de Capital Humano, Carla Regina Oliveira é Diretora de Recursos Humanos da Brasmar, empresa líder em produtos do mar e protagonista de um crescimento impressionante nos últimos anos. Qual é o papel dos recursos humanos no suporte a esse crescimento e quais são os desafios que ele traz, especialmente num contexto de aceleração tecnológica? São algumas das questões que abordamos nesta conversa, em que a Carla partilhou princípios simples, mas muitas vezes esquecidos, como comunicar e envolver, aprender com quem chega, celebrar o que dá certo e ajustar o que falha. E ainda lembrou a importância de ter uma marca forte para quem queira atrair e reter o melhor talento. Oiça o episódio e descubra: Como os RH podem ser um parceiro estratégico do negócio, garantindo inovação, eficiência e alinhamento cultural Como reduzir a resistência à mudança e transformar transições organizacionais em ganhos para as pessoas e para o negócio Como a presença física e a proximidade das lideranças influenciam a confiança, a comunicação e os resultados diários na operação Que estratégias tornam uma marca empregadora desejável antes mesmo de haver vagas abertas O que interessa às novas gerações quando avaliam onde trabalhar e como a empresa deve responder a essas expectativas sem perder identidade Como usar as entrevistas de saída para obter insights valiosos para retenção e aprimoramento de práticas internas Como a automação e a inteligência artificial podem libertar tempo para que os RH sejam mais humanos e próximos Sobre a convidada: Perfil da Carla Regina Oliveira no LinkedIn Site da Brasmar Perfis da Brasmar no LinkedIn, Instagram e Facebook Podcast recomendado: O CEO é o limite Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#107 - Inspirar, entregar, inovar: como manter uma marca forte mesmo num setor com alto grau de comoditização - com Ângela Araújo 01 Oct 2025

“Não existem commodities” - declarou, num artigo famoso, Theodore Levitt. “Todos os bens e serviços podem ser diferenciados”. Se, em teoria, isto é algo que ninguém discute, encontrar estes fatores de diferenciação pode ser mais difícil nuns setores do que noutros. É o caso da papelaria, setor em que opera a Firmo, tanto no mercado B2C como no B2B. Um caderno é um caderno: como então manter a preferência de consumidores e empresas durante décadas, sem contar exclusivamente com o mais fácil – o preço? Foi sobre isso que conversamos com a Ângela Araújo, Diretora de Marketing, que nos contou como a inovação, a qualidade do serviço e a capacidade de ouvir e antecipar-se ao mercado têm permitido à Firmo capitalizar o seu legado sem perder a relevância. Oiça o podcast e descubra: Como manter uma marca relevante década após década, mesmo num mercado com poucas barreiras à entrada e em que é fácil imitar As vantagens de ter o marketing como protagonista desde a fase da concepção do produto Como partir da escuta do consumidor e do cliente para gerar inovação num mercado “tradicional” Como montar uma estratégia de distribuição que integra e tira partido tanto dos canais físicos como dos digitais Sobre a convidada: Perfil da Ângela Araújo no LinkedIn Site da Firmo Perfil da Firmo no Instagram Perfil da Firmo no Facebook Perfil da Firmo no Tik Tok Site do Wise Book Site da Staples Livro recomendado: Dale Carnegie - Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#106 - “Todas as empresas já deveriam nascer com o DNA da internacionalização” - com Luciano Montenegro Menezes 17 Sep 2025

Nos últimos anos, Portugal fez um caminho muito significativo na internacionalização das suas empresas, mas é um caminho que está apenas no começo. A internacionalização continua a ser uma prioridade, e, para nos falar sobre esse tema, ninguém mais qualificado do que o Luciano Montenegro Menezes. Com uma carreira que passa pelo Brasil, Portugal e muitos outros mercados, o Managing Partner do World Trade Center Lisboa e Vice-Presidente da World Trade Centers Association vê a internacionalização como algo que deve estar no radar de todas as empresas, desde que nascem. Neste episódio, explica-nos também os erros mais comuns e partilha casos de sucesso na conquista de mercados internacionais. Trazida para Portugal pelo nosso convidado, a marca World Trade Center quase dispensa apresentações – mas talvez nem toda a gente saiba a extensão da sua atividade na criação de conexões entre empresas e líderes do mundo inteiro. Por aqui, o World Trade Center Lisboa tem também esse papel de catalisador de negócios, estimulando a entrada de empresas estrangeiras no país e promovendo missões comerciais, entre outras atividades de apoio ao crescimento das empresas por cá e lá fora. Oiça o episódio e descubra: Que vantagens têm as empresas, grandes ou pequenas, que já nascem com o DNA da internacionalização Qual é o maior erro das empresas que procuram entrar pela primeira vez num mercado que ainda não conhecem Que diferença faz contar com uma rede global de apoio na conquista de mercados internacionais O que torna Portugal um mercado tão atraente para empresas de fora, e como os empresários portugueses podem tirar partido dessas vantagens Como aproveitar a turbulência geopolítica, a reconfiguração das cadeias de valor globais e a aceleração tecnológica como oportunidades de expansão internacional Quanto pode valer ter uma marca forte no setor imobiliário – medida pela valorização do metro quadrado Porque falharam tantas empresas portuguesas que tentaram fazer negócios no Brasil – e qual o segredo das que tiveram sucesso Sobre o convidado: Perfil do Luciano Montenegro Menezes no LinkedIn Site do World Trade Center Lisboa Perfil do World Trade Center Lisboa no LinkedIn Site da World Trade Centers Association Perfil da World Trade Centers Association no LinkedIn Site do World Trade Center Lisboa - Business Club Empresas mencionadas: World Trade Center São Paulo World Trade Center Ribeirão Preto World Trade Center Lille World Trade Center Dublin Ronald Reagan Building and International Trade Center Seaport World Trade Center Amcham Brasil - Câmara Americana de Comércio para o Brasil Porto de Santos Porto de Suape Porto de Paranaguá Vila Galé Sogenave El Corte Inglés Assaí Vero Coco Marcas mencionadas: Bvlgari Porsche Pininfarina Louis Vuitton Ralph Lauren Lamborghini Pessoa mencionada: David Rockefeller Livro recomendado: Luciano Menezes - The Club: The Practical Guide for Implementing a WTC Business Club Podcast recomendado: The Diary Of A CEO with Steven Bartlett and Buddhist Gelong Thubten Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#105 - Para além do hype: como pôr a inteligência artificial a serviço dos seus objetivos, hoje - com André F. Costa 03 Sep 2025

Toda a gente fala dela, todos já sabemos que está a mudar o mundo e que ainda vai mudar muito mais – embora não saibamos exatamente como. Trata-se, claro, da inteligência artificial, para a qual nos avisam de todos os lados que temos de estar preparados. Será que estamos? Ainda bem que há pessoas cujo foco é ajudar nessa preparação – como é o caso do André F. Costa, investigador, professor, consultor e claramente um entusiasta da inteligência artificial e das suas possibilidades. Longe do hype e dos cenários distópicos, o André falou-nos de casos reais de adoção da IA, dos seus riscos concretos (e não os imaginados) e de como começar pequeno pode gerar grandes resultados. Ouça o episódio e descubra: Como tornar a IA, mais do que uma simples ferramenta, um fator estratégico de transformação Como a multiplicidade de ferramentas disponíveis pode levar à “obesidade de IA” – e o segredo para isso não acontecer O que faz com que o maior desafio da IA seja um problema humano, e não tecnológico Como usar a IA para gerar mais autonomia, e não mais dependência Entre a utopia em que a IA faz tudo por nós e o cenário de catástrofe em que ela domina o mundo, quais são os riscos reais e como os evitar Como planear uma adoção bem-sucedida da IA na sua empresa, passo a passo Sobre o convidado: Site e perfis do André F. Costa no LinkedIn e no Instagram Site da Super_Humano AI Perfil da Super_Humano AI no LinkedIn Vídeo sobre Alan Turing criado pela Super_Humano AI somente com inteligência artificial Produto e empresa mencionados: Mapas da Apple Amazon Estudo mencionado: Your Brain on ChatGPT: Accumulation of Cognitive Debt when Using an AI Assistant for Essay Writing Task Vídeo mencionado: The past of predictions of the future Livros recomendados: Yuval Noah Harari – Nexus História Breve das Redes de Informação da Idade da Pedra à Inteligência Artificial Yuval Noah Harari – Sapiens – História Breve da Humanidade – De Animais a Deuses Bill Gates – Código-Fonte – O Meu Começo Walter Isaacson – Elon Musk Walter Isaacson – Steve Jobs Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#104 - “Na comercialização do turismo, Portugal escreveu o playbook” - com Hugo Teixeira Francisco 23 Jul 2025

Nos últimos anos, se há uma atividade que fez a diferença não só na economia, mas no dia a dia das pessoas, na fisionomia das cidades e na vida de toda a sociedade portuguesa, foi o turismo. Um setor em que hoje Portugal é uma referência mundial, com as suas boas práticas a serem estudadas e reproduzidas por destinos concorrentes. Para nos ajudar a entender como isto aconteceu, contamos neste episódio do nosso podcast com o Hugo Teixeira Francisco. Docente, empreendedor, consultor e palestrante, o Hugo é sobretudo um apaixonado pela tecnologia e pelo turismo – um setor, segundo ele nos explica, maioritariamente B2B na sua cadeia de valor. Mas o turismo não foi só um fator de mudança. O próprio setor, como tantos outros, tem-se transformado de forma acelerada, sob o impacto da tecnologia. A revolução digital mudou a forma como planeamos, vivemos e recordamos as nossas viagens, e essa mudança não parece perto de estar terminada. Neste episódio, o Hugo mostra-nos também o que têm de fazer os profissionais do turismo para saírem ganhadores desta transformação. Ouça o episódio e descubra: Como Portugal “escreveu o playbook da comercialização do turismo” Que estratégias é preciso aplicar para que um destino turístico não fique saturado Como conciliar o sucesso do turismo com a sustentabilidade ambiental e a preservação dos próprios destinos Como passar do “turismo sustentável” ao “turismo regenerativo” Como os atores do setor do turismo se devem transformar para se adaptarem à revolução da Inteligência Artificial Os novos estilos de tomada de decisão dos clientes, e como o turismo se deve adaptar a eles O que torna a dimensão B2B do turismo tão importante para o setor Sobre o convidado: Redes sociais e marcas do Hugo Teixeira Instituições, publicações, evento e pessoas mencionadas: Turismo de Portugal Aim Portugal Ministério da Economia e Coesão Territorial GSTC (Global Sustainable Tourism Council) Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra Publituris TNEWS Better Tourism Lisbon Travel Market João Daniel Ramos Joseph Campbell Formação e certificações mencionadas: Programa Upgrade 3.0 Green Key Biosphere Ferramentas e empresa de IA mencionadas: ChatGPT Perplexity Google Gemini Be2AI Conceito mencionado: Search Everywhere Optimization Citação mencionada: Elbert Hubbard - "One machine can do the work of fifty ordinary men. No machine can do the work of one extraordinary man." Podcasts recomendados: Marketing por Idiotas Social Media Marketing Podcast Livro e artigo recomendados: Pedro Esteves - Inteligência Artificial Generativa com Confiança Tendências emergentes no Turismo para 2025: uma viagem pela inovação e sustentabilidade Capítulos do Podcast (00:00) Introdução Hugo Francisco(02:58) O sucesso do turismo em Portugal(08:16) Turismo sustentável ou predatório(13:37) A disrupção digital no turismo(19:10) Quem ganha e quem perde com a IA(25:23) O turismo também é B2B(31:35) Estratégias que funcionam(39:10) Motivação para a formação(42:42) Segmento final Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#103 - Do legado à inovação: como liderar com marca, dados e tecnologia no setor financeiro - com Luis Gama 09 Jul 2025

O setor financeiro é um daqueles em que a tecnologia tem tido um impacto mais evidente – e mais profundo. De território muito regulado e de certa forma protegido, onde as mudanças aconteciam com uma certa calma, passou a ser uma arena onde todos os dias aparecem novos players, novos modelos de negócio, novas formas de se relacionar com o cliente. Isto certamente coloca desafios para quem já é uma referência nesse mercado – o que, em Portugal, há mais de 50 anos, é o caso da UNICRE. E é para falar desses desafios e das oportunidades criadas por este novo contexto que temos neste episódio o Luis Gama, Chief Marketing Officer precisamente da UNICRE. Conversámos com o Luis sobre mudança, sobre tecnologia, sobre inovação – especialmente na área dos pagamentos – e sobre o poder de uma marca forte e a importância de cuidar bem dela. Oiça o episódio e descubra: Por que o domínio da tecnologia deixou de ser opcional para líderes de marketing Como usar a automação e a Inteligência Artificial para libertar tempo para o que importa, sem deixar que desumanizem a relação com os clientes Como os novos players globais e nativos digitais estão a impactar no mercado português Como o e-mail marketing, usado de forma leve e criativa, pode gerar resultados surpreendentes Como criar dentro da organização uma cultura de atualização e inovação permanentes Como construir marca em mercados onde a sua presença é invisível ou diluída, como, por exemplo, no caso de terminais de pagamento mantidos em parceria com bancos Como criar uma gestão de leads estruturada no B2B e alavancar cross sell e up sell com base em comportamento e maturidade do cliente Sobre o convidado: Perfil do Luis Gama no LinkedIn Email do Luis Gama WhatsApp do Luis Gama: +351 964 198 898 Site da UNICRE Perfil da UNICRE no LinkedIn Site do Unibanco Site do REDUNIQ Modelos de transação financeira mencionados: Pix Buy Now, Pay Later Empresas e instituição mencionadas: Millennium bcp Universidade NOVA de Lisboa SIBS Mastercard Braza Bank Martech Digital Podcasts recomendados: Marketing por Idiotas Acquired O CEO é o limite Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#102 - O impacto (e os limites) da revolução AI, e como lidar com eles - com Ricardo Rocha 25 Jun 2025

É uma estreia no nosso podcast: pela primeira vez, temos um convidado que já esteve connosco e com quem a conversa foi tão interessante que ficou prometida uma segunda volta. Demorou um pouco, já que estou a falar do episódio 30, gravado em 2021. Mas, finalmente, voltamos a ter como convidado o Ricardo Rocha, Managing Director para a América do Norte e Global Head of Marketing da Noesis. O lado bom dessa demora é que ela nos permite comparar dois momentos de mudança. Em 2021 ainda estávamos sob o impacto do Covid 19, que para muitas empresas foi um tremendo acelerador da transformação digital. Hoje, o acelerador é a inteligência artificial generativa – que, na visão do Ricardo, terá efeitos muito maiores e mais duradouros do que a pandemia. Que efeitos são esses, e como não se perder na vertigem das mudanças, foi o tema desta conversa. Em que também falamos das tendências e do seu vaivém, de canais saturados que de repente deixam de estar e das diferenças e semelhanças entre fazer marketing na América ou em Portugal. Como bónus, o Ricardo lembrou-nos algo que nos temos esquecido de divulgar: a presença do nosso podcast nos voos de longo curso da TAP. Assim, da próxima vez que viajar para longe, vá ao menu de conteúdos, procure Marketing Business-to-Business: o podcast, e já tem com que se entreter. Oiça o episódio e descubra: O que é o Agentic AI e que impacto terá no marketing Que tecnologias devem estar no radar das empresas para não serem surpreendidas pela mudança – e como não se perder entre tantas opções Quais são os riscos de um uso acrítico da IA na produção de conteúdos Como usar a IA para complementar o trabalho das equipas, e não para as substituir Em que campos a IA tem maior potencial de ser útil no marketing Sobre o convidado: Perfil do Ricardo Rocha no LinkedIn Site da Noesis Perfil da Noesis no LinkedIn Empresas mencionadas: Gartner IDC TAP Pessoas mencionadas: Donald Trump Elon Musk Instituição mencionada: Department of Government Efficiency (DOGE) Ferramentas de AI mencionadas: ChatGPT Microsoft Copilot Episódio do Marketing Business-to-Business: o podcast mencionado: #30 - Marketing e vendas: como encerrar este velho conflito – com Ricardo Rocha Podcasts recomendados: The Hustle Daily Show Marketing Director Daily Marketing Against The Grain Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#101 - "Mais do que captar a atenção, queremos construir relação" - com Teresa Lameiras 16 Jun 2025

Decisões de compra de alto valor e alto envolvimento, ciclos de decisão longos e que acontecem em grande parte por canais digitais. Se nesta descrição já reconheceu a típica transação business-to-business, tem toda a razão – mas, neste caso, é da típica compra de um carro que estamos a falar. Com semelhanças tão evidentes, não é por acaso que o setor automóvel tem sido um tema recorrente neste podcast. O setor automóvel também é particularmente interessante hoje por viver uma transformação a muitos níveis, sob o impacto da transição energética, da digitalização, da mudança de hábitos do comprador e de um contexto geopolítico bastante agitado. Tudo isto coloca desafios muito particulares ao marketing – desafios que ninguém nos saberia explicar melhor do que a Teresa Lameiras, Diretora de Comunicação e Marca da SIVA | Porsche Holding, que é responsável pela distribuição em Portugal de marcas tão importantes e diversas como Volkswagen, Audi, Cupra ou Bentley, para só falar de algumas. Foi uma conversa em que falamos de inovação, de como adaptar-se a tempos de mudança constante e de como manter a identidade e a coerência das marcas, mesmo sob a pressão do curto prazo, da instabilidade e da incerteza. Oiça o episódio e descubra: Num contexto de transformação e instabilidade, como fazer do marketing uma ferramenta de clareza Que margem de manobra têm os gestores de marcas internacionais num mercado como o português, e como a podem aproveitar Como manter a coerência das suas marcas num contexto em que é preciso adaptar-se constantemente a novos canais e tendências Como fazer do marketing um “influenciador silencioso” ao longo de toda a jornada do comprador, e não só no topo do funil Como equilibrar uma estratégia de médio e longo alcance com a necessidade de gerar resultados de curto prazo Sobre a convidada: Perfil da Teresa Lameiras no LinkedIn Site da SIVA Perfil da SIVA no LinkedIn Marcas mencionadas: Volkswagen Audi Cupra Bentley Maserati Daihatsu SsangYong Bertone Lamborghini Seat Skoda Empresa e pessoas mencionadas: Renascença Fernando de Almeida António Sala Livros recomendados: Pedro Dionísio, João Guerreiro, Hugo Faria, Vicente Rodrigues, Rogério Canhoto - AI_Novator Carolina Afonso e Sandra Alvarez - Ser Digital Episódios do Marketing Business-to-Business: o podcast mencionados: #31 – Os 4 pilares do marketing B2B – segundo Rogério Canhoto #75 – Além das vendas: quando o marketing deve tentar o impossível – com Pedro Dionísio #76 – "Implementar tecnologia não faz mudança de mindset" – com Hugo Faria Podcast recomendado: Geração 90 Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#100 - Chegar aos 100: o segredo para ter um podcast que gera resultados por anos a fio – com Jayme Kopke 29 May 2025

O nosso podcast está em festa. Afinal, não é todos os dias que publicamos o episódio 100! Para comemorar um número tão redondo, fizemos algo diferente. Neste episódio, o habitual anfitrião – eu – passa a convidado. E quem assume o comando é a Inês Simas, CEO do Departamento de Marketing. Porquê? Porque, segundo ela própria, foi o nosso Marketing Business-to-Business: o podcast que a inspirou a fazer o mesmo caminho, criando o seu Walking Meeting – que já vai no episódio 32 e que recomendo vivamente. Quanto ao tema da conversa, não podia ser outro: falamos, claro, sobre podcasts. Mais especificamente, falamos sobre as vantagens de a sua empresa ter o seu próprio podcast. Sobre a nossa “fórmula”, nada secreta, para chegar ao episódio 100. Sobre o que aprendemos nestes 100 episódios, a forma como medimos os resultados e avaliamos se o esforço está a valer a pena. Além de celebrar um marco importante, o que sempre vale a pena, gravar este episódio foi uma ótima oportunidade para refletir sobre um suporte que nós, na Hamlet, obviamente achamos muito interessante - tanto que, não só temos o nosso, como recomendamos aos nossos clientes que façam o mesmo. Obviamente há um investimento de tempo e de recursos envolvido - e falamos dele no episódio. Mas, na nossa experiência de 100 episódios, o retorno é largamente compensador. Muito obrigado, Inês Simas, pela generosidade com que conduziu esta conversa. Oiça o podcast e descubra: As várias boas razões para a sua empresa ter um podcast, já O segredo da longevidade: como conseguir que o seu podcast chegue aos 100 episódios – e mais além Como simplificar a produção do seu podcast, de modo a não ter desculpas para o continuar a adiar Como medir o desempenho do seu podcast. Quais métricas são importantes e quais não A resposta para a pergunta "o podcast é um canal saturado ou ainda há espaço para o seu?" Sobre o convidado: Perfil de Jayme Kopke no LinkedIn Site da Hamlet Perfil da Hamlet no LinkedIn Empresas mencionadas: Leo Wunderman Podcasts recomendados: Walking Meeting The Tim Ferriss Show The GaryVee Audio Experience Hidden Brain Hope Is a Verb Lifeworlds Livros recomendados: Rory Sutherland - Alchemy Jim Highsmith, Linda Luu e David Robinson - EDGE: Value-Driven Digital Transformation Artigos recomendados para a criação de um podcast: Vai lançar um podcast para a sua empresa? 10 pontos a definir antes do primeiro episódio Como criar um podcast para a sua empresa B2B – em 8 passos Ferramenta de edição de vídeo por AI recomendada: OpusClip Para continuar a acompanhar-nos e ficar em dia com a comunicação de marketing B2B, vá ao no nosso blog e subscreva a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no Instagram e Facebook.

#99 - Como criar experiências digitais que as pessoas querem mesmo viver – com Carolina Rosa e Pedro Centieiro 07 May 2025

Diz o Gary Vaynerchuk que todos os negócios deveriam transformar-se em empresas de media. Se é assim, convém estarmos atentos ao que fazem essas empresas para atrair e envolver as suas audiências. Por exemplo, num canal de televisão, uma ferramenta central para esse envolvimento é a interação em tempo real dos telespectadores com o que vêem, através de plataformas digitais. Estamos a falar, neste caso, de ferramentas construídas para grandes audiências, muito diferentes das que podem ser úteis à típica empresa B2B. Mas, como a natureza humana não muda, os mecanismos que geram o envolvimento são os mesmos. Que mecanismos são esses? E como podem ser usados por empresas de todos os tamanhos? Para nos ajudar a responder, ninguém melhor do que os convidados deste episódio: a Carolina Rosa e o Pedro Centieiro, da Magycal, empresa que concebe e implementa plataformas com as quais interagem, diariamente, milhares de telespectadores. Ouça o episódio e descubra: Como fazer a sua audiência passar da atenção à ação Como criar comunidades digitais verdadeiramente ativas Como usar os dados para gerar engagement em tempo real Como fugir à dependência exclusiva das redes sociais no seu marketing O ingrediente que permite mesmo a uma pequena empresa chegar com facilidade a grandes clientes Sobre os convidados: Perfil da Carolina Rosa no LinkedIn Perfil do Pedro Centieiro no LinkedIn Site da Magycal Perfil da Magycal no LinkedIn Perfil da Magycal no Instagram Perfil da Magycal no Facebook Projeto Viva Ronaldo Pessoa mencionada: Gary Vaynerchuk Empresas, marcas e instituições mencionadas: Universidade Nova de Lisboa Waze Betano Canal Panda Portugal TVI Reality OPTO SIC CNN Portugal SIC Notícias Big Brother Sport TV Livros recomendados: Ed Catmull e Amy Wallace - Criatividade BJ Fogg e Dean Eckles - Mobile Persuasion Great Mondays - Josh Levine The Coming Wave - Mustafa Suleyman The Design of Everyday Things - Donald Norman Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#98 - Quem escolhe quem? A nova guerra por talentos - com Lucia Cardoso Pereira 16 Apr 2025

Neste episódio voltamos a um tema que é um dos grandes desafios que as empresas enfrentam nos nossos dias: recrutar e fidelizar o melhor talento. O mercado de trabalho tem mudado muito, a um ritmo que não parece que vá abrandar no futuro próximo, e é preciso todos os dias encontrar novas formas de lidar com este desafio. Para nos ajudar a entender este assunto, tivemos o prazer de conversar com a Lucia Cardoso Pereira, da Adecco Portugal. À frente do marketing de uma empresa líder na área de Recursos Humanos, a Lucia conta-nos para onde estão a evoluir as relações entre as empresas e o talento, e também para nos falar de algumas das abordagens inovadoras que a Adecco tem experimentado na atração e retenção de colaboradores. Ouça o episódio e descubra: Como a inteligência artificial impacta no recrutamento e na produtividade Quais são as estratégias de employer branding que realmente funcionam Qual o papel das lideranças na adaptação às mudanças tecnológicas Por que a confiança, a autenticidade e a segurança psicológica são hoje ativos estratégicos Como usar o TikTok como ferramenta de recrutamento - e que benefícios adicionais podem vir disso Sobre a convidada: Perfil do Lucia Cardoso Pereira no LinkedIn Site da Adecco Portugal Perfil da Adecco Portugal no LinkedIn Ferramenta de aplicação mencionada: CV Maker Estudo mencionado: Global Workforce of the Future Livro recomendado: Simon Sinek - Leaders Eat Last Podcasts recomendados: Menos Gente Chata no Trabalho (Adecco) WorkLife Marketing por Idiotas On Purpose Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#97 - Pilotar aviões, pilotar empresas: descubra as semelhanças - com José Correia Guedes 19 Mar 2025

O que terá um líder empresarial a aprender com um piloto de aviões? Basicamente, tudo. Um avião de grande porte é como uma empresa. Em cada voo, o que está nas mãos do piloto não são apenas ativos de enorme valor financeiro, mas as vidas de centenas de pessoas. Mais ainda do que nas empresas, tomar as decisões certas, às vezes sob extrema pressão, é literalmente uma questão de vida ou morte. E, para nos explicar o quanto um piloto tem a ensinar sobre liderança, tomada de decisões ou comunicação, ninguém melhor do que o Comandante José Correia Guedes. O piloto mais mediático de Portugal não é apenas uma referência na sua profissão. Depois de uma brilhante carreira na TAP, reinventou-se como um irresistível contador de histórias, que partilha generosamente em livros, programas de televisão ou nas redes sociais. É um privilégio tê-lo também aqui como convidado. Ouça o episódio e descubra: De onde vem o fascínio que a profissão de piloto exerce sobre tantas pessoas O que faz da competência emocional – a capacidade de lidar com as próprias emoções e as dos outros – um requisito tão importante, para um piloto, como a competência técnica Como um piloto lida com o erro – e que técnicas usam para os evitar Como se pode treinar a capacidade de lidar com a certeza e os imprevistos Que lições de liderança e trabalho em equipa podemos ir buscar ao cockpit de um avião As lições de quem transformou as suas histórias profissionais num ativo de comunicação Sobre o convidado: Perfil do José Correia Guedes no Facebook, Instagram, X e LinkedIn Livro O Aviador Organizações mencionadas: TAP Boeing Airbus Lockheed Martin Lufthansa Hospital Português da Bahia Leya Conceito mencionado: Cockpit Resource Management Livro recomendado: Amor Towles - Mesa Para Dois Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#96 - Como alinhar marketing, vendas e operações para transformar estratégia em resultados - com Hernâni Lopes Andrés 05 Mar 2025

Conheci o Hernâni Lopes Andrés quando ele estava na Cegid – onde ocupou muitas posições de relevo – e a Hamlet preparava a comunicação da HeraPrime, que tem a Cegid como parceiro estratégico. Nessa primeira interação, lá em 2023, ficou claro que tínhamos bastante afinidade na maneira como vemos o marketing, a comunicação e o trabalho de casa que as empresas precisam fazer para que tudo isso funcione. Nasceu aí a vontade de aprofundar estes temas, falando de estratégia (não só de marketing e de comunicação, mas de negócio) e da articulação entre marketing e vendas em torno de objetivos comuns. Foi o que fizemos neste episódio. Alinhar marketing, vendas e operações não é apenas uma boa prática — é o que distingue as empresas que realmente entregam resultados. Por isso, esta é uma conversa que vale a pena ouvir. Ouça o episódio e descubra: Como evitar a clássica guerra interna entre equipas de marketing e vendas Métricas e indicadores que ajudam a unir departamentos A importância de CRMs e dados partilhados para manter a confiança Estratégias para promover a colaboração e a transparência Por que a aprendizagem contínua faz a diferença no alinhamento Sobre o convidado: Site e LinkedIn da Build Up Value Perfil do Hernâni Lopes Andrés no LinkedIn Organizações e pessoa mencionadas: Cegid⁠ ⁠Associação Portuguesa de Business Intelligence⁠ ⁠Kofi Annan Fontes de dados recomendadas: World Economic Forum Deloitte, KPMG, PwC e EY Pordata Banco de Portugal Estudo recomendado: The Future of Jobs Report 2025 Podcast recomendado: O CEO é o limite Documentário recomendado: Capitalismo Americano: O Culto da Riqueza Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#95 - Como recrutar os melhores mesmo num setor em pleno emprego - com Carla Madeira e Marco Teixeira 12 Feb 2025

Quando falamos em marketing, normalmente estamos a pensar em estratégias para atrair e fidelizar clientes. Mas cada vez mais empresas descobrem que também têm de atrair e fidelizar um outro bem escasso: bons colaboradores. Isto é sentido de forma especialmente aguda nas empresas de tecnologia, e com ainda mais razão quando o próprio negócio é recrutar profissionais e equipas não para a própria empresa, mas para os clientes. É o que acontece na unidade de negócio de outstaffing da Axians, cujos responsáveis, a Carla Madeira e o Marco Teixeira, temos como convidados neste episódio. Como lidam com esse permanente desafio de atrair e reter os melhores profissionais de IT é um dos temas de que tratamos nesta conversa. E, como é um tema que acaba por dizer respeito a todas as empresas, este é um episódio em que todos temos muito a aprender. Ouça o episódio e descubra: O que é a “jornada do colaborador” e o que torna importante conhecê-la e planeá-la O papel da felicidade organizacional na atração dos melhores – e como cultivá-la Como criar um sentimento de pertença mesmo num contexto de trabalho remoto Como transformar comportamentos desejados pela liderança numa verdadeira cultura de empresa Como o trabalho remoto tornou ainda maior o desafio de recrutar os melhores Como tornar tangíveis para os colaboradores conceitos abstratos como os valores ou a cultura da organização Sobre os convidados: Site, LinkedIn e Instagram da Axians Perfil da Carla Madeira no LinkedIn Perfil do Marco Teixeira no LinkedIn Livros recomendados: Jurgen Appelo – iderando Para A Felicidade: Jogos, Ferramentas E Práticas Para Motivar Qualquer EquipeSobre Tudo e Sobre Marketing Caroline Cintra e Gabriela Guerra – Juntas: O Poder da Liderança Compartilhada nos Negócios Autora recomendada: Maria Montessori Podcast recomendado: O CEO é o limite Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#94 - “Na venda automóvel, o primeiro contacto é quase sempre digital” - com Jorge Queirós 22 Jan 2025

O setor automóvel está a passar por transformações profundas e muito rápidas, que exigem dos responsáveis pelo marketing e pelas vendas uma grande capacidade de adaptação. E foi essa capacidade, justamente, que o convidado deste episódio desenvolveu ao longo de uma carreira em que passou por áreas muito diferentes: o jornalismo, a publicidade, o marketing desportivo e, finalmente, a distribuição automóvel. Nesta conversa, o Jorge Queirós fala-nos dos enormes desafios de um setor em convulsão, e explica-nos como, enquanto diretor de marketing da Cardan, os está a superar. Ouça o episódio e descubra: Onde encontrar inspiração quando precisa desbravar uma área de negócio que não conhece Quais são as vantagens de passar por vários setores diferentes ao longo da carreira Que desafios a transição energética traz para o marketing automóvel, para o processo de venda e para o próprio negócio Como as forças de vendas se devem adaptar para responder aos desafios dessa transição O que torna o digital, hoje, o canal mais crítico para a venda automóvel, e como ele se articula com a experiência presencial O que torna a comunicação através das redes sociais especialmente desafiante no caso do setor automóvel Quais são as estratégias específicas para a venda às empresas no setor automóvel Sobre o convidado: Site, LinkedIn, Facebook eInstagram da Cardan Perfil no LinkedIn Instituições mencionadas: IPAM: Marketing Business School Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) Moreirense FC SL Benfica Sporting CP Premier League NBA Empresas mencionadas: hôma Tesla Media mencionado: Turbo Podcast recomendado: Sobre Tudo e Sobre Marketing Série e filme recomendados: Valley of The Boom The Founder Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nossoblog e ao subscrever aNewsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também noLinkedIn.

#93 - "A inovação não surge do zero. Surge das necessidades dos clientes" - com Miguel Soares 08 Jan 2025

É daquelas histórias de sucesso que nos deixam de queixo caído. Uma loja de informática de Famalicão, gerida por um jovem que começou por vender (sem muito sucesso) relógios de ponto, poucos anos depois é uma empresa que desenvolve e vende para o mundo inteiro equipamentos sem os quais, hoje, já não saberíamos viver. Essa é a história da Partteam – hoje uma referência mundial na produção de quiosques multimédia. O seu fundador, Miguel Soares, revela-nos neste episódio os ingredientes desse sucesso. Por um lado, a inovação contínua, sempre focada nas necessidades do cliente. Mas também a aposta, desde o primeiro dia, no marketing digital – sobre o qual partilha connosco algumas das lições que foi aprendendo. Ouça o episódio e descubra: Como partir das necessidades dos clientes para inovar em série Como evitar que as suas inovações cheguem ao mercado antes da hora Por que não deve perder de vista o utilizador final, mesmo quando não é ele o seu cliente Como ganhar clientes no mundo inteiro usando exclusivamente o digital Qual é o problema, no marketing digital, de ter mais olhos que barriga Com que frequência e a que horas deve publicar nas mídias sociais Como transformar o gosto pela inovação numa cultura transversal a toda a empresa Sobre o convidado: Site da PARTTEAM Perfil da PARTTEAM no LinkedIn Perfil no LinkedIn Instituição mencionada: Universidade do Minho Empresas mencionadas: Centro Comercial Colombo Águas de Portugal Pessoas mencionadas: Steve Jobs Steve Wozniak Matilde Campilho Livros recomendos: Simon Sinek – Start With Why Ricardo Costa - A Felicidade É Lucrativa Episódios de Marketing Business-To-Business: o podcast mencionados: #81 - A felicidade mede-se. E torna as empresas mais rentáveis - com Georg Dutschke #23 - "A felicidade é lucrativa" - com Ricardo Parreira Para continuar a acompanhar-nos vá ao ⁠⁠site da Hamlet⁠⁠ e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso ⁠⁠blog⁠⁠ e ao subscrever a ⁠⁠Newsletter B2B da Hamlet⁠⁠. Siga-nos também no ⁠⁠LinkedIn⁠⁠.

#92 - "Na adoção da inteligência artificial, Portugal está a ficar para trás” - com Diana Silva 18 Dec 2024

De uns anos para cá, toda a gente fala em transformação digital. Mas será que no dia-a-dia das empresas ela está mesmo a acontecer? A que ritmo? E com que impactos concretos? Ninguém melhor para saber as respostas do que a convidada deste episódio. Diana Silva responde pelo Marketing para Portugal, África e Península Ibérica da Cegid – o grupo que é líder mundial em soluções de gestão baseadas na cloud e que, desde 2022, tem a gama Primavera no seu portfolio. Como tal, a Diana está numa posição privilegiada para avaliar até que ponto a tecnologia está mesmo a transformar a vida das empresas, e onde poderia transformar mais. Ouça o episódio e descubra: Como gerir o seu orçamento de marketing de modo a que não faltem recursos quer para gerar leads, quer para fortalecer a marca De que formas concretas a IA já está a mudar as empresas portuguesas Como a IA está a transformar, por exemplo, os processos de recrutamento de novos colaboradores Como as empresas podem incentivar as suas equipas a adotar mais rapidamente a IA Qual é o maior erro que se pode cometer na adoção da IA Sobre a convidada: Site da Cegid Perfil da Cegid no LinkedIn Site da Cegid Primavera Perfil da Cegid Primavera no LinkedIn Site do Cegid Pulse ERP Perfil no LinkedIn Empresas mencionadas: Deloitte Optimus Sonae ZON NOS PwC Portugal Google Facebook ChatGPT Pessoa mencionada: João Duque Livros recomendados: Simon Sinek - Start With Why Spencer Johnson - Quem Mexeu no Meu Queijo? Para continuar a acompanhar-nos vá ao ⁠site da Hamlet⁠ e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso ⁠blog⁠ e ao subscrever a ⁠Newsletter B2B da Hamlet⁠. Siga-nos também no ⁠LinkedIn⁠.

#91 - “A melhor estratégia para a inovação é ter coragem” - com Hugo de Sousa 10 Dec 2024

A palavra “inovação” tem qualquer coisa de paradoxal. Por um lado toda a gente se gaba de ser um praticante. Ao mesmo tempo, em muitas situações, quando falamos de inovação parece que estamos a falar de algo vagamente esotérico, fora do alcance do comum dos mortais. Entre um extremo e outro, felizmente há pessoas que sabem exatamente o que o termo significa, sem o banalizar mas também sem o mistificar, porque dedicam a sua carreira a esse tema. No caso da inovação, uma dessas pessoas é o Hugo de Sousa, com quem falamos neste episódio. Empreendedor, consultor, professor e keynote speaker muito requisitado, o Hugo tem uma abordagem muito concreta e sistemática da inovação e sabe como tirá-la do pedestal e pô-la no dia a dia das empresas. E isto não podia ter ficado mais claro nesta conversa, cheia de insights e exemplos práticos, sobre o que torna a inovação tão importante e a maneira certa de a levar à prática. Ouça o episódio e descubra: O que é inovação – e o que não é, apesar de parecer Quais são os sintomas do “narcisismo organizacional” e o que fazer para os evitar Como decidir se a inovação é ou não crucial para a sua empresa R&D e inovação: qual é a diferença? Como encontrar o equilíbrio entre a eficiência no presente e a procura de novas oportunidades para o futuro O que torna o marketing estratégico uma componente essencial dos processos de inovação Sobre o convidado: Site da OpenMinds.AI Perfil da OpenMinds.AI no LinkedIn Site da Mars Shot Perfil da Mars Shot no LinkedIn Perfil no LinkedIn Conceito mencionado: New Product Vitality Index Plataformas de AI mencionadas: ChatGPT Gemini Copilot Empresas mencionadas: BearingPoint Capita Kaizen Institute Amazon DIGI Portugal SONAE A Padaria Portuguesa Pingo Doce Galp Tesla Apple Xerox Delta Ventures Nokia Blockbuster Tupperware Blockchain SAP Siemens BPI Cofidis Instituições mencionadas: Nova SBE Estado-Maior-General das Forças Armadas UnternehmerTUM - Center for Innovation & Business Creation Pessoas mencionadas: Rory Sutherland Steve Jobs Peter Drucker Pedro Passos Coelho João Colaço de Freitas Clayton Christensen Série mencionada: Mad Men Livros recomendados: Eric Ries - The Lean Startup Jim Collins - De Bom a Excelente Tendayi Viki - Corporate Startup: How Established Companies Can Develop Successful Innovation Ecosystems Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn.

#90 - E o Black Friday, quem diria, chegou também ao B2B - com Jérôme Amoudruz 27 Nov 2024

À primeira vista, o tema deste episódio não parece nada óbvio para um podcast sobre marketing business-to-business: à partida o Black Friday remeteria apenas para o mundo das promoções ao consumidor. Só que já não é assim. O fenómeno ganhou uma tal dimensão, tornou-se tão importante no calendário das empresas e das pessoas, que não poderia de contagiar também os negócios B2B, que cada vez mais usam a data como uma ferramenta para acelerar as vendas. E é para falar dessa dimensão business-to-business do Black Friday – e não só – que estivemos à conversa com o Jérôme Amoudruz, CEO da BlackFriday.pt: uma plataforma de promoções cujo nome diz tudo. E que é a primeira plataforma inteiramente dedicada às ofertas do Black Friday no mercado português. Ouça o episódio e descubra: Como surgiu e evoluiu o Black Friday, como se espalhou pelo mundo inteiro e que dimensão já tem em Portugal Como o Black Friday pode ser usado para acelerar vendas ou conseguir outros objetivos de negócio em mercados business-to-business Com que critérios decidir saber se faz sentido, para a sua empresa B2B, associar-se ao Black Friday Quais são os fatores decisivos para tirar partido do Black Friday, e quais os erros a evitar Como aproveitar o Black Friday para acelerar a transformação digital da sua empresa Sobre o convidado: Site da BlackFriday.pt Perfil da BlackFriday.pt no LinkedIn Site da Cyber Monday Portugal Site do BRSL Group Perfil do BRSL Group no LinkedIn Perfil no LinkedIn Emails: j@brslgroup.com e j@blackfiday.pt Empresa mencionada: SumUp Livro recomendado: Jeff Walker - A Fórmula do Lançamento Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn.

#89 - "Entre o negócio e o empreendedor, escolho sempre o empreendedor" - com André Vieira de Castro 05 Nov 2024

Neste episódio abordamos um tema que, de certa forma, está na origem de tudo o que nos interessa neste podcast – não só o marketing, mas tudo o que diz respeito à vida das empresas. Trata-se do empreendedorismo: aquela atitude que algumas pessoas têm, ou cultivam, e sem a qual não haveria empresas, negócios ou marketing para criar empregos e riqueza. E ninguém melhor para conversarmos sobre isto do que um empreendedor reincidente como o André Vieira de Castro. Uma pessoa que não sabe estar quieta, mas que não se contenta em fazer acontecer. Tem também uma grande capacidade de refletir sobre o que faz. É dessa experiência muito autoconsciente de empreendedor, de empresário e de gestor que fomos beber nesta conversa. Ouça o episódio e descubra: O segredo para tornar pequenos os problemas da sua empresa O que torna a jornada do comprador diferente para cada setor de atividade, e por que é importante conhecê-la O “erro” da Bíblia e a sua consequência para conduzir as relações pessoais O que se deve sempre levar para uma reunião para que dê bons resultados Como fomentar o empreendedorismo na sua organização Uma boa prática para lidar com as pessoas que saem da sua empresa Sobre o convidado: Site da Not Guilty Perfil da Not Guilty no LinkedIn Site da Casa Grande Site do Futebol Clube de Famalicão Perfil do Futebol Clube de Famalicão no LinkedIn Perfil no LinkedIn Evento mencionado: SIAL Paris Empresas mencionadas: Vieira de Castro Continental Arga Tintas Unilever Lojas POUPEURO Instituições mencionadas: European Council of the Paint, Printing Ink, and Artist’s Colours Industry (CEPE) AESE Business School PortugalFoods IPAM: Marketing Business School Faculdade de Economia da Universidade do Porto Associação Empresarial de Portugal Pessoa mencionada: Paulo Rangel Livros recomendados: Hans Rosling - Factfulness Yuval Noah Harari - Nexus Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn.

#88 - “A necessidade de compra é lógica, mas a decisão é emocional.” - com José Carlos Pereira 15 Oct 2024

Não é esquisito? Embora ninguém ponha em causa que o objetivo de qualquer atividade de marketing é gerar vendas, para muitos é possível fazer toda uma carreira na área sem nunca aprofundar o tema das vendas propriamente ditas. Aqui no podcast não queremos alimentar este divórcio. Por isso, desta vez trazemos para a conversa alguém que não apenas está muito à vontade com as vendas, mas que as vê como um processo de que o marketing é indissociável. Falamos do José Carlos Pereira: consultor, empreendedor, vice-presidente da Associação Portuguesa para a Qualidade e autor do livro “Chegar e Vender” – sobre o qual girou muito da conversa neste episódio. Ouça a conversa e descubra: De onde vem o divórcio entre marketing e vendas, que se verifica em tantas empresas, e como evitá-lo Como usar os conteúdos digitais para que os clientes venham bater à sua porta, em vez de ser você a bater às deles Como é o típico processo de compra B2B na era digital e como fazer com que funcione a seu favor Como construir um contexto de comunicação que permita aumentar a sua taxa de conversão, diminuir o tempo de fecho e ainda cobrar mais pelos seus produtos e serviços O que são Customer Performance Indicators, e como usar este e outros indicadores para aumentar a integração e a eficácia dos departamentos de marketing e vendas Sobre o convidado: José Carlos Pereira - Chegar e Vendar Site da AURAXADV Perfil da AURAXADV no LinkedIn Site da Associação Portuguesa para a Qualidade Perfil da Associação Portuguesa para a Qualidade no LinkedIn Perfil no LinkedIn Instituições mencionadas: Associação Empresarial de Portugal Banco Mundial Empresas mencionadas: Grupo Bertrand Círculo Contraponto Editores Pessoas mencionadas: Rui Couceiro Marta Mesquita Jorge Cunha Livros recomendados: Robert Cialdini - Influência Dale Carnegie - Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas Jeffrey Gitomer - A Bíblia das Vendas Daniel H. Pink - Vender É Humano Neil Rackham - Spin Selling Jim Collins - De Bom a Excelente Podcasts recomendados: Huberman Lab Podcast The Diary Of A CEO with Steven Bartlett Marketing Business-to-Business: o podcast Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn.

#87 - Venda imobiliária: uma montanha russa de emoções - com Sylvia Motta Bozzo 18 Sep 2024

Nos últimos anos, o imobiliário tornou-se um dos motores importantes da economia portuguesa, espelhando mudanças que afetam toda a sociedade. É um setor interessante para quem está no B2B por várias razões. Comprar e vender imóveis é um negócio complexo, com componentes racionais e emocionais fortes. E envolve toda uma cadeia de intervenientes, dos particulares aos profissionais, com os marketplaces digitais numa posição cada vez mais central. Como marketing manager de dois dos mais importantes desses marketplaces, o Imovirtual e a OLX, Sylvia Motta Bozzo está numa ótima posição para nos dar um panorama sobre a evolução e os desafios do setor. Ouça a conversa e descubra: Que impacto teve a pandemia no setor imobiliário e quanto desse impacto permanece até hoje Como equilibrar a venda digital com a presencial num mercado em que o relacionamento humano ainda é tão importante Como se diferenciar num mercado tão competitivo como o imobiliário português Que papel podem ter os conteúdos editoriais no marketing imobiliário, tanto B2C como B2B Que métricas são importantes para gerar negócios imobiliários através de uma plataforma digital Sobre a convidada: Site da Prosus Site do OLX Group Site do Imovirtual Site da OLX Portugal Perfil da Prosus no LinkedIn Perfil do OLX Group no LinkedIn Perfil do Imovirtual no LinkedIn Perfil da OLX no LinkedIn Email do Imovirtual Perfil no LinkedIn Instituições mencionadas: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro Banco Central Europeu Empresas mencionadas: Rede Globo Disney Parks & Resorts Standvirtual Google Episódio mencionado do podcast: Na ementa da DIG-IN (antiga Zomato), os dados são o prato principal - com Nuno Fernandes Livros recomendados: Massimo Forte - Angariar Para Vender Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog. Siga-nos também no LinkedIn e Instagram.

#86 - Inovar: o “tempero secreto” da Casa Mendes Gonçalves - com Carlos Gonçalves 04 Sep 2024

Das muitas conversas que já tivemos neste podcast, esta foi sem dúvida das mais inspiradoras. Responsável por marcas de enorme sucesso no grande consumo, como a Paladin, o “Chief of Dream and Instability” da Casa Mendes Gonçalves tem também imenso a ensinar em matéria de estratégias de negócio e de marketing B2B. Ouvi-lo sobre a maneira como trabalha a distribuição, transforma os concorrentes em parceiros e consegue chegar ao mercado global a partir da Golegã, só por si, faz valer a pena o episódio. Falar com o Carlos Gonçalves não é só aprender sobre todos os ingredientes com que construiu uma empresa extraordinária: a aposta na inovação, a capacidade de entender o consumidor e o cliente, o cuidado com o ambiente e com a sociedade. É também um prazer, pela simpatia e generosidade com que partilha o muito que sabe. Ouça a conversa e descubra: Como vencer num mercado em que os concorrentes são muito maiores e têm mais recursos Como lidar com os erros e as falhas que surgem em qualquer processo de inovação Como estabelecer relações de parceria até com os seus concorrentes Como uma empresa de grande consumo pode ter ótimas relações com a distribuição, mesmo num contexto negocial que favorece as grandes cadeias Como adequar as suas estratégias de internacionalização às características dos diferentes mercados Como entrar na "liga dos campeões" do seu mercado mesmo quando não tem a mesma dimensão e os meios dos seus concorrentes Como fazer da sustentabilidade um fator decisivo para o sucesso da empresa Como criar uma cultura que já não dependa das qualidades e das características do fundador Sobre o convidado: Site da Casa Mendes Gonçalves Perfil da Casa Mendes Gonçalves no LinkedIn Perfil no LinkedIn Marcas mencionadas: Paladin Dona Pureza Peninsular Instituição mencionada: Fundação Mendes Gonçalves Conceito mencionado: Agricultura regenerativa Documentários e filmes recomendados: Kiss the Ground Common Ground Life in Syntropy Livros recomendados: Felipe Pasini e Dayana Andrade - Vida em Sintropia Frederic Laloux - Reinventing Organizations Para saber mais sobre marketing e comunicação B2B, subscreva a newsletter Universidade B2B, da Hamlet. Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog. Siga-nos também no LinkedIn e Instagram.

#85 - Marca pessoal, marca empresarial. Como fazer com que trabalhem juntas - com Maria Duarte Bello 28 Aug 2024

Se há uma tecla em que temos martelado ao longo dos 80 e tantos episódios deste podcast, é a importância das marcas. E fazemos isto porque muitas empresas B2B ainda não despertaram para o poder de uma marca bem trabalhada como acelerador de vendas e de crescimento. Mas desta vez conversamos sobre um tipo específico de marca que também pode cumprir uma função muito importante na relação entre as empresas: a marca pessoal, um tema que já abordamos em episódios anteriores. Convidamos para este episódio Maria Duarte Bello, que é mentora, autora e coach, e tem dedicado a sua carreira a ajudar os líderes empresariais, e não só, a serem melhores líderes e pessoas e a deixarem a sua marca.Ouça o podcast e descubra: Como construir a sua marca pessoal “by design” As vantagens e contraindicações, para uma empresa, de os seus líderes terem uma marca pessoal forte Quem, dentro de uma empresa, deve se preocupar em trabalhar a sua marca pessoal Como um líder pode saber se já tem ou não uma marca pessoal forte Como uma marca pessoal forte impacta a capacidade de liderar não só fora mas dentro da organização O que faz com que ainda seja importante, em 2024, destacar o tema da liderança no feminino Sobre a convidada: Site da MDB – Coaching & Mentoring Perfil no LinkedIn Instituição mencionada: Universidad Complutense de Madrid Pessoas mencionadas: John Wayne Ronald Reagan Volodymyr Zelensky Steve Jobs Paula Amorim Cláudia Azevedo Rede social mencionada: LinkedIn Marcas mencionadas: Apple McDonald’s Empresa mencionada: SONAE Livros recomendados: Maria Duarte Bello – A Tua Marca Pessoal Maria Duarte Bello – Liderança no Feminino Podcast recomendado: Profiler Para saber mais sobre marketing e comunicação B2B, subscreva a ⁠newsletter Universidade B2B⁠, da Hamlet. Para continuar a acompanhar-nos vá ao ⁠site da Hamlet⁠ e fique em dia com a comunicação marketing B2B no nosso ⁠blog⁠. Siga-nos também no ⁠LinkedIn⁠.

#84 - Como (não) vender os seus serviços a um banco – com Nuno Fórneas 22 Aug 2024

O convidado deste episódio de Marketing business-to-business: o podcast tem um percurso muito interessante. Depois de um início de carreira na banca, durante muitos anos ajudou tecnológicas como a Novabase ou a Glintt a crescer. Ao regressar ao setor financeiro, tem a vantagem de uma dupla perspectiva. Ao fim de anos a vender tecnologia, agora está na posição de comprador. E, por isso, sabe como ninguém o que funciona e o que nem por isso, na venda desse tipo de serviços. Mas a experiência do Nuno Fórneas – CIO e membro do board do Banco CTT – não se aplica apenas à venda de tecnologia. Se o seu negócio é vender qualquer tipo de serviços a empresas, tem tudo a ganhar em ouvir esta conversa. Quando é que não ficou a ganhar, aliás, ao ouvir o desabafo de um cliente? Ouça o episódio e descubra: Em que situações a tecnologia piora, em vez de melhorar, a experiência do cliente, e como evitar que seja assim O papel que pode ter o CIO na orientação para um modelo organizacional mais centrado no cliente Quanto pesa a marca na relação de um banco com os seus clientes Com que critérios deve escolher a sua consultora tecnológica para que um projeto corra bem O que uma consultora tecnológica deve fazer (ou evitar fazer) para entrar na shortlist de um potencial cliente O segredo para que a conversa inicial com um comprador de tecnologia corra bem. Sobre o convidado: Perfil no LinkedIn E-mail: nuno.forneas@gmail.com Perfil do Banco CTT no LinkedIn Site do Banco CTT Empresas mencionas: NovaBase Glintt Livros recomendados: Managing the Professional Service Firm, de David Maister Start with why, Simon Sinek The Four, de Scott Galloway Para saber mais sobre marketing e comunicação B2B, subscreva a newsletter Universidade B2B, da Hamlet. Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação marketing B2B no nosso blog. Siga-nos também no LinkedIn.

#83 - Para uma PME, a tecnologia deve ser um investimento, não um custo - com Marisa Poço, Carlos Couto e Paulo Lobo 07 Aug 2024

Num setor em que todos os concorrentes parecem iguais, os fundadores da HeraPrime diferenciam-se com uma promessa clara: através da tecnologia, simplificar a vida das PME portuguesas. E, neste episódio, gravado em 2024, explicam o que tem sido decisivo para isto acontecer. Embora seja um dos mais dinâmicos da economia portuguesa, o setor das tecnologias de informação não é dos que melhor comunica. A impressão é que todas as empresas de TI são iguais. Não há muitas que se preocupem em estabelecer um posicionamento de marca claro e diferenciador, que ajude o potencial cliente a escolher um parceiro tecnológico em vez de qualquer outro. Mas felizmente há exceções. Neste episódio falamos com os sócios de uma consultora tecnológica que escolheu um caminho diferente – e isto desde o lançamento. A HeraPrime surgiu da fusão de duas empresas que já tinham um percurso no mercado e que, quando decidiram juntar-se, foi para ganharem não só outra dimensão, mas também uma marca forte, com um posicionamento muito bem definido. A união de marketing e tecnologia. É sobre o trabalho de construção desse posicionamento - do qual a Hamlet teve o privilégio de participar – que conversamos com a Marisa Poço, o Carlos Couto e o Paulo Lobo, da HeraPrime. Ouça o episódio e descubra: Estratégias de marketing e de tecnologia A diferença entre decidir com a intuição ou com dados – e como dispor desses dados no dia-a-dia Como fazer com que a tecnologia que deveria simplificar a vida da sua PME não seja, ela própria, um fator de complicação Como fazer com que a tecnologia seja um verdadeiro investimento – que produz resultados – em vez de mais um custo Como evitar que a adoção de diferentes tecnologias resulte numa manta de retalhos – mas sim num conjunto integrado que simplifica a vida da empresa como um todo Como garantir a estabilidade e a capacidade de adaptação da sua empresa mesmo num contexto de mudança acelerada Como uma PME pode aplicar ferramentas como a AI no dia-a-dia – e que cuidados deve ter ao fazê-lo Como medir o retorno da adoção tecnológica na sua PME e qual é o KPI mais decisivo para isso Sobre os convidados: Perfil de Carlos Couto no LinkedIn Perfil de Marisa Poço no LinkedIn Perfil de Paulo Lobo no LinkedIn Perfil da HeraPrime no LinkedIn Site da HeraPrime Livros recomendados: Chris Voss - Negocie Como Se a Sua Vida Dependesse Disso John Kotter e Holger Rathgeber - O Nosso Icebergue Está a Derreter Erin Meyer e Reed Hastings - A Regra é Não Ter Regras Miguel Pina e Cunha, Arménio Rego e Carlos Cabral-Cardoso - Teoria da Organização e Gestão - Uma perspetiva histórica Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet. Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.

#82 - Marketing automóvel: como gerar resultados num contexto de incerteza - com Sebastião Serrasqueiro 05 Aug 2024

Este é o segundo episódio, em 2 meses, que dedicamos à indústria automóvel. No episódio com o Pedro Fernandes, da SIVA, expliquei o que torna este setor tão interessante para o marketing B2B: a compra de um carro, mesmo quando feita por um particular, é sempre parecida com a típica compra empresarial. Com estas características, a compra automóvel não podia ficar imune aos impactos de duas grandes mudanças A revolução digital, que afeta todos os aspectos das nossas vidas. E a transição para as motorizações elétricas, que cria um contexto de grande incerteza. Que impactos são esses, e que consequências têm para o marketing automóvel, ninguém melhor para nos explicar do que o Sebastião Serrasqueiro, Digital Marketing Director da Astara Portugal – onde responde por marcas como a Kia, a Mitsubishi, a Piaggio e outras. Num contexto em que os canais de acesso ao ao cliente não param de mudar, o Sebastião sabe que as abordagens inovadoras e criativas não são opcionais. Ouça o episódio e descubra: os desafios da adaptar a comunicação de uma marca a diferentes geografias como tirar partido da flexibilidade do digital para comunicar a sua marca de forma mais certeira como usar os influenciadores digitais na sua comunicação e quais os erros que deve evitar como conciliar os objetivos de marketing de curto prazo (performance, geração de leads) com os de longo prazo (construção de marca) como conduzir o seu marketing contexto de rápida mudança e grande incerteza – como é o da transição energética como se diferenciam, no marketing automóvel, as abordagens ao cliente empresarial e ao particular que redes sociais a sua marca deve usar para chegar aos decisores das empresas, especialmente os das PME Sobre o convidado: Perfil do LinkedIn Perfil da Astara no LinkedIn Site da Astara Projetos mencionados: BS Cool art no Instagram Site do BS Cool art Empresas e marcas mencionadas: BBVA Leaseplan Grupo Salvador Caetano Guerin Aiways Tesla Australian Open Kia Mitsubishi Piaggio Episódios antigos mencionados: #78 – Pós-venda: Quando o serviço já é marketing (e vice-versa) – com Pedro Fernandes (hamlet.com.pt) Para saber mais sobre marketing e comunicação B2B, subscreva a newsletter Universidade B2B, da Hamlet. Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação marketing B2B no nosso blog. Siga-nos também no LinkedIn.

#81 - A felicidade mede-se. E torna as empresas mais rentáveis - com Georg Dutschke 01 Aug 2024

Nos últimos anos, temas como a “felicidade organizacional” ou o “propósito” entraram na moda. Algumas empresas até passaram a ter “Happiness Managers” – o que certamente faz sentido, num contexto em que atrair e reter colaboradores é cada vez mais difícil. E o salário é apenas um dos fatores tidos em conta quando se escolhe uma empresa para trabalhar. Mas, para lá da moda, será que incorporar a felicidade ou o propósito na cultura da empresa se traduz realmente em melhores resultados? O nosso convidado Georg Dutschke, professor e investigador, não tem qualquer dúvida. Os números que foi recolhendo na última década mostram que, quando a aposta nestes temas é real, o retorno que geram é muito concreto. Propósito e felicidade rimam com rentabilidade. E isto é ainda mais verdade nas PME do que nas grandes empresas. Ouça-o e descubra: O que é a felicidade organizacional e como se pode medir Como transformar a felicidade e o propósito organizacional numa ferramenta de gestão O que significa pensar a cultura da empresa de forma estratégica – e para que serve De que forma ter uma cultura de propósito torna as empresas mais rentáveis Propósito e responsabilidade social: qual é a diferença? Como distinguir um propósito organizacional genuíno do "purpose-washing" Que empresas portuguesas são bons exemplos nos temas da felicidade e do propósito organizacional Sobre o convidado: Perfil do LinkedIn Perfil da Happiness Works Portugal no LinkedIn Site da Happiness Works Portugal E-mail: dutschke@uatlantica.pt Livros mencionados: Can't Sell Won't Sell, de Steve Harrison Gestão Descontraída, mas Profissional, de Ricardo Parreira livro Felicidade Organizacional - Organizações felizes são mais sustentáveis, de Georg Dutschke e Álvaro Lopes Dias Happiness: Lessons from a New Science, de Richard Layard Humanizar as Organizações - Novos sentidos para a gestão de pessoas, de Helena Águeda Marujo, Luís Miguel Neto e Mário Ceitil Projetos mencionados: Happiness Works Portugal no LinkedIn Purpose Lab no LinkedIn Empresas mencionadas: Nestle Delta McDonald's Câmara Municipal de Oeiras Rotários PHC Quilaban Staples Jaba Recordati Samys Episódios antigos mencionados: #23 – “A felicidade é lucrativa” – com Ricardo Parreira #31 – Os 4 pilares do marketing B2B – segundo Rogério Canhoto Para saber mais sobre marketing e comunicação B2B, subscreva a newsletter Universidade B2B, da Hamlet. Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog. Siga-nos também no LinkedIn.

#80 - Como construir uma marca pessoal poderosa e fazer dela um ativo para a sua empresa - com Sandra Alvarez 24 Jul 2024

Sandra Alvarez constrói a sua própria visibilidade enquanto thought leader aplicando os mesmos princípios que tem em conta para as marcas com que trabalha. Nesta conversa, a diretora-geral da PHD, que é também docente universitária, co-autora de 3 livros e mãe de família numerosa explica-nos as vantagens, os custos e as razões de sucesso da sua estratégia. Quem já ouviu alguns dos episódios deste podcast sabe que há alguns assuntos aos quais voltamos sempre: a criação da marca, a importância de ter um posicionamento diferenciador, de partilhar conhecimento e de usar o digital sem se limitar a ele. E voltamos porque são essenciais para o nosso tema central: como criar marcas B2B fortes para competir num mundo cada vez mais digital. Neste episódio falamos com uma profissional cuja trajetória é em si mesma uma verdadeira aula sobre todos estes tópicos. Trata-se da Sandra Alvarez, general manager da PHD Media, que, em paralelo com uma carreira de muito sucesso em empresas de referência, foi criando a sua própria marca enquanto “thought leader”. E fez isto construindo uma visibilidade baseada na partilha de conhecimento – através das plataformas digitais, mas também da publicação de livros, do ensino ou da vida associativa. É sobre as motivações e da estratégia por trás dessa marca pessoal que conversamos neste episódio. Ouça-o e descubra: que tem em comum a construção de uma marca pessoal e a marca de uma empresa ou produto que passos é preciso dar antes de começar a construir uma marca pessoal – ou qualquer outra marca em que medida a marca pessoal do gestor pode ser um ativo para a empresa, e como assegurar que seja assim que riscos e eventuais custos devem ser considerados nesta associação entre a marca pessoal e a da empresa como pôr a sua estratégia de conteúdos ao serviço da imagem pública que pretende projetar quando pode ser útil trazer para o palco a vida pessoal na construção da sua marca enquanto thought leader Como gerir o tempo quando é preciso conciliar a criação da marca pessoal com muitas outras atividades Como conseguir uma boa presença nos media digitais mesmo quando tem poucos recursos para investir Sobre a convidada: Perfil do LinkedIn Perfil da PHD Media no LinkedIn Site da PHD Media Pessoas Mencionadas: Carolina Afonso Brené Brown Livros mencionados: Ser Blogger, de Sandra Alvarez e Carolina Afonso Ser Digital, de Sandra Alvarez e Carolina Afonso Liderar, de Sandra Alvarez e Carolina Afonso Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie Para saber mais sobre marketing e comunicação B2B, subscreva a newsletter Universidade B2B, da Hamlet. Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog. Siga-nos também no LinkedIn.

#79 - Preparar marketeers que não se fechem nos seus gabinetes - com Arnaldo Coelho 23 Jul 2024

Nesta conversa com o professor e investigador da Universidade de Coimbra, conversamos sobre a formação dos profissionais de marketing, a mudança induzida pela tecnologia nos hábitos dos mais jovens e a melhor forma de “irrigar de marketing” todas as áreas da empresa. As empresas são feitas de pessoas. E a performance dessas pessoas depende, em boa medida, da formação que recebem. Será que é suficiente? Será que de facto prepara para a vida profissional – especialmente, porque este é o nosso tema, para atuar no marketing B2B? Aqui no podcast temos dedicado alguma atenção a este tema, trazendo convidados, especialmente da Universidade, que são referência na formação em marketing. É o caso do Arnaldo Coelho, professor da faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, onde se dedica, de forma apaixonada e carismática, à investigação e ao ensino do marketing e da gestão. Ouça o episódio e descubra: Em que medida os estudantes de marketing chegam bem preparados às empresas, e o que poderia ser feito para melhorar esta preparação O que uma empresa pode e o que não pode esperar de um recém-licenciado As principais dificuldades que os estudantes de marketing encontram no início da vida profissional e como mitigá-las que vantagens ou handicaps podem ter os jovens de hoje, com os seus novos hábitos tecnológicos, para se integrarem na vida profissional Em que medida faz falta, ou não, uma formação específica para o marketing B2B Como levar “gotinhas de marketing” a toda a empresa LINK DO EP Sobre o convidado: Perfil no LinkedIn Perfil da Faculdade de economia da Universidade de Coimbra no LinkedIn Site da Faculdade de economia da Universidade de Coimbra Nesta conversa com o professor e investigador da Universidade de Coimbra, conversamos sobre a formação dos profissionais de marketing, a mudança induzida pela tecnologia nos hábitos dos mais jovens e a melhor forma de “irrigar de marketing” todas as áreas da empresa. As empresas são feitas de pessoas. E a performance dessas pessoas depende, em boa medida, da formação que recebem. Será que é suficiente? Será que de facto prepara para a vida profissional – especialmente, porque este é o nosso tema, para atuar no marketing B2B? Aqui no podcast temos dedicado alguma atenção a este tema, trazendo convidados, especialmente da Universidade, que são referência na formação em marketing. É o caso do Arnaldo Coelho, professor da faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, onde se dedica, de forma apaixonada e carismática, à investigação e ao ensino do marketing e da gestão. Foi uma conversa em que falamos de formação, mas não só. Falamos também das eventuais vantagens ou handicaps da geração nativa digital. Ou sobre a importância de adotar uma perspectiva de gestão no marketing, e vice-versa. Ouça o episódio e descubra: Em que medida os estudantes de marketing chegam bem preparados às empresas, e o que poderia ser feito para melhorar esta preparação O que uma empresa pode e o que não pode esperar de um recém-licenciado As principais dificuldades que os estudantes de marketing encontram no início da vida profissional e como mitigá-las que vantagens ou handicaps podem ter os jovens de hoje, com os seus novos hábitos tecnológicos, para se integrarem na vida profissional Em que medida faz falta, ou não, uma formação específica para o marketing B2B Como levar “gotinhas de marketing” a toda a empresa LINK DO EP Livros mencionados: Marketing 3.0 - Do produto e do consumidor até ao espírito humano (Reimpressão), de Philip Kotler, Iwan Setiawan e Hermawan Kartajaya Marketing 4.0, de Philip Kotler, Iwan Setiawan e Hermawan Kartajaya Marketing 5.0 - Tecnologia para a Humanidade, de Philip Kotler, Iwan Setiawan e Hermawan Kartajaya Para saber mais sobre marketing e comunicação B2B, subscreva a newsletter Universidade B2B, da Hamlet. Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog. Siga-nos também no LinkedIn.

#78 – Pós-venda: Quando o serviço já é marketing (e vice-versa) – com Pedro Fernandes 12 Jul 2024

Separar o marketing entre B2B e B2C até pode ser útil para algumas finalidades. Desde que não percamos de vista que entre estes dois mundos há um contínuo, e que há fronteiras em que eles se entrelaçam. Considere o mercado automóvel, por exemplo. Mesmo quando feita por um particular, a compra de um carro é muito mais semelhante à "típica" transação business-to-business do que, por exemplo, a compra de um gelado ou de uma peça de roupa. Tendo alto valor, alto envolvimento e alto risco, tende a ser também uma decisão ponderada, com muitas considerações racionais e até um "grupo de compra", que é a família. Mesmo que fosse só por isso, já era altura de termos no podcast um convidado do setor automóvel. Mas o Pedro Fernandes tem ainda a vantagem de estar no pós-venda. Responsável pelo marketing e desenvolvimento de negócio desta área na SIVA, é a pessoa certa para nos desvendar um ecossistema particularmente complexo e interessante – que envolve não só os clientes, particulares ou empresas, como concessionários prestadores de serviço e colaboradores. Ouça o podcast e descubra: Como conquistar clientes quando o seu preço não pode ser o mais competitivo do mercado. Qual é a vantagem do marketing no pós-venda sobre o marketing que precede a venda, em qualquer setor de atividade, e como aproveitá-la Por que é importante adaptar a s suas métricas às características do seu negócio, e como fazê-lo no caso do pós-venda Como tecnologias como a IoT, presente por exemplo nos carros, cria novas fontes de dados sobre os clientes, e como o marketing pode usar esses dados. Como identificar a iminência de churn nos seus clientes e como evitar que aconteça Como tirar partido do pós-venda para estimular novas vendas Quais são os 3 vetores com que a SIVA garante a qualidade do seu serviço de pós-venda e até que ponto se aplicam à sua empresa. Sobre o convidado: Perfil no LinkedIn Perfil da SIVA no LinkedIn Site da SIVA Empresas mencionadas: Páginas Amarelas MEO Vodafone EDP Banco Privado Atlântico Phone House Volkswagen Audi Seat Cupra Skoda Bentley Lamborghini Documentários mencionados: Social Dilemma, disponível na Netflix Podcasts mencionados: Marketing Over Coffe, de John J. Wall The GaryVee Audio Experience, de Gary Vaynerchuk Livros mencionados: Influence the psychology of persuasion, de Robert Cialdini Contagious: How to build word of mouth in the digital age, de Jonah Berger Para saber mais sobre marketing e comunicação B2B, subscreva a newsletter Universidade B2B, da Hamlet. Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog. Siga-nos também no LinkedIn.

#59 – Da teoria à prática: como a empresa e a academia podem trabalhar juntas – com André Alves 08 Jul 2024

Há uma parte muito importante do ecossistema em que se movem as empresas, que é a Universidade. Não só porque dela depende a qualidade dos recursos humanos disponíveis, mas também por ser fonte de tanto conhecimento que pode ser transformado em riqueza. Será que as empresas tiram todo o partido que poderiam destes recursos? E a Universidade, por sua vez, tem feito a sua parte na aproximação ao “mundo real” da atividade económica? Para ter as respostas, fomos falar com quem conhece por dentro tanto a academia como o mundo das empresas. Docente e Brand and Digital Marketing Director da Católica Lisbon School of Business and Economics, André Alves é o convidado deste episódio, gravado em 2023. Ouça e descubra: Como as empresas podem tirar partido do imenso património de conhecimento que existe nas universidades O que torna o erro uma parte tão importante da formação de um profissional de marketing O que faz com que a Universidade, como tantas empresas B2B, aposte menos no seu próprio marketing do que poderia – e o que costuma fazer que isso mude Que tendências os profissionais de marketing devem ter em conta nos próximos tempos Como integrar com bom senso estas tendências à prática Sobre o convidado: · Perfil do André Alves no LinkedIn · Site da Católica Lisbon School of Business and Economics · Página do LinkedIn da Católica Lisbon School of Business and Economics Referências feitas ao longo do episódio: · Pacto para Gestão da Água · Center for Consumer Well-being & Retail Innovation Série recomendada: · Inventando Ana Para saber mais sobre marketing e comunicação B2B, subscreva a newsletter Universidade B2B, da Hamlet. Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog. Siga-nos também no LinkedIn e Instagram.

#62 – Nem “inteligência” nem “artificial” - mas uma ferramenta poderosa que a sua empresa pode usar desde já – com Jorge Amorim 19 Jun 2024

De uns meses para cá, o mundo parece não falar de outra coisa: o lançamento do ChatGPT incendiou as imaginações e pôs a inteligência artificial no centro das atenções. Quanto deste hype se justifica, e quanto dele é exagero? Qual o real impacto para as empresas, para o marketing e para todos nós enquanto indivíduos? Para saber, convidamos para a conversa deste episódio o Jorge Amorim, investigador em ciência cognitiva, mas também consultor em processos de aprendizagem e de gestão de conhecimento, empreendedor e com um grande interesse pelo impacto desta área da tecnologia nas nossas vidas. Neste episódio, gravado em 2023, aprendemos que a AI não é propriamente inteligência, e nem mesmo 100% artificial. Não substitui o cérebro humano nem ferramentas tão antigas como o papel e a caneta. Mas, se bem usada, pode ser um formidável instrumento de crescimento, tanto das empresas como das pessoas dentro delas. Ouça o episódio e descubra: As vantagens que a AI pode trazer, desde já, para a sua empresa Os riscos e erros que é preciso evitar Como começar a integrar as ferramentas de AI no seu dia a dia Como usar estas ferramentas para planear o seu marketing, criar conteúdos ou ter reuniões mais produtivas A importância de não abandonar o papel e a caneta – e de reservar tempo para os usar Como a AI pode ajudar a tornar as empresas mais humanas Como a ciência cognitiva pode ajudar no seu processo de vendas – especialmente no caso das vendas complexas Sobre o convidado: Perfil do Jorge Amorim no LinkedIn Site da HIKARI Pessoa mencionada: Marisa Viegas Instituições mencionadas: Câmara Municipal de Lisboa Acredita Portugal Fundação para a Ciência e a Tecnologia Artigo mencionado: Jorge Amorim - Inteligência Artificial não é magia! Livros recomendados: Daniel Kahneman – Thinking, Fast and Low Ajay Agrawal, Joshua Gans e Avi Goldfarb - Prediction Machines, Updated and Expanded: The Simple Economics of Artificial Intelligence Ensaios recomendados: Joana Rato - Mente, Cérebro e Educação Arlindo Oliveira - Inteligência Artificial Podcasts recomendados: Marketing business-to-business: o podcast – Episódio #9 (Viagem ao cérebro do decisor B2B – com Diana Prata) 45 Graus Lex Fridman – Episódio #367 (com o CEO da OpenAI Sam Altman, sobre GPT-4, ChatGPT e o futuro da Inteligência Artificial) Para saber mais sobre marketing e comunicação B2B, subscreva a newsletter Universidade B2B, da Hamlet. O seu site vale o que custou? Faça este este diagnóstico e terá a resposta em poucos minutos. Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog. Siga-nos também no LinkedIn, Facebook e Instagram.