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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento. Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.

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Andreazza: Mercado “bolsonarista” pressiona. Lula sem pressa para a economia | Estadão Analisa

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Episódios

Andreazza: Mercado “bolsonarista” pressiona. Lula sem pressa para a economia | Estadão Analisa 04 Nov 2026

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre a relação entre o presidente reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e o mercado financeiro. A reação do mercado ao resultado do pleito tem gerado diversas críticas, sobretudo entre os defensores do governo. Os efeitos sobre os preços das ações, a taxa de câmbio e a curva de juros foram, de fato, muito relevantes: no primeiro pregão após o segundo turno, a B3 acionou o circuit breaker pela primeira vez desde a pandemia, pois o Ibovespa caiu 13,88% e fechou aos 176.608 pontos, a maior queda percentual desde 2020. O dólar subiu 8,36%, para R$ 5,41, a maior alta diária em mais de duas décadas, e os contratos de juros futuros com vencimento em 2031 avançaram cerca de 250 pontos-base. Os analistas estão praticamente divididos na aposta entre um corte adicional de 0,25 ponto porcentual e a manutenção da taxa Selic em 13,75% como desfecho da decisão do Copom nesta quarta-feira, 4, mas desde a última reunião, em setembro, o cenário mudou tão drasticamente em termos do balanço de riscos para a inflação que o Banco Central precisaria agir com urgência e dar um cavalo de pau na política monetária, elevando os juros agora. Números dessa magnitude podem gerar leituras apressadas, como se os agentes de mercado estivessem apostando “contra” o governo, ou como se houvesse uma espécie de “chantagem” ou histeria especulativa. Entidades tributárias defendem a prorrogação do início da reforma tributária do consumo de 2027 para 2028. Em carta aberta, as instituições manifestam “profunda preocupação” diante da ausência de definições essenciais e dificuldades operacionais que impedem a preparação adequada dos contribuintes. Em 2027 está previsto o início da implementação efetiva da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituirá os tributos federais PIS e Cofins. Com isso, as entidades pedem que essa implementação seja postergada para, no mínimo, 2028, reservando o ano de 2027 apenas para a realização de testes. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: Lula 4, Dilma 3 e a oposição bolsonarista sem Bolsonaro | Estadão Analisa 03 Nov 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o atual cenário político brasileiro. Luiz Inácio Lula da Silva entrará em seu quarto mandato diante de uma sociedade dividida, um Congresso em que precisará construir maiorias, compromissos de campanha e a obrigação política de entregar crescimento. Com a dívida pública elevada, juros altos e famílias endividadas, como o governo reagirá nesse conflito entre ambições políticas e restrições econômicas? O Brasil está diante de ‘Lula 4’ ou de uma espécie de ‘Dilma 3’? No Palácio do Planalto, o governo joga todas as fichas para aprovar no Senado, nesta terça-feira, 3, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que aumenta as atribuições do governo federal no combate ao crime organizado. Mas a defesa feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva da redução da maioridade penal subiu no telhado depois da eleição. A PEC é uma das prioridades de Lula para o quarto mandato, tanto que ele condiciona a criação do Ministério da Segurança Pública à sua aprovação. A avaliação do governo é que, se a PEC não passar agora, dificilmente irá adiante em 2027, quando o Congresso terá uma composição mais conservadora e a oposição promete ser ainda mais dura. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

ndreazza: Flávio Bolsonaro, isolado, quer terceiro turno. Tarcisio quer 2030 | Estadão Analisa 29 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro e as consequências de sua fuga do país. Após fugir do Brasil para Miami, nos Estados Unidos, o candidato derrotado à Presidência da República divulgou carta nesta quarta-feira, 28, agradecendo aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump. Em tom golpista, o senador se autodeclarou como “verdadeiro presidente eleito do Brasil”. É a primeira vez que ele se manifesta após deixar o País. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi procurado pelo Estadão, mas não respondeu. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou, ao Estadão, em sua primeira entrevista exclusiva após ser reeleito, que aconselhou o senador Flávio Bolsonaro (PL) a não deixar o Brasil após derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da disputa presidencial. “O conselho que nós demos a ele – os advogados, eu, o (Rogério) Marinho, as pessoas que estavam ali reunidas – foi que ficasse (no Brasil)”, contou Tarcísio, emendando, no entanto, que não julga a decisão de Flávio de fugir para os Estados Unidos. A entrevista com o governador se deu minutos antes de Flávio divulgar uma carta golpista em que se autodeclara “presidente eleito” do Brasil. O governador contou ao Estadão que não tinha conhecimento do plano de fuga do aliado. Após a entrevista, ao saber da carta de Flávio, o governador afirmou que é preciso respeitar o resultado das urnas e seguir em frente. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 28, que não se envolverá na turbulência pós-eleitoral no Brasil, após Flávio Bolsonaro — que chegou nesta quarta ao território norte-americano depois de ser derrotado nas urnas — declarar-se o “verdadeiro presidente eleito” brasileiro em uma carta golpista. “Bem, não vou fazer comentários sobre isso, mas sei que demos a ele permissão para entrar no país; então, vamos ver”, disse Trump a repórteres ao ser questionado sobre a declaração de Bolsonaro, seu aliado de direita. “Mas não vou me envolver. Foi uma eleição muito estranha, isso é certo.” Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: A revanche de Moraes e a fuga de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa 28 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes e do senador Flávio Bolsonaro. Tão logo foi confirmada a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, se sentiu autorizado a voltar a tomar medidas polêmicas e excessivas. A primeira demonstração de força ocorreu apenas sete minutos após a consolidação do resultado das urnas, quando a Polícia Federal pediu a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL) — solicitação atendida de pronto por Moraes. A Polícia Federal citou “risco concreto de evasão” ao pedir ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O magistrado acatou e determinou a entrega do documento até a manhã de terça-feira, 27. Flávio descumpriu a ordem e fugiu para os Estados Unidos, onde seu irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro vive. No pedido, a PF justifica a medida pelo “precedente concreto” de Willer Tomaz, advogado e amigo do senador, que está nos Estados Unidos enquanto é investigado. A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos abre uma disputa acirrada pelo comando da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito para o quarto mandato. Até agora, o PL não definiu quem exercerá esse papel e há uma briga nas fileiras do bolsonarismo pelo espólio político de Jair Bolsonaro. Embora o mandato de Flávio termine em 31 de janeiro de 2027, data em que perde o foro por prerrogativa de função, ele próprio anunciou, um dia após a derrota para Lula, que irá “organizar” a oposição ao governo. A portas fechadas, aliados de Flávio dizem que os senadores eleitos Michelle e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, não têm esse perfil. Os dois, aliás, nem se falam. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: Lula reeleito, e Moraes já vai à forra contra Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa 27 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes do STF, que determinou que o candidato derrotado Flávio Bolsonaro entregue seus passaportes. O senador afirmou que vai pedir a cassação da chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mais cedo, a Polícia Federal (PF) o intimou a entregar os passaportes. Moraes já tinha determinado o bloqueio de bens móveis e imóveis e o sequestro de R$ 6 bilhões das contas do advogado Willer Tomaz, alvo de investigação por suspeitas de lavagem de dinheiro para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O líder da bancada de oposição na Câmara dos Deputados, Cabo Gilberto (PL), protestou contra a intimação da Polícia Federal ao parlamentar, para entrega de seu passaporte. Flávio é investigado em dois inquéritos que tramitam no STF. O primeiro é relacionado a pedido de recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse e o segundo é para apurar lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz. O senador disse que a decisão de Moraes foi tomada no domingo à noite, logo depois do anúncio do resultado da eleição, e questionou se isso teria acontecido caso ele tivesse sido eleito presidente. Declarou que a “democracia faliu” no Brasil, que vai entregar o passaporte à PF e que “vai se defender dessa aberração”. Na decisão de Moraes também consta a proibição de Flávio manter contato com o advogado Willer Tomaz. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula reeleito: algumas hipóteses sobre a virada monumental | Estadão Analisa com Carlos Andreazza 26 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que conseguiu se reeleger para um quarto mandato. A mobilização que saiu das redes sociais e chegou às ruas foi uma das chaves para entender a virada inédita de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) neste domingo. O movimento, puxado por André Janones (Redes-MG), contribuiu para derrubar a abstenção ao menor patamar em 20 anos, abrindo caminho para a vitória do presidente, dizem especialistas ouvidos pelo Estadão. “O poder de mobilização foi fundamental para o maior comparecimento e mudança de eleitores que votaram branco ou nulo”, afirma Maurício Moura, economista e fundador do instituto de pesquisa Ideia. A reeleição de Lula fortalece as chances de o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) serem reconduzidos às presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, respectivamente. Mesmo assim, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) continuam sob o risco de sofrerem processo de impeachment a partir de 2027. O resultado das urnas ainda não havia sido anunciado quando o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), postou no X críticas duras à decisão de Cristiano Zanin. O Senado é o foro para processar e julgar ministros do Supremo. Flávio perdeu a eleição, mas tem maioria no Senado. Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos. A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral. “É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições. Vou pedir a anulação”, disse o senador. O candidato do PL alegou que Zanin “deu uma canetada” ao acolher o pedido da campanha petista e prorrogar o prazo de votação até as 19h. A solicitação ao STF foi feita pela campanha de Lula após uma série de denúncias de problemas no serviço público de transporte em diferentes cidades, como Salvador e São Paulo. A campanha do senador, no entanto, também acionou o TSE, solicitando a ampliação do horário de votação em ao menos três Estados. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula x Flávio Bolsonaro: o último debate | Estadão Analisa com Carlos Andreazza 23 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a reta final da campanha eleitoral desse ano. A apenas dois dias da eleição, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terão nesta sexta-feira, 23, o último debate na disputa pela Presidência da República. Os dois chegam à reta final tecnicamente empatados nas principais pesquisas de intenção de voto, com o senador numericamente à frente do presidente da República. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, tanto Flávio quanto Lula trabalham com suas equipes para evitar um debate no mesmo tom do realizado no último domingo, 18, pela Band e pelo Estadão. A avaliação das duas campanhas é que uma mudança de postura é necessária para evitar rejeição do eleitorado. A repercussão do primeiro confronto entre Flávio e Lula foi muito negativa. Comentaristas e analistas políticos criticaram a falta de discussão de propostas entre os dois candidatos. Grupos focais e pesquisas qualitativas feitas por institutos de pesquisa também indicaram insatisfação com a conduta dos candidatos, como mostrou o Estadão. O presidente Lula decidiu dedicar dois dias à preparação para o debate. Descartou viajar pelo País nesta quinta-feira, 22, e permaneceu no Palácio da Alvorada para discutir estratégias. A pausa também é uma oportunidade para recuperar a voz - a rouquidão característica do presidente tem piorado nos últimos dias por causa da intensa agenda de campanha. Flávio Bolsonaro também reservou dois dias para a preparação. Nesta quinta-feira, 22, em Brasília, esteve com integrantes de sua campanha e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: Flávio Bolsonaro caiu na armadilha de Lula? | Estadão Analisa 22 Oct 2026

Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eleição dos rejeitados: Lula pressiona por erro de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa 21 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a campanha eleitoral deste ano. O presidente Lula subestimou Flávio Bolsonaro no primeiro turno da disputa, subiu no salto alto e agora, nos últimos dias, tenta criar fatos políticos para virar o jogo, lançando cascas de banana na direção do adversário. A aposta da vez é o desafio para que Flávio abra o seu sigilo bancário, fiscal e telefônico. A cinco dias da eleição, Lula partiu para uma jogada de marketing e de impacto: entregou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um ofício autorizando a quebra de seu sigilo, assim como o de sua mulher, Janja, e de seus filhos, desde que Flávio e a família dele, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro façam o mesmo. “Eu estou disposto a que a sociedade brasileira saiba quem é que é ladrão nesse país, quem é que é corrupto. E eu quero ver se ele tem coragem”, disse Lula em evento de campanha no Maranhão. O senador do PL disse a auxiliares que não vai cair no que chamou de “armadilha”, mas tem tratado a questão com desdém, afirmando que Lula “não tem nem celular” para abrir o sigilo telefônico. Aliados do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) receberam a missão de tentar virar votos e atrair eleitores indecisos em cidades pequenas onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu em 2022. No Rio, terceiro maior colégio eleitoral do País e berço político da família Bolsonaro, nomes como o do senador reeleito Carlos Portinho (PL) estão mapeando municípios onde o petista venceu para irem às ruas conversar com as pessoas. A ideia da ofensiva é que, diante de uma eleição presidencial tão acirrada, “todo voto conta” para ampliar a vantagem do filho 01 de Jair Bolsonaro em seu Estado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula x Flávio Bolsonaro: Debate rasteiro à altura da atividade política no Brasil | Estadão Analisa 19 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o primeiro debate entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição de 2026, realizado pela Band em parceria com o Estadão, que foi marcado por um clima tenso e trocas de acusações de corrupção. O senador insistiu que a mudança no governo federal é necessária para melhorar a vida dos brasileiros, principalmente na economia e na segurança pública, enquanto o atual presidente alternou a defesa da própria gestão com tentativas de desgastar Flávio. A uma semana do pleito, as pesquisas indicam empate técnico, com o filho de Jair Bolsonaro (PL) numericamente à frente do atual presidente. Precisando de uma virada, Lula trouxe ao debate o histórico de votações de Flávio quando era deputado estadual, a defesa de policiais envolvidos em crimes no Rio de Janeiro e a ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro. O resultado foi misto. Flávio conseguiu desviar das principais cascas de banana, irritando o presidente que o acusou de não responder às perguntas. O senador, contudo, fez um mea culpa sobre a gestão de Bolsonaro na pandemia. O primeiro debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo, 18, pela Band/Estadão, teve provocações, bate-bocas e pedidos de expulsão nos bastidores. A tensão entre os candidatos se estendeu à plateia, onde aliados dos dois lados trocaram acusações, comemoraram respostas e tentaram orientar os presidenciáveis durante o confronto. Em diferentes momentos, integrantes da organização precisaram intervir para conter os desentendimentos. Antes mesmo do início do debate, o clima já era de expectativa entre as duas equipes. Flávio fez uma oração no estúdio, enquanto Lula demonstrava tranquilidade à espera do confronto. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: Lula no Jornal Nacional e os 4 anos em 1 mês | Estadão Analisa 16 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi entrevistado pela TV Globo. No próximo dia 25, os brasileiros voltam às urnas para escolher quem governará o País pelos próximos quatro anos. O petista enfrenta Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. Leia mais aqui. Lula disse na entrevista que é a favor de reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. Foi a primeira vez que ele se posicionou desta forma. A segurança pública é o calcanhar de Aquiles do governo Lula e é uma das principais preocupações dos eleitores. Em busca de votos, o presidente tenta aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, que tramita no Senado. Nesta quinta-feira, porém, houve um racha entre aliados de Lula e a oposição justamente por causa da questão da maioridade penal. Diante do impasse, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tirou a PEC da pauta e adiou a votação. Novas revelações das relações entre o banqueiro e o ministro do Supremo, pois o Marketing de Vorcaro sugeriu adiar evento com Moraes após Magnitsky. Diálogo no celular do banqueiro mostra que advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do STF, era responsável por definir detalhes de evento em Londres com equipe de Vorcaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: Vai ter debate. Calor de Lula tira Flávio Bolsonaro do ar-condicionado | Estadão Analisa 15 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre o cenário eleitoral desse ano. Menos de 24 horas depois de declarar que não participaria do debate presidencial organizado pela Band/Estadão no próximo domingo, o senador e candidato do PL, Flávio Bolsonaro, voltou atrás na decisão. A reviravolta ocorreu após uma reavaliação interna de urgência concluir que o prejuízo político de sua ausência seria consideravelmente maior do que os riscos de estar presente no confronto. Inicialmente, o núcleo de comunicação temia colocar o candidato no debate por avaliar que qualquer erro ou deslize o deixaria exposto a uma semana inteira de sangria nas redes sociais, municiando a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com recortes negativos. Por essa razão, a estratégia inicial previa participação apenas no debate da TV Globo, já na reta final da eleição, o que daria mais tempo de preparação ao candidato. Contudo, dois fatores decisivos alteraram a rota da campanha do PL: Em primeiro lugar, o movimento recente da campanha de Lula nas ruas começou a surtir efeito. Levantamentos internos de tracking realizados por partidos aliados indicam uma leve reação do petista Em segundo lugar, prevaleceu no entorno do candidato a leitura de que a exposição no debate não representa um risco real se Flávio mantiver a serenidade. Aliados sustentam que Lula chega ao confronto com a imagem fragilizada, transmitindo mensagens envelhecidas e carregando a postura de quem saiu em desvantagem no primeiro turno. No Senado, em conversa com o presidente Davi Alcolumbre (União-AP), após a aprovação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6x1, o líder do PT na Casa, Camilo Santana (CE), atribuiu ao senador amapaense o resultado. “Parabéns, presidente. Você é o grande responsável por isso aqui”, disse o petista. Sorrindo e sem perceber que seu microfone estava aberto, Alcolumbre respondeu: “Não falei que ia dar certo?”. O diálogo foi captado pela transmissão da TV Senado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula lança o seu ‘quem quer dinheiro?’ Flávio Bolsonaro se esconde do debate | Estadão Analisa 14 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o segundo turno das eleições e da discussão de um tema crucial na disputa deste ano. A 12 dias da votação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira, 13, um pacote de bondades específico para os microempreendedores individuais (MEIs), um público estratégico que o adversário Flávio Bolsonaro (PL) tem sensibilizado. As medidas são compostas por um perdão a dívidas tributárias com a União (os débitos somam R$ 12,6 bilhões) e um “Pix MEI” de R$ 5 mil, com custo estimado pelo governo em até R$ 5 bilhões e previsão de beneficiar cerca de 1 milhão de pessoas jurídicas. Fazem parte do pacote, ainda, aumento do teto da categoria e compra de dívidas de empreendedores com instituições financeiras. O Senado vota nesta quarta-feira, 14, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1, com o apoio de última hora do senador Flávio Bolsonaro (PL) - candidato à Presidência que mudou de posição na tentativa de impedir que seu adversário nas urnas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), capitalize politicamente com a aprovação da medida. Já o presidente Lula lança uma “Carta para as Famílias Evangélicas Brasileiras” na qual pede apoio ao quarto mandato e afirma ter chegado até aqui “com a proteção divina, orientado por um propósito e missão”. Após terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a campanha de Flávio Bolsonaro ganhou ares burocráticos e foi invadida por um clima de “já ganhou”, ao ponto de o candidato até enviar um “save the date” para o presidente da Colômbia se organizar para vir à sua posse em janeiro. No entanto, as mobilizações pró-Lula na avenida Paulista e em Copacabana, no fim de semana, acenderam o alerta no QG bolsonarista sobre a necessidade de Flávio voltar o mais rapidamente possível para o contato direto com o eleitor e evitar o salto alto que a coordenação da campanha nega ter ocorrido. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: Censura de Nunes Marques é homenagem a Alexandre de Moraes | Estadão Analisa 13 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o clima acirrado do segundo turno das eleições no Brasil. No judiciário, o disparo de fake news pelas campanhas Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acirraram a guerra de decisões judiciais envolvendo a eleição presidencial deste ano. Decisões conflitantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as campanhas de Lula e Flávio no primeiro turno das eleições de 2026 expuseram uma tensão entre as cortes e provocaram uma disputa sobre os limites da atuação do Supremo em questões eleitorais. O embate contrasta com um histórico em que os tribunais concordaram mais do que divergiram, especialmente no combate à desinformação e na proteção do sistema eleitoral. O Supremo tem competência para rever decisões do TSE em situações previstas na Constituição, como quando há questionamentos sobre a legalidade de uma eleição. Em geral, essa revisão ocorre por meio de recursos apresentados após o julgamento na Corte Eleitoral. Foi o caminho feito pela campanha de Eduardo Paes (PSD), que recorreu ao STF após a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos), decisão que abriu caminho para a vitória de Douglas Ruas (PL) no primeiro turno da disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Mas o pedido de Paes foi rejeitado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

‘Flávio Bolsonaro explora a perspectiva de poder. Lula vai para o tudo ou nada’ | Estadão Analisa 09 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a disputa do segundo turno das eleições. A campanha de Flávio Bolsonaro acolhe os náufragos do primeiro turno e os partidos do Centrão, tão rápidos e vorazes como quando pularam em todos os governos eleitos e no barco de Lula quando ele era, ou parecia, favorito no primeiro turno. E uma pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 8, aponta que o senador Flávio Bolsonaro soma 49% das intenções de voto totais no segundo turno, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eleitores que vão votar em branco ou nulo são 5%, enquanto 1% estão indecisos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Considerando os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos, nulos e indecisos, Flávio teria hoje 52% e Lula somaria 48%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um vídeo selfie nas redes sociais, no qual ele cobra qual será o voto de Flávio Bolsonaro na discussão do fim da escala 6x1. Segundo Andreazza, é “um projeto muito popular, que fala com as pessoas para valer, que fala com o povo. Com base nisso Lula tenta encurralar Flávio Bolsonaro, que está jogando parado, que está confortável, defendendo a sua vantagem” Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

PT lava roupa suja. Lula fará mais selfies. Flávio Bolsonaro joga parado | Estadão Analisa 08 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre os acontecimentos após o primeiro turno das eleições deste ano. Ainda na ressaca do resultado das urnas, dois influentes integrantes do PT baiano conversavam em um restaurante em Brasília: “Tirem o microfone e as redes sociais de Janja e o presidente Lula volta a ter chances de reverter o quadro”. A Coluna do Estadão presenciou a cena, que foi seguida desta observação: “O problema é que ninguém tem coragem de falar isso para o presidente”. A queixa era sobre a participação da primeira-dama, Rosângela da Silva, na campanha em Salvador. Em um grande ato público, ela resolveu atacar Nikolas Ferreira (PL-MG), chamando de “piá de bosta” aquele que, dias depois, se tornaria o deputado federal mais votado do país, com 3,1 milhões de votos. Ou seja: em vez de impulsionar o marido, deu palanque digital para a oposição. No dia seguinte, foi a ex-ministra e ex-senadora Kátia Abreu, que comanda o PT no Tocantins, que teve coragem de falar. Não diretamente ao presidente, mas em alto e bom tom num encontro do PT, para a mensagem chegar a Lula. E suas declarações passaram a ser tratadas como um “desabafo coletivo no PT”. A ex-senadora criticou a postura protagonista de Janja, que por vezes se sobrepõe a Lula. Listou deslizes como o fato de a primeira-dama cantar música gospel em comícios, embora não seja evangélica. Na reta final do primeiro turno, Janja também usou uma medalha de Nossa Senhora Aparecida após boatos sobre a padroeira. A primeira-dama exibiu o colar com a imagem da santa católica em ato público na sexta-feira, 28, ao lado de Lula, e logo virou alvo de críticas por suposto oportunismo religioso, já que nunca se declarou católica, e sim praticante da umbanda. Do outro lado, a necessidade de construir pontes com o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) e o receio de municiar a oposição com a tese de que o governo Lula, em dobradinha com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tentaria um “golpe judicial” caso Flávio seja eleito presidente fez a Polícia Federal arquivar rapidamente o pedido de investigação sobre a suposta interferência dos Estados Unidos na eleição do Brasil. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, declarou que havia iniciado um procedimento para averiguar se houve ingerência externa no pleito. Horas depois, quando as urnas mostraram vitória de Flávio sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, os bolsonaristas dispararam o alerta. O termo “golpe judicial” começou a circular em conversas reservadas no Supremo e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Andrei foi chamado para uma reunião no gabinete do ministro Alexandre de Moraes na terça-feira, 6. No encontro extra-agenda, a conclusão foi de que não havia respaldo do TSE, da Procuradoria-Geral da República e nem de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) para sustentar a investigação. Portanto, insistir no caso traria mais problemas para o STF, especialmente aos ministros ligados a Lula. E a orientação agora é tentar criar pontes com Flávio. Procurado por meio da assessoria, Moraes não se manifestou. A PF confirmou o arquivamento nesta quarta-feira, 7. O pedido de investigação havia sido provocado por uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Agenda clara: Flávio Bolsonaro vem para acertar as contas com o STF | Estadão Analisa 07 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) que afirmou nesta terça-feira, 6, que a direita terá, a partir de 2027, maioria para fazer os presidentes da Câmara e do Senado, além de realizar mudanças constitucionais. “O Brasil me deu um Congresso mais à direita do que é hoje, com maioria no Senado, para fazer presidente do Senado. Com maioria na Câmara, para fazer presidente da Câmara. Para mudarmos a Constituição, para redemocratizar esse País, para as instituições voltarem a respeitar a Constituição”, declarou no evento em que recebeu o apoio de Ronaldo Caiado (PSD), em Goiânia. Flávio voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e disse, sem citar nomes, que os “mesmos que tiraram Bolsonaro do Poder colocaram o filho dele”. Durante o discurso, apoiadores do senador presentes no local gritaram “Fora Moraes”. o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e parte dos seus aliados, adotaram uma repentina “mansidão” em relação aos bolsonaristas. Nesta terça-feira, 6, Moraes autorizou a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos a cumprir pena no regime semiaberto. “Débora do Batom”, como ficou conhecida, foi condenada a 14 anos de prisão por pichar a estátua da Justiça em frente ao STF, durante os atos golpistas de 8 de janeiro. Ela virou uma espécie de símbolo dos excessos do Supremo na aplicação de penas nesse episódio e foi tema de muita conversa entre eleitores neste ano. Somente agora conseguiu essa progressão. Horas depois, o ministro Gilmar Mendes determinou o arquivamento de um pedido de investigação, por suspeita de estupro e suborno, contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), que é o vice da chapa à presidencial de Flávio. A Procuradoria-Geral da República não havia encontrado elementos que justificassem uma investigação. As três decisões ocorreram em sequência e têm um fator político em comum: foram proferidas depois de a crise do Supremo impactar diretamente no resultado das urnas e Flávio Bolsonaro terminar à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno da disputa pela Presidência por 47,03% contra 45,16%. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: O peso da perspectiva de poder para Flávio. STF, tenso. Lula, perdido | Estadão Analisa 06 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre as perspectivas para o segundo turno da eleição presidencial. Um dia após a eleição de ao menos 31 senadores que defendem, total ou parcialmente, a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira, 5, que “conjunturas se alternam”, mas que o Tribunal “permanecerá”. A declaração foi feita na abertura da Semana da Constituição, realizada na Biblioteca do STF em comemoração aos 38 anos da Constituição de 1988 e aos 40 anos do processo constituinte. Fachin não mencionou diretamente o resultado das eleições nem a nova composição do Senado. “Conjunturas se alternam, gerações se sucedem, os desafios mudam de roupagem. O Tribunal é maior do que tudo e do que todos, e ele permanecerá”, afirmou o ministro. No mercado financeiro, a volatilidade da Bolsa, do dólar e dos juros voltou ao centro do radar com a eleição presidencial de 2026. Quem viu o Ibovespa cair aos 120 mil pontos ou o dólar superar os R$ 6,26 em dezembro de 2024 devido à preocupação do mercado financeiro com a situação das contas públicas do Brasil não poderia imaginar que o pleito, evento que definirá a condução da política econômica dos próximos quatro anos e o enfrentamento do quadro fiscal, faria tanta diferença no preço dos ativos domésticos. No segundo turno, a tendência é de volatilidade maior, não menor. E não havia mostra melhor disso do que ocorreu no pregão desta segunda-feira (2). O Ibovespa deu um salto de 7,07%, a maior alta diária desde 24 de março de 2020, na pandemia da covid-19. Isso fez o índice fechar aos 206.911,89 pontos, o maior patamar da história. Durante o pregão de ontem, o índice chegou a bater nos 209.605,7 pontos, também recorde. O dólar, por sua vez, teve queda de 4,12% e encerrou o dia cotado a R$ 5,0018. Como mostramos aqui, o rali está relacionado à expectativa de um ajuste fiscal após Flávio ficar à frente de Lula por uma diferença de quase 2 pontos porcentuais, vencendo a primeira etapa do pleito por 47,03% a 45,16% dos votos válidos. Já no PT, à procura de culpados pela passagem do senador Flávio Bolsonaro para o segundo turno da eleição ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cúpula do PT vai dar uma guinada na comunicação da campanha. Um dia depois de assistir à onda bolsonarista invadir o País, Lula participou de duas reuniões: uma mais reservada, apenas com o seleto grupo de coordenadores de sua campanha, e outra com aliados do PT e de outros partidos. Sem meias palavras, a ordem de Lula para a equipe foi direta: “mudar tudo” para conseguir se aproximar dos jovens, das mulheres e do espectro ideológico de centro. O núcleo de coordenação da campanha será ampliado, com a participação de partidos aliados, como o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin, e terá maior presença de integrantes do Nordeste, como o líder do PT no Senado, Camilo Santana. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

STF puxador de votos. Lula no passado. E o eleitor agora diante Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa 05 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre o resultado das eleições. A passagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da disputa ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu uma crise no PT. A partir de agora, a principal estratégia da campanha de Lula à reeleição será explorar o medo contra um possível retorno da família Bolsonaro ao poder. Flávio, por sua vez, vai jogar parado, aproveitando a vantagem obtida com a onda da direita no País. No QG do presidente, a avaliação é de que será difícil virar votos porque há um clima antipetista no País. Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) plantaram, ao longo das últimas semanas, sementes de um confronto que abalou as instituições e, em muitos aspectos, interferiu na disputa eleitoral. Decisões pouco convencionais, confronto entre integrantes da Corte e atropelos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclusive mudando regras de debates e forçando um cenário que poderia ser favorável a Lula, tiveram uma resposta convicta nas urnas. A direita cresceu de forma consistente no Congresso e nos governos estaduais e chega em vantagem na disputa presidencial. A maioria dos eleitos para o Senado neste domingo, 4, defende a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e também uma limitação aos mandatos dos integrantes da Corte. O resultado foi compilado a partir de respostas a levantamento do Estadão com os candidatos que registravam, nas últimas semanas, melhor desempenho numérico em pesquisas. Há dúvidas de como parte do STF reagirá a esse cenário em que está contra a parede. Garantir a vitória de Lula no segundo turno, para alguns ministros, pode significar equilibrar moderadamente o jogo. É o presidente quem indicará ao menos três, e talvez quatro, ministros para a Suprema Corte. Se Flávio vencer, a segunda proteção para Moraes e companhia, que até aqui tem garantido que ele não seja investigado por ordem do Plenário do Tribunal, também cairá cedo ou tarde. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

A bancada de Lula no STF mete a mão: Gilmar Mendes e seus dinos ditam a eleição | Estadão Analisa 02 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre as decisões dos ministros Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabaram protegendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, indicam um recado de que se pode “fechar o TSE” e acabaram por matar o debate que seria realizado na Globo na noite desta quinta-feira, 1. A poucas horas do início do debate, Gilmar atendeu a um pedido do Solidariedade para garantir a participação de Renan na vaga aberta pela desistência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O partido pediu que fosse derrubada a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, que havia rejeitado a inclusão do candidato, e que a Globo fosse obrigada a colocá-lo no encontro. O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) aproveitou os holofotes pela desistência de participação e posterior cancelamento do debate na Globo para pedir voto útil em si mesmo numa tentativa de fechar a eleição no primeiro turno, no próximo domingo. Na transmissão, Flávio criticou o que chamou de “censura” e “interferência do Judiciário” e pediu um “voto de revolta” dos brasileiros em sua sigla. Trata-se de uma tentativa de criar um movimento pelo voto útil e atrair os votos que iriam para os adversários, principalmente Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou não poder interferir no pedido de vista do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que adiou a análise da Corte sobre abrir ou não uma investigação contra Alexandre de Moraes pela relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo Lula, o pedido de vista é um direito dos ministros do STF, e cabe a ele respeitar a “autonomia” do Poder Judiciário. Por outro lado, ele avaliou haver fundamentos na decisão do ministro e defendeu que outros membros do Supremo que tenham tido contato com o ex-dono do Master também sejam investigados. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: Eleição medieval. Dino, o novo Xandão, forja guerra religiosa | Estadão Analisa 01 Oct 2026

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país. De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis. Dino cita episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como Salvador, São Pedro e Londrina. Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano. A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF. A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro. E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas. Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país. De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis. Entre os casos citados por Dino na decisão estão episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como a quebra de uma imagem de santa em uma paróquia de Salvador, a destruição de imagens sacras na Catedral de São Pedro, em Rio Grande (RS), e o vandalismo em uma loja de artigos religiosos em Londrina (PR). Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Flávio Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano. A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF. A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro. E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas. Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: Contra a censura do mal, o TSE paralelo de Gilmar, Moraes e Dino | Estadão Analisa 30 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que aconselharam o presidente, Edson Fachin, a não pautar no plenário o julgamento sobre as notícias falsas ligando Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo, 4. Para parte dos integrantes da Corte, a discussão sobre o assunto na frente das câmeras da TV Justiça poderia inflamar ainda mais o ambiente eleitoral. Na noite desta terça-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para o dia seguinte sessão virtual para votar a derrubada de publicações. A guerra santa promovida após vir à tona uma notícia falsa de que o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, pretendia tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil ressuscitou a batalha entre duas alas do Supremo Tribunal Federal (STF), às vésperas das eleições. De um lado da Suprema Corte está o grupo de André Mendonça, que é evangélico, integrado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e por Luix Fux. De outro, a ala liderada por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin. O primeiro grupo, como se sabe, virou a tropa de choque de Flávio. O segundo cerra fileiras para defender o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa novo mandato. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: Todo mundo escolhendo o próprio juiz: Fux suspende decisão de Dino | Estadão Analisa 29 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu, no final da noite desta segunda-feira, 28, a decisão do ministro Flávio Dino que derrubava a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito. Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para que X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova decisão. Já no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da corte, Kassio Nunes Marques, mandou ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, reclamando da interferência de ministros do STF em decisões da Corte eleitoral. Nunes Marques fala em “elevada preocupação com episódios reiterados de indevida sobreposição de competência e de violação ao juiz natural” de uma corte sobre a outra. O presidente do TSE citou o mecanismo segundo o qual um ministro pode julgar um pedido feito ao STF mesmo sem ter sido sorteado o relator da causa. O episódio mais recente aconteceu no domingo, 27, quando Flávio Dino liberou em redes sociais publicações com a informação falsa de que Flávio Bolsonaro, se eleito, pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. O vice-presidente do TSE, André Mendonça, havia banido a notícia falsa das redes na sexta-feira, 25, a pedido da campanha de Flávio. Dino revogou a decisão a partir de um pedido do ator Antônio Tabet, dono de um perfil em rede social que teve o conteúdo retirado do ar por determinação de Mendonça. O processo no qual Dino tomou a decisão, no entanto, tratava originalmente postagens sobre o ex-deputado Deltan Dallagnol. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

‘Desintegração do STF: De Moraes para Mendonça. De Moraes para Dino’ | Estadão Analisa 28 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre a grave crise institucional do STF. A desaprovação da atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal vem aumentando entre os brasileiros. É o que mostra pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 26. A avaliação negativa passou de 40% em maio deste ano para 47% agora. O índice é o mais alto já registrado desde o início da série histórica, em 2019. A avaliação positiva é de 18% - a mais baixa já verificada, e que se repetiu no levantamento de dezembro de 2019. Na atual pesquisa, 31% consideram o trabalho do STF regular, e 4% não opinaram. O aumento da desaprovação acontece na esteira das revelações sobre indícios que ligam ministros da Corte a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Como revelou o Estadão, Alexandre de Moraes e o banqueiro trocaram 52 mensagens em 21 dias. Algumas delas a poucos dias de Vorcaro ter sido preso. As últimas notícias envolvem relações com Kássio Nunes Marques e Luiz Fux, com supostos vínculos e pagamentos aos filhos dos ministros. André Mendonça, por sua vez, confirmou encontro com Vorcaro no início de 2025. Os ministros negam ilegalidades. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: Entre Moraes e Flávio Bolsonaro, a prioridade de Vorcaro | Estadão Analisa 25 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre as relações de Alexandre de Moraes e Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, viajou da Flórida a Brasília, em 19 de janeiro de 2025, em um avião que tinha entre os cotistas o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master. O jato é o mesmo usado em outra viagem pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a revista piauí, imagens mostram o ministro e sua esposa Viviane Barci de Moraes desembarcando de uma aeronave no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. O avião, do modelo Legacy 650, pertencia à empresa Prime You, que tinha Vorcaro como sócio. Ainda sobre Vorcaro, Flávio Bolsonaro tentou fazer contato telefônico com o banqueiro durante os quatro dias anteriores à primeira prisão do banqueiro, ocorrida em 17 de novembro do ano passado. Flávio enviou mensagens perguntando se Vorcaro poderia atender a uma ligação, efetuou ligações que não foram atendidas e, ao final, pediu para que o dono do Banco Master lhe desse “uma luz”. Procurada pelo Estadão, a assessoria do senador não respondeu. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: Vale tudo na eleição do nariz tapado 24 Sep 2026

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Carlos Andreazza: Mendonça contra-ataca e quer acesso ao inquérito criador de Xandão 23 Sep 2026

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“Chegou a ‘Turma do KN’: A diferença entre Alexandre de Moraes e Nunes Marques” | Estadão Analisa 22 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre novas mensagens obtidas no celular de Vorcaro pela PF e enviadas ao Supremo, que revelam um contrato de advocacia de R$ 427 milhões com a chamada “Turma do KN”. O repasse seria feito em caso de resultados favoráveis em ações de interesse do Banco Master com a liberação de mais de R$ 8 bilhões em precatórios. “KN”, conforme as trocas de mensagens, seria uma menção ao ministro Kassio Nunes Marques, do STF. Ainda sobre o ministro Kassio Nunes Marques, que se declarou impedido para participar do julgamento sobre os indícios de que Alexandre de Moraes mantinha contato com Daniel Vorcaro. Pouco antes da sessão, foram divulgadas mensagens indicando que o ministro e o filho dele, o advogado Kevin Marques, teriam recebido vantagens do banqueiro. O impedimento, porém, foi pontual. A interlocutores, Nunes Marques esclareceu que está impedido apenas para votar em causas relacionadas ao Banco Master com potencial impacto eleitoral. O ministro explicou ter tomado a decisão por ser o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O mais provável é que Nunes Marques continue votando na Segunda Turma em processos sobre o Master. No colegiado, ele tem sido um aliado importante para o relator, André Mendonça. Nos últimos julgamentos, Nunes Marques, Mendonça e Luiz Fux têm formado maioria de votos, com a oposição isolada de Gilmar Mendes. Dias Toffoli, o quinto integrante da turma, se declarou suspeito para votar em todos os processos sobre o banco liquidado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: O jato de Xandão, o charuto de Gonet e o TSE paralelo de Gilmar | Estadão Analisa 21 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre A crise no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, aparecem em vídeo desembarcando de uma aeronave da Prime You, empresa ligada a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. A gravação é de 22 de agosto do ano passado, na pista do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. No mesmo dia, Moraes foi painelista de um evento empresarial, na capital fluminense. Imagens do evento mostram o ministro acompanhado de Viviane. Ambos usam as mesmas roupas com que descem da aeronave. O vídeo foi revelado pelo jornal O Globo. As imagens são da Aviation TV, canal especializado do YouTube que faz transmissões ao vivo da movimentação na pista de aeroportos brasileiros. As cenas do desembarque desmentem nota de abril deste ano, do gabinete de Moraes. À época, o ministro afirmou que “jamais viajou em nenhum avião” de Daniel Vorcaro. Neste domingo, o escritório de Viviane, Barci de Moraes, informou, também em nota, “que contrata serviços de táxi aéreo de diferentes empresas, entre elas a Prime Aviation”. O colunista fala ainda sobre foto encaminhada ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, uma foto em que ele aparece junto com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, em uma degustação de charutos em Londres. O registro foi enviado no dia 19 de junho de 2025. “PG mandou agora”, disse Soares, que intermediava as conversas entre Gonet e o banqueiro, em mensagem logo em seguida. A informação foi publicada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Estadão. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: ‘A multiplicação dos Dinos é o futuro do STF Futebol Clube’ | Estadão Analisa 18 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre como o ministro Flávio Dino, do STF, tornou público o ofício enviado ao decano da Corte, Gilmar Mendes, durante o julgamento de terça-feira, 15, para questionar decisões do presidente do Tribunal, Edson Fachin. Dino também defendeu que sejam identificados todos os magistrados com indícios de recebimento de dinheiro ou benefícios ligados ao Banco Master, diretamente ou por parentes de até 2º grau, e que os casos conexos sejam analisados conjuntamente. Dino ainda determinou expressamente nesta quinta-feira, 17, que a Polícia Federal não investigue seu colega de Corte, o também ministro André Mendonça,na ação que investiga contratos da Prefeitura de São Paulo com empresas que administram cemitérios da cidade. Na decisão, Dino afirma que apenas o presidente do STF pode pedir a investigação dos ministros. Ainda em Brasília, o presidente do Supremo, Edson Fachin, adiou o julgamento marcado para a próxima quarta-feira, 23, sobre a atuação do ministro André Mendonça na condução do caso Master. O procedimento foi aberto por determinação de Fachin, a partir de informações apresentadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que acusa Mendonça de crime de responsabilidade e abuso de autoridade. As alegações de Moraes se apoiam em um relatório de inteligência da Polícia Federal, sem valor de prova, que sugere irregularidades na condução do caso pelo relator. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oligarcas do STF: Moraes, Gilmar e Dino decretam a ex-presidência de Fachin | Estadão Analisa 17 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que são contrários à abertura de investigação contra Alexandre de Moraes e criaram uma frente para blindá-lo. Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin integram a ala que tenta evitar apurações sobre a relação do colega com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. O arsenal inclui ataques públicos, articulações de bastidores e manobras processuais para evitar a avaliação de indícios desabonadores coletados. Relatório da Polícia Federal mostra mensagens do banqueiro a Moraes. Nos dias que antecederam a sessão da última terça-feira, 15, o decano da Corte, Gilmar Mendes, enviou mensagens a dois colegas para intimidá-los e alterar resultados de decisões que envolvem o Master. No dia 8 de setembro, ele cobrou Luiz Fux por ter registrado, na Segunda Turma, voto favorável à liminar de André Mendonça que afastou Andrei Rodrigues da direção da PF. “Isto revela qq coisa menos postura institucional. Espero que nao se repita”, disse Mendes. Em outra frente, em manifestação perante o Conselho Superior do Ministério Público Federal, o procurador-geral da República Paulo Gonet afirmou que jamais negligenciou as investigações sobre fraudes no Master envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, preso desde março na Operação Compliance por ordem do ministro André Mendonça, do STF. Ele disse que ninguém lhe pediu para livrar Vorcaro. “Se o sr. Vorcaro imaginou, no seu desespero, que alguém poderia obter a minha adesão para algum comportamento indigno, os fatos mostram que estava enganado.” Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: Dino de Moraes comanda baderna no STF | Estadão Analisa 16 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre a contenda no Supremo e do ministro Flávio Dino, que foi o grande protagonista da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 15, que tentou decidir se o ministro Alexandre de Moraes deve ser investigado pelas suas ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro. Dino tentou atropelar a presidência de Edson Fachin ao questionar por diversas vezes as suas decisões, pediu diversos apartes nas falas de outros ministros e terminou por pedir vistas - adiando por até 90 dias a análise do caso, quando percebeu que Cármen Lúcia votaria contra a sua vontade. Na prática, Dino impede o plenário do STF de passar a limpo a sua crise interna antes das eleições, e ainda coloca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais próximo do grupo de Alexandre de Moraes. Isso era tudo que Lula não precisava neste momento de queda nas pesquisas de intenção de voto. No fim, a sessão terminou sem que fosse tomada nenhuma decisão concreta. Ainda assim, as discussões e bate-bocas vistos no plenário sinalizam que, se for julgado um pedido de investigação contra Alexandre de Moraes, ele pode sair vitorioso - e, portanto, se livrar de ser alvo de um inquérito por indícios de que mantinha elo com Daniel Vorcaro. A primeira conclusão trazida da sessão é que hoje a Corte está matematicamente dividida em duas partes iguais. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: A defesa de Moraes no julgamento de Xandão | Estadão Analisa 15 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que podem definir nesta terça-feira, 15, se abrem ou não uma investigação contra Alexandre de Moraes por suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão tem previsão de início às 10h, mesmo depois de pressão de integrantes da Corte para adiamento da discussão sobre o caso. Moraes passou a ser figura central no debate do Master após o Estadão revelar detalhes de um relatório da Polícia Federal com troca de mensagens suspeitas entre ele e o banqueiro, preso na Operação Compliance Zero. Depois, o ministro André Mendonça, relator do caso, tirou o sigilo da investigação. Nos últimos dias, com a proximidade do escrutínio, os ministros da Suprema Corte deflagraram uma guerra de despachos com o intuito de barrar a realização da sessão. O presidente do STF, Edson Fachin, contudo, manteve a data já marcada. Diante da irredutibilidade de Fachin, duas soluções começaram a ser articuladas nos bastidores. Uma delas é um pedido de vista logo no início da sessão, o que poderia adiar a discussão para mais adiante. Esse plano pode não ser efetivo, já que Mendonça pretende expor seu voto mesmo se houver alguma medida nesse sentido. Outra seria construir um caminho do meio em que os diferentes interesses do plenário fossem parcialmente contemplados. Nesse cenário, a discussão seria abortada logo no início, com a constatação que o relatório da PF com indícios contra Moraes foi feito de forma irregular. O julgamento traz o potencial de definir o tamanho político e institucional do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. Ele pode sair gigante do plenário, assumindo o controle efetivo sobre a reorganização de uma Suprema Corte que atravessa sua maior crise ética e de credibilidade, ou correr o risco de encolher, a depender do desfecho e de sua capacidade de condução. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: O julgamento de Xandão (só que não) | Estadão Analisa 14 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre a dimensão que tomou a guerra entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma ala da Corte pressiona para que o presidente, Edson Fachin, reveja sua decisão de realizar na terça-feira, 15, a sessão para debater os indícios que apontam para uma relação suspeita mantida entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A parte visível da oposição a Fachin vem de aliados de Moraes — que, nos últimos dias, incluindo no fim de semana, se embrenharam em uma guerra de despachos com o intuito de barrar a realização da sessão. Para esse grupo, o ideal seria promover no mesmo dia a discussão sobre o pedido de Moraes para investigar André Mendonça. Fachin resistiu: manteve a sessão de terça-feira agendada e jogou o caso contra Mendonça para o dia 23. O colunista também analisa a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de requisitar diretamente à Polícia Federal uma cópia dos dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro foge do procedimento considerado mais convencional e expõe o grau de desconfiança entre os integrantes da Corte. O ministroGilmar Mendesfez o mesmo pedido à direção-geral da Polícia Federal, sem, contudo, estabelecer um prazo para a entrega. Na sexta-feira, o decano da Corte já havia solicitado a Fachin que tomasse providências para que todos os magistrados tivessem acesso ao material. Criminalistas ouvidos pelo Estadão consideram defensável que os ministros tenha acesso ao material, mas questionam a forma como Zanin requisitou, já que os dados estão vinculados a uma investigação sob relatoria de André Mendonça. Além disso, o presidente da Corte, Edson Fachin, passou a conduzir, em procedimentos próprios, a crise entre ministros. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: O STF autorizará investigação contra Moraes? | Estadão Analisa 11 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e a expectativa acerca da reunião da próxima terça-feira, 15, marcada para a avaliação de um pedido de investigação das mensagens de Daniel Vorcaro com Alexandre de Moraes. Nove ministros do Supremo decidirão se o ministro Moraes será investigado por supostas relações com o ex-dono do Banco Master. O presidente do STF, Edson Fachin, conversou nesta quinta-feira, 10, com ministros da Corte e com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sobre a sessão. Está na pauta de julgamentos o pedido feito por André Mendonça para que Moraes seja investigado por ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro. Fachin liberou para todos os gabinetes de ministros a íntegra do processo que trata do caso envolvendo Moraes. Ele tenta um consenso entre os ministros sobre o formato da sessão. O presidente inicialmente previu que ela seja realizada de forma presencial e aberta ao público. Parte dos ministros defende que a discussão seja a portas fechadas. A escalada da crise no Supremo colocou de vez a Corte no centro da campanha eleitoral a menos de um mês do primeiro turno e deu novo combustível a um tema que já vinha sendo explorado, sobretudo por candidatos ao Senado. Desde que o impulsionamento eleitoral nas redes sociais passou a ser autorizado, foram identificados cerca de 5 mil anúncios relacionados ao Supremo e a seus ministros, especialmente Alexandre de Moraes, com gastos que chegam a R$ 2,9 milhões. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: Dino é Moraes. Fachin será o quê? | Estadão Analisa 10 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre a crise no STF e as ações de seu presidente. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta quarta-feira, 9, retirar das mãos de Alexandre de Moraes a condução do inquérito das fake news, em tramitação há sete anos, e transferir o caso para a Presidência da Corte. Em paralelo, Fachin determinou que a investigação sobre as mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, reveladas pelo Estadão e relatadas pelo ministro André Mendonça, seja submetida ao plenário da Corte na próxima terça-feira, 15. Alexandre de Moraes, que editou o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua mulher, também aparece em conversas nas quais Daniel Vorcaro lhe pergunta se deveria deixar o País diante do avanço das investigações. Quando o ministro André Mendonça, relator da Operação Compliance Zero, levantou o sigilo das apurações, Moraes usou o inquérito das fake news contra Mendonça. ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: ‘Os precedentes do Direito Xandônico: Mendonça se serve de Moraes’ | Estadão Analisa 09 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a crise no Supremo Tribunal Federal. A decisão de André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, o delegado Andrei Rodrigues, em razão do relatório de inteligência usado por Alexandre de Moraes para atacá-lo repete práticas que antes se pensava existir apenas no gabinete do ministro Moraes. São tantos os precedentes na Corte criados pela conduta de Moraes que hoje Mendonça se vale de um deles, com a justificativa de que os fins justificam decisões monocráticas, que sempre ficariam melhor se respaldadas pelo colegiado. Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, intimou o ministro André Mendonça a se manifestar sobre o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) que quer anular o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Fachin deu prazo de 72 horas para Mendonça se pronunciar. A AGU entrou com o pedido de anulação do afastamento nesta terça-feira. O recurso foi direcionado ao presidente do STF. No entendimento da AGU, que representa o governo federal em ações na Justiça, o afastamento do chefe da PF viola competência privativa do presidente da República. Mendonça submeteu a decisão à Segunda Turma da Corte, que formou maioria para validar a decisão. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: O ‘todo institucional’ de Gilmar - com seus Dinos - em defesa de Moraes | Estadão Analisa 08 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre a crise instalada no Supremo Tribunal Federal. O ministro Gilmar Mendes, do STF, elaborou uma proposta para alterar o regimento interno da Corte e proibir a atuação de delegados da Polícia Federal (PF) em gabinetes de magistrados do tribunal. Gilmar havia sugerido a mudança ao presidente do STF, Luiz Edson Fachin, após a divulgação do relatório da Polícia Federal que expôs os diálogos do banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro Alexandre de Moraes. O teor das conversas foi revelado pelo Estadão. Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou que “não haverá omissão” sobre a crise deflagrada na Corte ao longo da semana. Ele defendeu ainda a “urgência” de três metas estabelecidas em sua gestão: a adoção de um código de ética para o STF, a modernização do sistema de justiça e o fim do inquérito das fake news, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes. “Faremos o que é certo, no tempo e pela forma que a ordem jurídica exige. Instituições precisam ser preservadas, sobretudo nos momentos de maior tensão”, destacou, em discurso feito no Palácio do Planalto em cerimônia de sanção de medidas relacionadas a fundos do sistema de Justiça. O evento teve também a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que afirmou que Fachin e Gonet precisam tranquilizar a população, ‘sem tentar esconder nada’. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

O clube do uísque contra-ataca: quando Xandão defende Moraes | Estadão Analisa com Carlos Andreazza 04 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 04, Carlos Andreazza fala da guerra que se instalou dentro do Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes está acusando o colega André Mendonça de uma série de irregularidades que ele mesmo cometeu ao longo dos últimos anos. O ministro Moraes usou o inquérito das Fake News para acusar Mendonça de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Relator do caso Banco Master, Mendonça levantou na terça-feira, 1º, o sigilo de um relatório da Polícia Federal que compilou 51 mensagens comprometedoras entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, após o conteúdo ser revelado pelo Estadão. Moraes atribui a Mendonça quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos na relatoria das operações Sem Desconto e Compliance Zero. O material produzido pela corporação indica que há “quadro indicativo de que André Mendonça adota posturas muito diferentes diante de ilicitudes aparentes relacionadas aos Ministros Dias Toffoli e Nunes Marques, em comparação com sua percepção no que toca ao Ministro Alexandre de Moraes, apresentando discurso de defesa quanto aos dois primeiros”. Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, pediu explicações aos ministros sobre fatos relacionados ao relatório da Polícia Federal que expôs a relação entre Moraes e Daniel Vorcaro. Também devem prestar esclarecimentos o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor da PF, Andrei Rodrigues. Todos terão prazo de cinco dias úteis para fazer isso. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: ‘Moraes obstrutor de Justiça’ | Estadão Analisa 03 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes do STF e suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro. O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) anunciou no início da noite desta terça-feira, 1º, que quase 100 parlamentares de oposição assinaram pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O partido também entrou com uma notícia-crime pedindo o afastamento e a prisão de Moraes por tráfico de influência e obstrução de justiça. No tribunal, a perspectiva de que o ministro Alexandre de Moraes assuma a presidência do STF no ano que vem, ao final do mandato do ministro Edson Fachin, empossado para o biênio 2025–2027, tornou-se um fator de apreensão nos bastidores da Corte. O receio central envolve o impacto sobre a credibilidade da instituição caso ela passe a ser comandada por um magistrado alvo de suspeitas não esclarecidas. Na primeira sessão após a divulgação do material, os ministros se esforçaram para conferir ao Supremo Tribunal Federal um ar de normalidade um dia após a divulgação do elo entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. Ao passar por jornalistas que o aguardavam em uma das entradas do tribunal em busca de uma declaração, Moraes silenciou. Mas sorriu e cumprimentou a imprensa. O ministro costuma evitar esse contato. Ainda em Brasília, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu o arquivamento de denúncias feitas pelo banqueiro Daniel Vorcaro sobre supostas ameaças que alega ter sofrido na prisão para não firmar um acordo de colaboração premiada. As declarações foram dadas pelo banqueiro no gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso Master, durante oitiva realizada na última quinta, 27. Como revelou o Estadão, Vorcaro afirmou, em depoimento prestado à equipe do ministro, que quer delatar integrantes do “atual governo” do presidente Lula e citaria nessa delação a realização de viagem com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Ele, porém, não deu detalhes nem indicou provas dessa relação. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreazza: ‘Clube do uísque pelado: o Moraes de Vorcaro. E o Gonet de Moraes’ | Estadão Analisa 02 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 02, Carlos Andreazza fala das novas revelações sobre o caso Master. A troca de mensagens entre Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, indica que o ministro discutia com o banqueiro a possibilidade de a Polícia Federal deflagrar a primeira fase da Operação Compliance Zero e a estratégia que o dono do Master deveria adotar para frustrar o cumprimento da ordem de prisão preventiva contra ele expedida pela 10.ª Vara Federal do Distrito Federal. O compartilhamento de informações sigilosas entre Moraes e Vorcaro sobre os primeiros passos da investigação começou em 4 de novembro de 2025 e se intensificou à medida que se aproximava a prisão do banqueiro. Segundo investigadores, o conteúdo da conversa permite inferir que Moraes repassava a Daniel Vorcaro detalhes sensíveis sobre o andamento inicial da Operação Compliance Zero, incluindo datas e horários de diligências planejadas pela Polícia Federal. Em 15 de novembro de 2025, um sábado, Vorcaro consultou Moraes. “Acha que segunda já tenho que estar fora?”, sobre sair do País para escapar da prisão. Quarenta e oito horas depois, na noite de 17 de novembro, segunda-feira, o banqueiro foi preso pela PF quando tentava embarcar em um jato particular com destino a Malta e, depois, para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde buscava concretizar a venda do Banco Master. Para investigadores, pretendia fugir do País. O ministro André Mendonça, relator do processo do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), não deverá fazer pedido formal de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes sem antes alinhar o passo com o presidente da Corte, Edson Fachin. A postura reflete uma praxe adotada por Mendonça, que tem mantido diálogos frequentes com Fachin e priorizado a consulta prévia sempre que se depara com episódios de alta tensão institucional. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: ‘Dias Toffoli contra a Lei’ | Estadão Analisa 01 Sep 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu a realização de parte da propaganda eleitoral na internet de Renan Santos, o candidato do Missão à Presidência da República, bem como sustou repasses do fundo eleitoral à campanha, a realização de gastos com eventuais recursos já repassados e o direito de participar de debates em rádios, televisão, podcasts ou outros meios de comunicação. As proibições se estendem também ao vice na chapa, Aroldo Medina. Não há impedimento à realização de campanha nas ruas. Na decisão, Toffoli proibiu a veiculação de propaganda em perfis e sites informados fora do prazo à Justiça Eleitoral. O Missão declara publicamente que não vai usar dinheiro do fundo eleitoral nesta campanha. Segundo o TSE, o partido tem direito a R$ 3,3 milhões do fundo. Até o momento, a campanha de Renan não registrou entrada desse dinheiro público como fonte de receita. Segundo o Toffoli, Renan deixou de comunicar no tempo indicado por lei todas as contas que mantém em redes sociais. Essas informações devem ser prestadas no momento do registro, ou um dia após a criação de novos canais. “A própria omissão de dados é indício de fraude à lei”, escreveu o ministro. Segundo a decisão, 16 perfis em redes sociais foram informados 12 dias após o requerimento do registro da candidatura. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma eleição disputada na lama. Quem chafurda menos? Eleitor tapa o nariz e vota | Estadão Analisa 31 Aug 2026

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre a disputa das eleições majoritárias de 2026 . Do lado petista da disputa, investigação mostra que a empresa de tecnologia para a qual a lobista Roberta Luchsinger atuava fechou mais de R$ 81 milhões em contratos e aditivos com órgãos federais do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O valor global dos negócios da 3Structure, firma de Florianópolis (SC), de Cleber Ribas, na esfera federal é ainda maior. A Telebras não divulga o valor do contrato de cinco anos celebrado com a firma em 2024. As investigações da Polícia Federal apontam que Roberta foi contratada por Ribas para intermediar interesses dele com órgãos públicos. Ainda segundo a PF, a suspeita é de que a lobista atuava em sociedade oculta com Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho de Lula. Como revelou o Estadão, a PF diz que Lulinha é citado em diálogo de Roberta com Cleber Ribas como “destinatário de pagamentos e de benefícios” do empresário. Os valores ainda não foram detalhados. No lado bolsonarista, o candidato à presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, voltou a dizer que não há irregularidades no patrocínio de R$ 61 milhões para o filme Dark Horse feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A declaração foi feita em entrevista à Record, que foi ao ar neste domingo, 30. “Absolutamente nada de errado”, disse sobre o caso. “É muito diferente do que fez o atual governo. Aí, sim, o Lula deve explicações, porque a gente não sabe até hoje, se ele é o patrocinador, se ele é o conselheiro, se ele é um sócio do Banco Master, o próprio Lula, o próprio presidente da República, ele fez uma reunião prometendo para os representantes do Banco Master que podiam esperar um pouquinho, porque o presidente do Banco Central ia ser trocado, então o governo teria uma forma de ajudá-lo (Vorcaro) a resolver os seus problemas no Banco Master”, disse. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

Presidente com filho investigado manda chefe da PF se apaziguar com relator no STF | Estadão Analisa 28 Aug 2026

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que em meio às investigações sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, determinou que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, se reúna com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Lula também quer investigação sobre o vazamento de informações sigilosas da PF envolvendo mensagens trocadas entre o filho e a empresária lobista Roberta Luchsinger. O pedido foi aceito, e Mendonça determinou que a PF apure suspeitas de novos vazamentos de dados no processo. Ainda sobre Lula, que como candidato à reeleição defendeu o filho, mas reconheceu que é “totalmente errado” que seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, tenha recebido recursos da lobista Roberta Luchsinger, como revelado pelas investigações da Polícia Federal. O presidente foi sabatinado nesta quinta-feira, 27, pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O presidente afirmou que não existe, até o momento, uma acusação contra o seu filho, mas apenas suspeitas baseadas em conversas telefônicas e outros elementos da investigação. “Uma conversa de telefone não justifica nada. São só ilações tiradas de telefonemas”. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carlos Andreazza: ‘Quem comanda o Supremo?’ | Estadão Analisa 27 Aug 2026

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o Supremo Tribunal Federal. A troca de comando no STF está prevista para setembro de 2027, mas na prática, a transição já começou. Alexandre de Moraes, futuro presidente, tem representado a Corte em encontros com chefes do Executivo e do Legislativo, além de promover reuniões com lideranças do Judiciário. Moraes abriu a semana conduzindo uma audiência pública com presidentes de tribunais de todo o País para discutir o combate ao crime organizado. Também chamou integrantes do Ministério da Justiça, da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de prefeituras. O ministro convocou as reuniões por ser o relator de ações que contestam a Lei Antifacção. Edson Fachin, o presidente do Supremo, compareceu como convidado. No recesso de julho, quando foi presidente interino do tribunal, Moraes foi ao Palácio do Planalto para participar da cerimônia de sanção de leis voltadas à proteção das mulheres. Depois do evento, aceitou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tomar um café. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

‘Vazamento para todos! Se vaza de Lulinha, tem de vazar de Flávio Bolsonaro’ | Estadão Analisa 26 Aug 2026

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre os vazamentos das investigações em curso no Supremo. O advogado que representa Lulinha questionou a sequência de vazamentos em investigações envolvendo seu cliente. Em entrevista ele disse que o caso recebe tratamento desigual e que há materiais ainda não conhecidos publicamente. Ao responder sobre o que poderia surgir nas apurações, Carvalho falou sobre o caso Dark Horse, relacionado ao senador Flávio Bolsonaro e ao suposto financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro. Segundo ele, ainda existe conteúdo não divulgado, incluindo áudios e vídeos citados na investigação. Já Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou na Justiça contra o deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil) por conta de um vídeo produzido com inteligência artificial que, segundo sua defesa, associa sua imagem diretamente a práticas criminosas. O conteúdo apresenta o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “estrela da corrupção” e utiliza recursos de edição e IA para inseri-lo em uma narrativa sobre supostos crimes. De acordo com advogado de Lulinha, o vídeo descontextualiza imagens e fatos e constrói, por meio de recursos sintéticos, uma associação entre Fábio Luís e condutas ilícitas que não teriam respaldo factual. A defesa também contesta a afirmação “eles roubaram”, usada na produção, e sustenta que o material ultrapassa os limites da crítica política ao atribuir a ele a prática de crimes. O ministro André Mendonça, do STF, determinou que a PF apure suspeitas de novos vazamentos de dados sigilosos em caso envolvendo o filho do presidente Lula. A decisão diz respeito ao conteúdo de reportagens jornalísticas. O ministro se baseia em mensagens privadas e detalhes dos inquéritos que investigam tráfico de influência e a Operação Sem Desconto, que envolve as fraudes no INSS. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

“STF, PF e eleições: ‘Dark Horse’ versus ‘Dark Lobby’” | Estadão Analisa com Carlos Andreazza 25 Aug 2026

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre o momento das eleições presidenciais de 2026. De um lado, uma investigação da Polícia Federal identificou um operador financeiro que era usado pela lobista Roberta Luchsinger para realizar saques em dinheiro vivo e pagamentos em espécie. Uma das suspeitas é que esse operador pagou passagens aéreas para Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Lula. Roberta e Lulinha são investigados por suspeitas de tráfico de influência no governo. A PF encontrou diálogos de Roberta com esse operador no telefone celular dela. O homem, identificado com Ulisses Barbosa, também trabalhava como motorista. Com base nesses elementos, a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em um dos inquéritos abertos sobre Roberta e Lulinha que ainda vai aprofundar a análise sobre esse operador financeiro, na expressão usada pela própria corporação, que poderia resultar em suspeitas do crime de lavagem de dinheiro. Do outro, o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, reagiu nesta segunda-feira, 24, ao ser novamente questionado sobre a prestação de contas relacionada ao filme Dark Horse. “Vocês vão parar no tempo?”, indagou. Segundo ele, a responsabilidade pelas explicações não é dele. Três meses já se passaram desde que Flávio disse que apresentaria publicamente um relatório detalhado sobre o financiamento do longa-metragem, que contou com verba de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Flávio foi perguntado sobre a decisão de deixar a gestão dos recursos destinados ao projeto sob responsabilidade da produtora Go Up. De acordo com o candidato, a prestação de contas já foi apresentada no âmbito de uma investigação em São Paulo e divulgada pela imprensa. Ele afirmou ainda que a produtora teria gasto mais do que recebeu. O questionamento ocorre no mesmo dia em que o ministro Flávio Dino, do Supremo, autorizou a Polícia Federal a acessar dados apreendidos pela Polícia Civil de São Paulo em uma operação que atingiu a Go Up. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

O debate dos ausentes: Lula e Flávio Bolsonaro só podem falar em ambientes controlados 24 Aug 2026

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre a comenta os principais acontecimentos do primeiro debate entre presidenciáveis para as eleições de 2026, realizado na noite de domingo, 23, pela Band e pelo Estadão, em parceria com TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan. O encontro foi marcado pelas ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). No palco, participaram Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão). Mesmo fora do debate, Lula acabou no centro das discussões. Os adversários direcionaram críticas ao governo e ao presidente, enquanto seus apoiadores defenderam a decisão de não participar. A justificativa apresentada pelo próprio petista foi a de que sua presença o transformaria no principal alvo dos demais candidatos. Andreazza também analisa os reflexos do debate sobre a disputa eleitoral. Uma dinâmica realizada pelo Instituto Travessia com um grupo de eleitores apontou Caiado como o candidato de melhor desempenho na avaliação dos participantes. O levantamento indicou ainda comportamentos distintos entre os eleitores dos dois nomes que lideram as pesquisas. Enquanto os participantes que declaravam apoio a Lula mantiveram sua preferência ao longo do debate, parte dos eleitores que inicialmente apoiavam Flávio Bolsonaro passou a considerar outros candidatos após o confronto. No programa, Carlos Andreazza discute o significado das ausências, a estratégia dos candidatos que participaram do encontro e os possíveis efeitos do primeiro grande confronto da campanha de 2026 sobre uma disputa que começa a ganhar novos contornos. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Renan Pagliarusi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Start #442 com Daniel Gonzales: Inovação e tecnologia na construção das cidades inteligentes 22 Aug 2026

Salvador criou um plano de longo prazo para orientar o uso de tecnologia na gestão pública. Santos está usando dados e seu centro de controle urbano para repensar a mobilidade. Em San José, na Califórnia (EUA), a inteligência artificial virou tema de educação para a população. E, em Nova York, até o calor produzido pelo metrô está sendo estudado como fonte de energia. São iniciativas bem distintas, de diferentes cidades inteligentes ao redor do mundo, mas que apontam para a mesma questão: como transformar inovação em soluções que façam diferença no cotidiano das cidades? No Start desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Caio Castro, CEO do iCities, sobre tecnologia, dados, inovação e os caminhos para construir cidades mais inteligentes e mais eficientes. O podcast está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Caso Lulinha: A PGR de Gonet, que é de Moraes (e Gilmar), e seus rigores variados | Estadão Analisa 21 Aug 2026

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a Procuradoria-Geral da República, que afirmou em petição enviada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que a Polícia Federal não apresentou nenhuma conclusão indicando que o empresário Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, tenha fechado negócios com o governo federal. Apesar de destacar que Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a lobista Roberta Luchsinger mantinham “permanente contato”, a PGR sustenta não haver participação de autoridade com foro para julgamento de seus atos no STF. Já o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tende a negar o pedido da PGR para enviar para a primeira instância investigações contra o filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha, por suspeita de tráfico de influência e corrupção. Com isso, os inquéritos devem ser mantidos na Corte até a conclusão. Interlocutores de Mendonça dizem que o mais provável é o ministro deixar tudo como está. Uma mudança no foro agora poderia prejudicar o andamento das investigações. Assine o Estadão! https://www.estadao.com.br/assine/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

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