No Princípio era a Bola
Tribuna Expresso
O futebol é um jogo simples que muita gente complica. Por isso vamos analisá-lo e descomplicá-lo com a ajuda de quem sabe. Todas as semanas, Tomás da Cunha e Rui Malheiro vão explicar tudo sobre os jogos e as equipas de futebol em Portugal e lá fora. Acompanhe o novo podcast da Tribuna Expresso e saiba mais em Tribuna.expresso.pt
O futebol é um jogo simples que muita gente complica. Por isso vamos analisá-lo e descomplicá-lo com a ajuda de quem sabe. Todas as semanas, Tomás da Cunha e Rui Malheiro vão explicar tudo sobre os jogos e as equipas de futebol em Portugal e lá fora. Acompanhe o novo podcast da Tribuna Expresso e saiba mais em Tribuna.expresso.pt
Sai Rui Borges e entra Paulo Fonseca, treinador que sabe onde está o talento, mas não é milagreiro
Episódios
No regresso de Rui Malheiro ao No Princípio Era a Bola, fala-se da inevitável chicotada psicológica no Sporting, que trocou o transmontano, um técnico contextual, útil quando chegou ao clube, mas sem capacidade para liderar a revolução em curso, por Paulo Fonseca, a quem se vai exigir impacto imediato. Destaque ainda para o regresso do melhor FC Porto de Farioli e para as dificuldades do Benfica frente ao Alverca. Emissão também com Tomás da Cunha e conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os problemas da equipa de Rui Borges dominam parte da análise de Tomás da Cunha. Já FC Porto e Benfica venceram na I Liga, com o argentino das águias a voltar a virar de pernas para o ar um encontro. Ainda o prémio para o craque do Bayern e a vitória do Real em Barcelona. Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
O FC Porto ainda procura a primeira vitória na Liga dos Campeões depois de ter deixado o Betis ditar o ritmo no La Cartuja. O Sporting estreou Kaique, soltou Doumbia e reafirmou a preponderância de Altimira, em Lens. Na Liga Europa, o Benfica vai exibindo planos de A a Z enquanto o Torreense sofreu uma desfeita contra o Sunderland. Carlos Vicens vai tentando de tudo para avivar o SC Braga que sofreu um duro desaire na Liga Conferência. No episódio desta semana, Tomás da Cunha analisa ainda as surpresas na Taça de Portugal e destaca a campanha do Brighton na Premier League See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Sporting e o SC Braga trocaram golpes numa partida pouco calma, o FC Porto mostrou no Funchal dificuldades que lhe são pouco comuns com Farioli e o Benfica impôs-se contra o Vitória com a sua pressa em ir rápido para a frente em qualquer ataque. Dedicámos o episódio inteiramente às equipas portuguesas que após retomarem o ação no campeonato vão, esta semana, jogar nas competições da UEFA: inclusive o Torreense, que terá o seu primeiro jogo em casa (ou quase) na Europa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quatro jogos, quatro vitórias e um início desportivo sem espinhas da seleção em modo Jorge Jesus: já se notou uma ideia, viram-se dinâmicas, houve jogadores já com outro rendimento. Isto no campo, porque fora dele estalou um psicodrama nacional, repleto de fait divers, a reboque de Cristiano Ronaldo. Depois de analisado o futebol, falámos da balbúrdia que rodeou o selecionador, o jogador e Portugal que, tendo em conta a reação de Pedro Proença, parece inclinar a seleção rumo a um desfecho: voltar ao passado em vez de experimentar o futuro See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio monotemático sobre a seleção nacional, Tomás da Cunha e Blessing Lumueno analisaram os primeiros dois jogos com Jorge Jesus que, de repente, pareceram fazer de João Félix um intocável. Falámos também do papel que o treinador reservará para Vitinha e da sua convivência com João Neves, da bitola alta a que Diogo Costa responde e de como um avançado, seja ele Gonçalo Ramos ou não, tem de oferecer o que a versão atual de Cristiano não oferece See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ambos os rivais gozaram de domínio durante o clássico. A melhor entrada do Benfica não teve continuidade devido à expulsão de Lenglet. No FC Porto, o difícil é escolher o melhor jogador em campo após uma exibição em que até André Silva sobressaiu. Por Alvalade, a crise adensou-se após o Sporting empatar contra o Arouca, equipa cujos desempenhos valorizam a continuidade de Vasco Seabra. Já o Torreense vai deixando a Europa boquiaberta. As atenções viram-se agora para as seleções. Portugal tem um novo selecionador e é quase certo que Jorge Jesus faça mudanças no estilo de jogo, embora com jogadores semelhantes See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os leões voltaram a deixar-se empatar, cedendo pontos em Famalicão, enquanto FC Porto e Benfica lograram reviravoltas, com o pequeno argentino das águias novamente em grande. Tomás da Cunha e Lídia Paralta Gomes analisam, também, a estreia do Torreense na Europa e a primeira lista de convocados de Jorge Jesus. Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
Analisados o FC Porto onde há sempre um momento Diogo Costa, o Sporting cujo futebol ofensivo é ligado pelo colombiano a quem é dada liberdade total e o Benfica que tem Prestianni e Schjelderup na mesma frequência, falámos do Manchester City e do Galatasaray, os adversários dos portugueses na Champions. Depois, houve tempo para a Serie A que está com muitos golos: os de Lautaro Martínez, figura do Inter, e da AS Roma de Gian Piero Gasperini, uma equipa já de autor com Dybala, Malen e Rodrigo Mora. Ainda falámos do regresso do Deportivo da Corunha à La Liga com o ‘jovem’ Pierre-Emerick Aubameyang See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma jornada sem surpresas foi marcada por vários protagonistas. O FC Porto prossegue fiel ao seu modelo, com um médio a fazer esquecer o debate em torno de Mora, o Sporting goleou com um avançado que é muito mais que um homem de área, o Benfica convence, apesar do excesso de golos sofridos. No futebol internacional, destaque para a saída de Messi da seleção. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
O melhor jogo da época dos dragões foi aquele em que demorou mais tempo a fazer um golo, mostrando que tem mais potencial ofensivo do que se julgava. E os leões, mesmo voltando a sofrer, conseguiram a exibição mais estável do processo transformativo com Rui Borges. Depois de matutarmos sobre a possível primeira titularidade de Schjelderup no Benfica, falámos da pujança do Santa Clara de Petit e Gonçalo Paciência, do Famalicão a soluçar com Carlos Carvalhal e do AC Milan de Ruben Amorim, sempre fiel ao 3-4-3. Episódio conduzido por Diogo Pombo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na goleada do Benfica ao Casa Pia houve, ainda assim, um Sudakov algo desencaixado do que a posição onde joga pede, na análise de Tomás da Cunha e do convidado deste episódio, Blessing Lumueno. Falámos de como nos perfis dos jogadores do Sporting tem havido um certo colapso mental e pouca resistência ao contexto competitivo onde estão, e de como os adversários do FC Porto ainda não sabem como travar os dragões. Destaque também para o Arouca de Vasco Seabra. Emissão conduzida por Diogo Pombo See omnystudio.com/listener for privacy information.
A primeira jornada da I Liga trouxe um campeão com a fórmula conhecida, com Diogo Costa em destaque. As águias cederam pontos apesar da boa dinâmica ofensiva, vítimas da escassa contundência defensiva, enquanto os leões, pela 16.ª vez com Rui Borges, desperdiçaram uma vantagem. Análise de Lídia Paralta Gomes e Tomás da Cunha. Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
O FC Porto venceu a Supertaça deixando claro que não pretende trazer para a nova época nada de muito diferente. Quem pode sofrer é Rodrigo Mora, o talentoso dragão que tem cada vez menos espaço para crescer. Enquanto os azuis brancos têm uma identidade vincada, o Benfica lida com os erros na abordagem à temporada, lacunas que estão a prejudicar a afirmação de Marco Silva. O Sporting, estranhamente, evitou a turbulência na mudança de ciclo e subiu o nível físico do plantel para tentar atingir outros patamares. Eis a análise de Tomás da Cunha e Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa final do Mundial de 2026 em que a Argentina destruiu alguma da imagem que Lionel Scaloni deixou ao longo do tempo, a Espanha confirmou a sua superioridade coletiva, num Mundial tantas vezes marcado pelas figuras individuais. Tomás da Cunha faz um rescaldo da final e do próprio torneio, melhor dentro dos estádios do que fora deles. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
Campeão da Europa contra vencedor da Copa América, campeão em título contra potência moderna do futebol, Messi contra o país que o acolheu. Rui Malheiro e Tomás da Cunha lançam o jogo de Nova Jérsia, um embate em que a força coletiva espanhola será oposto à alma argentina, liderada por Leo. Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
França e Inglaterra, após sofrerem derrotas psicologicamente duras nas meias-finais, discutem a medalha de bronze em Miami. Com um calendário sobrecarregado e sem muitos aliciantes, Rui Malheiro e Tomás da Cunha debatem sobre se esta partida continua a fazer sentido. Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando a meia-final do Campeonato do Mundo parecia perdida, a Argentina relembrou que é movida a sofrimento. A Inglaterra nunca pensou em ter a bola e limitou-se a tentar sobreviver às ameaças do adversário e aos tiros que Thomas Tuchel ia dando na própria equipa. Scaloni não fugiu muito ao guião dando azo a que a cultura de vitória da albiceleste se expressasse, com Messi a reclamar eternidade. Eis a análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro See omnystudio.com/listener for privacy information.
O 2-0 sofrido pela França terminou a era Deschamps com uma derrota clara, marcada pelo brilhantismo dos campeões europeus e pelo grande nível de Rodri e Dani Olmo, candidatos a MVP do Mundial. Rui Malheiro e Tomás da Cunha analisam o desafio que deu o primeiro semi-finalista do torneio. Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
As meias-finais do Mundial são compostas por dois jogos contrastantes. No França-Espanha, nenhuma equipa conseguirá dominar completamente a outra. Por serem mais completos, os gauleses podem afligir La Roja, impossibilitando-a de respirar sempre com bola. O Inglaterra-Argentina não será uma obra de arte, mas incidências não faltarão. Ou Scaloni usa a carta que tem na manga para ser menos dependente de Messi ou pode ser tarde. Eis a antevisão de Tomás da Cunha e Rui Malheiro See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na antecâmara dos derradeiros quatro jogos da competição, Rui Malheiro e Tomás da Cunha destacam protagonistas e pontos marcantes do último mês nos Estados Unidos, Canadá e México. E para o futuro, será a expansão para 64 seleções inevitável? Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os dois jogos dos quartos de final trouxeram vitórias difíceis de dois favoritos que deixam muitas dúvidas. A Argentina, que bateu a Suíça num jogo de monotonia rítmica, agarrada a Messi e ao triunfo de 2022, e a Inglaterra, que ultrapassou a Noruega, aos momentos individuais. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com algumas das suas grandes estrelas limitadas fisicamente, voltou a ser Mikel Merino a dar a Espanha a qualificação, com mais um golo nos derradeiros momentos do jogo contra uma Bélgica que tentou imitar alguns dos comportamentos de Portugal, sem resultado. Jorge Jesus foi apresentado como selecionador nacional e traz, pelo menos, uma cultura de exigência. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pelo terceiro Campeonato do Mundo seguido a França atinge, pelo menos, as meias-finais, tal e qual Kylian Mbappé, que nasceu para disputar o torneio e marcou o seu oitavo golo contra Marrocos, igualando Lionel Messi. Com o seu banco de suplentes que daria para formar uma equipa candidata à conquista da prova, os franceses seguem com o seu demasiado talento. Também falámos de Jorge Jesus, o novo selecionador português que já não é um revolucionário, nem um caráter que se impõe a tudo e todos, mas que chega para dar outra identidade ao jogo de Portugal See omnystudio.com/listener for privacy information.
O torneio entra na reta final, com os confrontos França-Marrocos, Espanha-Bélgica, Noruega-Inglaterra e Argentina-Suíça a ditarem quem serão as últimas quatro seleções em prova. Rui Malheiro e Tomás da Cunha analisam o que pode marcar as partidas. Emissão conduzida por Pedro Barata. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi preciso mais um jogo épico (e Messi) para a Argentina chegar aos quartos de final, depois de estar a perder por 2-0 com o Egito até aos 79 minutos. Mas frente a uma equipa mais coesa, a envelhecida equipa de Scaloni, que resiste a lançar jovens, terá problemas. O próximo adversário é a Suíça, que impôs o seu ritmo lento e organização à Colômbia, de quem Rui Malheiro e Tomás da Cunha esperavam mais. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
A análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro à derrota de Portugal contra a Espanha marca este episódio. Ao contrário do que o selecionador disse, a equipa nacional não nivelou o encontro, repetiu problemas e opções injustificáveis e, sem pisar umas meias-finais de Mundial ou Europeu há uma década, deixa dúvidas que vão além de quem se senta no banco. Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Espanha desceu de nível em relação ao Euro 2024. Ainda assim, tem mais variedade de jogo do que Portugal. Atenção ao duelo entre Nuno Mendes e Lamine Yamal, que pode ser a chave da eliminatória. O jogo pede a titularidade de Gonçalo Ramos, algo que só aconteceria num mundo em que Roberto Martínez não fosse selecionador nacional. Eis a antevisão de Tomás da Cunha e Rui Malheiro ao duelo ibérico dos oitavos de final do Campeonato do Mundo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de um jogo feio, que opôs França e Paraguai na batalha de Filadélfia, está aí o melhor dia da competição. Numa tentativa de se reconciliar com a história, a Inglaterra visita o local onde foi tramada por Maradona em 1986. Desta vez, vai defrontar o país organizador no qual o Mundial mais se sente e logo diante dos adeptos da casa, em altitude e após agitação logística. Fique com o olhar de Rui Malheiro e Tomás da Cunha sobre os mais recentes desenvolvimentos da competição See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Mundial 2026 deixou-nos uma certeza: Cabo Verde. Os Tubarões Azuis promoveram a superação, a resiliência e todos aqueles valores que parecem clichê, mas que, neste caso, foram aplicados com o maior rigor. Ainda assim, foi a Argentina a seguir para os oitavos de final, fase onde a França quer dar seguimento à marcha triunfante. Eis a análise de Rui Malheiro e Tomás da Cunha See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sem olhar aos estatutos, o treinador substituiu Cristiano Ronaldo e viu Gonçalo Ramos marcar o golo que apurou a seleção para os oitavos de final do Mundial. Ao mesmo tempo, estabilizou o corredor central com a entrada de Rúben Neves. Rui Malheiro e Tomás da Cunha consideram que, para os padrões minimalistas, o taticismo do espanhol foi relevante. Ainda assim, num torneio onde os alas se estão a impor mais do que os médios, um Portugal deslumbrante é para esquecer. Para continuar a seguir em frente, a emoção terá que ser tida em conta. E é aí que Diogo Jota pode entrar See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Toronto, Portugal terá pela frente uma equipa cirúrgica com bola, que quererá levar o jogo para a monotonia. E sem medo do prolongamento, que a seleção nacional deverá evitar. Frente aos croatas, Cristiano Ronaldo terá um jogo mais ao seu jeito do que no duelo com a Colômbia. Anular Modric será essencial, tal como Portugal marcar primeiro. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha, emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ataque francês é demolidor, a defesa está a melhorar e por isso fica a questão: quem pode parar a seleção gaulesa? Noruega bateu a Costa do Marfim, mas ambas as equipas mereciam ficar num Mundial que finalmente está a ver o talento do mexicano Gilberto Mora. Inglaterra não deverá ter, frente à RD Congo, as mesmas dificuldades que encontrou com o Gana e o Bélgica-Senegal pode ser um dos jogos mais equilibrados dos 16 avos. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha, emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
Três jogos emocionantes, dois desempates por penáltis, uma grande surpresa, um encontro a terminar quando já era quase de manhã em Portugal. O primeiro dia cheio dos 16 avos de final foi vibrante, com Marrocos a confirmar a sua competitividade, o Paraguai a acentuar a crise da Alemanha e Ancelotti a ajudar o Brasil a dar a volta ao Japão. Análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro, emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi com o África do Sul-Canadá que arrancou a fase a eliminar do Mundial 2026, mas os jogos mais empolgantes, pelo menos no papel, começam esta segunda-feira, com o Brasil-Japão, o Alemanha-Paraguai e, principalmente, concordam Rui Malheiro e Tomás da Cunha, o confronto entre neerlandeses e marroquinos, um duelo de “50-50”. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
A seleção foi banalizada pela Colômbia e teve de se contentar com o segundo lugar no grupo K do Mundial 2026. Portugal não se protegeu, defendendo com bola, e acabou manipulado pelas intenções dos sul-americanos. O discurso exageradamente positivo de Roberto Martínez esconde equívocos que podem ser ainda mais penalizadores na fase a eliminar. Para já, a equipa nacional não está na rota do título. Eis a análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro See omnystudio.com/listener for privacy information.
Roberto Martínez deu o derradeiro jogo da fase de grupos como prazo para Portugal atingir o pico do rendimento. De facto, será a altura certa para a melhor versão da equipa nacional aparecer. O primeiro lugar do grupo K depende de uma vitória contra os sul-americanos, posto que tem óbvias vantagens logísticas. A Colômbia está à vontade no Mundial 2026 e vai obrigar o selecionador a recorrer à veia tática. Eis a antevisão de Tomás da Cunha e Rui Malheiro See omnystudio.com/listener for privacy information.
O inesperado é o normal do Mundial 2026. Dúvidas? O Equador surpreendeu a Alemanha e apurou-se para as eliminatórias partindo da crosta defensiva e guiando-se por uma crença capaz de derrubar um adversário imponente. Atenção ao Noruega-França, que podia ter outro tempero, mas será um dos jogos mais relevantes desta fase do torneio. Além disso, Cabo Verde decide o futuro na competição e vai tentar fazer história em cima de história. Fique com a análise de Tomás da Cunha e Rui Malheiro See omnystudio.com/listener for privacy information.
O técnico italiano termina a fase de grupos com uma equipa a deixar uma imagem bem melhor do que no arranque do Mundial, já com um cheirinho de Neymar e, sobretudo, com o seu mais efetivo atacante em grande. Tomás da Cunha e Rui Malheiro analisam ainda o aparecimento de Manzambi, o excelente nível do México e o há direito a elogios para o Haiti. Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
Frente ao frágil Usbequistão, Portugal conseguiu criar pelos três corredores, juntando também verticalidade ao seu jogo. Tirularidade de João Félix e a recuperação de Nuno Mendes ligaram a equipa, mas a transição defensiva continua a não convencer. Houve goleada, mas Rui Malheiro e Tomás da Cunha alertam que o Mundial da seleção nacional vai começar verdadeiramente frente à Colômbia. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na sequência do empate a abrir, Portugal busca a primeira vitória no Mundial. Com a promessa de mexidas no onze, resta saber se a seleção será capaz de mostrar um futebol não tão dependente de cruzamentos. Tomás da Cunha, Rui Malheiro e Diogo Pombo, o enviado da Tribuna Expresso a Houston, antecipam o que poderá suceder na segunda jornada do grupo. Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dois jogos, dois empates contra antigos campeões do mundo, a passagem à fase a eliminar como hipótese cada vez mais real. Os tubarões azuis vão-se afirmando como surpresas do torneio e merecem elogios de Tomás da Cunha e Rui Malheiro, que destacam a boa imagem de Espanha contra a Arábia Saudita e o choque de estilos que veremos no duelo entre Argentina e Áustria. Emissão conduzida por Pedro Barata See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mesmo com vitórias e a marcar golos, neerlandeses e alemães mostraram debilidades no processo defensivo que poderão ser fatais neste Mundial. Na Alemanha, destaque para o impacto de Deniz Undav a saltar do banco e a candidatar-se à titularidade. Depois de anular Espanha, Cabo Verde volta a campo para enfrentar o ritmo frenético de uma seleção do Uruguai a precisar de pontos. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os Estados Unidos apareceram frescos no seu Mundial e já estão na fase a eliminar. Frente ao Haiti, o Brasil encontrou uma situação ideal para os seus avançados brilharem, no 3-0 ao Haiti. Alemanha-Costa do Marfim pode ser um dos mais divertidos jogos da fase de grupos. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Suíça bateu a Bósnia com Manzambi a sair do banco para revolucionar o jogo, numa jornada que nos deu o primeiro apurado para a fase a eliminar, o México. Carlo Ancelotti deverá fazer mudanças no onze para o jogo com o Haiti, mas nem todas as que deveria fazer. Com Rui Malheiro e Tomás da Cunha. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi uma seleção nacional previsível a que defrontou a RD Congo, com abuso do jogo exterior e carente de criatividade, pecados aos quais se soma a conhecida fragilidade defensiva. Neste episódio, Rui Malheiro e Tomás da Cunha analisam a estreia portuguesa no Mundial 2026 e apontam caminhos para, no futuro, a equipa chegar ao crescimento que Martínez promete, mas não cumpre. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal arranca a nona participação em Mundiais frente ao Congo, uma das últimas seleções a apurar-se. A equipa africana tem no setor defensivo a principal força e convém aos jogadores de Roberto Martínez evitarem duelos dos quais não vão beneficiar. Uma estreia no grupo K sem poupanças era o ideal para evitar surpresas (não é Espanha?). Eis a antevisão de Rui Malheiro e Tomás da Cunha See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vozinha e companhia bloquearam a maioria dos caminhos para o golo e a campeã da Europa deslizou na estreia no Mundial 2026. O empate conseguido por Cabo Verde ficará para a história como uma das maiores surpresas da competição. Neste episódio, Tomás da Cunha e Rui Malheiro anteciparam ainda as estreias de França e Argentina, duas seleções candidatas ao título See omnystudio.com/listener for privacy information.
A goleada da Alemanha a Curaçau mostrou os argumentos ofensivos da equipa de Nagelsmann, mas também problemas na transição defensiva. E num dos jogos mais equilibrados do Mundial, neerlandeses e nipónicos começaram por ser avessos ao risco, contrariando tradições. Rui Malheiro e Tomás da Cunha falam ainda da estreia de Cabo Verde, num jogo “para desfrutar” frente a Espanha, mas passar o grupo não é uma ilusão. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes See omnystudio.com/listener for privacy information.
A estreia do escrete, contra Marrocos, mostrou uma equipa cheia de problemas. Já os africanos confirmaram a sua força e estatuto. Ainda a antevisão ao Países Baixos-Japão, duelo entre equipas com argumentos individuais e incógnitas coletivas. See omnystudio.com/listener for privacy information.