Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
Renascença
"Frustrante foi perder a possibilidade de ter Mourinho em Alvalade”
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Carlos Freitas é o convidado desta semana do podcast Jogo de Palavra. Um homem do futebol por excelência, diz de cabeça a defesa da Holanda no Mundial-74 e fala dos jogadores por si contratados desde o Sporting 1999-2000 até aos nossos tempos, entre André Cruz, Liedson, João Vieira Pinto, Niculae... Emocionante o testemunho sobre a recuperação desportiva da Fiorentina à morte do capitão Astori.
Oito subidas de divisão (e três descidas), 531 jogos, 177 golos, 81 assistências e 71 penáltis sofridos em 22 épocas de bola da boa, da 2.ª divisão B para baixo. Craque é craque e vice-versa.
Campeão mundial sub20 em 1989 e pentacampeão pelo FC Porto, o extremo-esquerdo passa a pente fino as duas glórias da sua imensa carreira desportiva, que ainda inclui a conquista da Taça da Grécia pelo AEK de Fernando Santos e subida à 1.ª divisão pelo Penafiel
É o capitão do famoso Alverca campeão português de juniores em 2002, dois anos depois de ter falhado o Euro sub-18 porque não foi aos treinos no Benfica durante uma semana. "Estava num acampamento em Santa Cruz, com a namorada". Um depoimento nu e cru de um lateral-direito, agora empresário de futebol
José Sousa dá nas vistas como pescador. Só depois vai para os futebóis, primeiro na Sanjoanense, onde consegue a primeira internacionalização nas camadas jovens. Depois, Alverca. A seguir, Benfica. Marca um golo de livre direto num particular com a Arábia Saudita e passa a ser o lateral das arábias antes de assinar pelo FC Porto, sem ter feito qualquer jogo. O antigo jogador e treinador é o convidado do Jogo de Palavra desta semana.
Pedro Maurício da Cunha Ferreira pertence ao Sporting de Godinho Lopes e é elemento ativo na contratação de Palhinha, então no Sacavenense, antes de criar em 2014 o site GoalPoint, onde ajuda e esclarece ilimitadas figuras do mundo da bola como Bruno Fernandes.
E cai uma lágrima. Ou mais. Bicampeão mundial sub20, como JVP, o guarda-redes da final em 1991, vs. Brasil, fala e emociona(-se). É bonito, lindo. Quando acaba a entrevista, vai almoçar com o pai, também ele guarda-redes, mais conhecido na Académica, onde é treinado por Mário Wilson, que, coincidência das coincidências, estreia o filho nas competições europeias, num Benfica-Bayern em 1995
Eleito o melhor jogador do Mundial sub-20 em 1991, Emílio joga nos três grandes (Sporting, FC Porto e Benfica) e ainda vai ao Sevilha antes de se decidir pelo adeus ao futebol, na noite em que vê em casa pela televisão a queda de Fehér.
Henrique Calisto, presidente da Associação Nacional dos Treinadores de Futebol, é o convidado desta semana do Jogo de Palavra. Tem mundo dentro de si. Vai daí, fala de figuras como Ferreirinha, Lufemba, Rui Barros e ainda de uma aventura imensa no Vietname.
Melhor suplente de sempre de Portugal, com 16 golos, o avançado fala dos primeiros tempos em Amarante, como guarda-redes de andebol e praticante de canoagem, da alcunha Gomes, do autógrafo a Van Basten e do golo decisivo na Taça de Itália-2001, ainda hoje o último título à Fiorentina. Nuno Gomes é o convidado desta semana do Jogo de Palavra.
Jogo de Palavra com Inácio
António Simões saca o número 13 no sorteio das camisolas e convence Eusébio a trocar pelo 11. Começa aqui a história mais bonita de Portugal em Mundiais, há 60 anos.
Começou esta quinta-feira o Mundial e eis-nos a entrevistar o campeão mundial da boa disposição, das palavras certas na hora agá e dos golos infinitos. O avançado de 54 anos solta o verbo com histórias deliciosas do futebol e não só, desde a máscara da Lady Kata no Carnaval até à crítica do futebol moderno, em que é impossível aparecer um talento como Futre.
Quando é mais novo, Rui Bento quer ser Paul Breitner e joga com as meias caídas e tudo. Depois faz-se número 10 em Silves, de onde é, e assina pelo Benfica. Sobe a sénior, com Eriksson, marca um golo (anulado) ao Arsenal, e arrepia caminho para o Boavista, no negócio de João Vieira Pinto. No Bessa, ganha uma Taça e duas Supertaças antes de se sagrar campeão nacional, em 2001. Um ano depois, é campeão, agora pelo Sporting, e lembra-se do primeiro treino de Cristiano Ronaldo, no Estádio Universitário.
O Jogo de Palavra gravado ao vivo esta quinta-feira, durante a 4.ª Conferência Bola Branca, no auditório da Renascença, em Lisboa reuniu os campeões Fernando Santos, António Simões e Ribeiro Cristóvão. A edição especial reuniu nomes do futebol e da vida pública como Luís Montenegro, André Villas-Boas, Pepijn Lijnders, Antonio Gagliardi, Pedro Proença e Reinaldo Teixeira.
Ana Cruz, Natasha Fernandes, Beatriz Portal e Inês Oliveira. De uma assentada, o histórico do "Jogo de Palavra" passa de zero para quatro convidadas. Isso mesmo, senhoras e senhores, convidadas. No feminino é que nos entendemos. E vestidos a preceito, de kimono. Ouçam-nas, vale a pena. E porque vão ganhar medalha nos Europeus de karaté, em Frankfurt
Como jogador, faz história na 2.ª divisão holandesa pelo Zwolle e ajuda Tondela mais Chaves a subir à 1.ª portuguesa. Como treinador, faz o seu caminho entre Tondela, Gil e Farense.
O homem viaja de Leiria para Lisboa de autocarro, depois ganha uma boleia da renascença até aos estúdios. Tudo para contar a história da sua vida, dividida por Sporting (formação) e União (seniores), com uma final da taça de Portugal pelo meio.
O selecionador dos sub-21 fala da vitória do Estoril no José Alvalade, das infinitas subidas de divisão até à estreia na 1ª divisão, da conquista de um título no Jamor com um golo no último minuto e do sonho da conquista do título europeu por Portugal em 2027.
De professor de educação física em Mafra ao Sporting é um passo de mestre em 1998. Entra como recuperador físico e o primeiro jogador é Pedro Barbosa. A partir daí, uma história de encantar no Sporting até 2021 e, depois, na Turquia e na Arábia Saudita
Guarda-redes de classe alta, é campeão da 2.ª pelo União de Coimbra, da 1.ª pelo Sporting e levanta a Taça de Portugal pelo Estrela, aos 40 anos de idade
"Eriksson foi um hino à vida e ao futebol". Podem crer. Só porque sim, lembrámo-nos de convidar Toni para falar de Eriksson. Do seu 4-4-2 no primeiro Benfica, do seu gosto pelo linguado grelhado, do seu refinado toque de bola no futevólei com Humberto e Shéu e muito mais.
Craque da federação portuguesa de futebol durante 50 anos, de 1974 até 2024, elogia a capacidade organizativa de Carlos Queiroz, da humanidade de Scolari (murro a Dragutinovic, incluído), das luvas de Ricardo e da sugestão da GNR em levar de helicóptero os jogadores de Alcochete para o Estádio da Luz no dia da final do Euro-2004
O dia do pai é quando um homem quiser? Seja feita a vossa vontade, é hoje e não se fala mais nisso. Ou melhor, fala-se. E de que maneira. José Mourinho recebe-nos no centro de estágio do Benfica para recordar o pai, guarda-redes de proezas incalculáveis (defende penáltis de Eusébio, Matateu e Yazalde) e também treinador de classe upa upa (sobe quatro equipas em anos seguidos, entre Caldas 1978, U. Leiria 1979, Amora 1980 e Rio Ave 1981).
Selecionador campeão europeu e mundial pelos sub17, é também o campeão da boa disposição. Formado no FC Porto, como avançado, faz carreira a médio e joga naquele Sporting campeão nacional em 2000, ano em que se estreia na seleção, vs. Holanda.
Campeão europeu sub18 em 1994, ao lado de Quim, Dani mais Nuno Gomes, o avançado ajuda Fernando Santos a manter Estrela na 1.ª divisão com um golo na Madeira e acumula 27 clubes, um dos quais lá fora, no Ionikos (Grécia)
A história começa no Oriental e acaba na Suíça. Pelo meio, apanha Ronaldo fenómeno num Belenenses vs. Cruzeiro, convive com Bobby Robson no FC Porto, é capitão do Benfica e vai à seleção portuguesa.
Homem da comunicação e doutor com canudo, o esquerdino fala dos três golos à Espanha, do futebol prá frente de Nené, das fintas de Chalana nos treinos e da chamada de Mourinho no Benfica em 2000
Homem da comunicação e doutor com canudo, o esquerdino fala dos três golos à Espanha, do futebol p'rá frente de Nené, das fintas de Chalana nos treinos e da chamada de Mourinho no Benfica em 2000
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966'
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966'
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966'
Ponto prévio: é uma entrevista da sua carreira como jogador, só jogador, entre Benfica, Estoril e Marítimo, com muito Jimmy Hagan e António Medeiros mais uns pozinhos de Manuel de Oliveira, Mário Wilson e Fernando Peres, o primeiro treinador a treinar a linha do fora-de-jogo
Adjunto de Peseiro em três continentes, faz-se à vida como treinador principal em 2017-18. Daí para cá, treina Matheus Nunes no Estoril e Gonçalo Inácio no Sporting, ambos nos sub-23, antes de se afirmar em pleno no Petro Luanda, com seis títulos seguidos, entre três campeonatos e outras tantas Taças de Angola.
É um 10 puro no Casal de São Brás, onde lhe chamam Pelé, antes de se fazer lateral na formação do Belenenses. Ganha a Taça de Portugal pelo Benfica de Camacho e aventura-se no estrangeiro, primeiro Espanha, depois Inglaterra, finalmente Irão. Agora é treinador no Canadá
Vamos rir? Vamos rir! É o programa 100 do Jogo de Palavra e acertámos em cheio no convidado a falar de bola: senhoras e senhores, meninas e meninos, comediantes e palhaços, eis Ricardo Araújo Pereira.
José Carlos Freitas é o convidado desta semana do programa Jogo de Palavra. O agora comentador da SIC faz história com o trágico acidente de Sá Carneiro antes de acompanhar a seleção portuguesa em dois desastres futebolísticos, em 1986 (como jornalista) e 2002 (assessor de imprensa da federação).
Lateral português recorda a dica de Preudhomme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Maradona, Zidane e Fenómeno. Eis o top 3 da sua vida, sem Ronaldo nem Messi metidos ao barulho. Em mês de festejar meio século de jornalismo, José Manuel Freitas fala ainda do pai (Amadeu José de Freitas), do choro compulsivo de Fernando Mamede e do ouro de Carlos Lopes em 1984 e também dos treinos do Brasil no Mundial-98, em França, onde a aliança de comprometido do Fenómeno dá que falar (e de que maneira)
Capitão do Sporting na Supertaça 1987 e Taça de Portugal 1995, é o autor do último golo no Atocha e também o primeiro no Anoeta, sempre pela Real Sociedad, onde é treinado por Toshack, o homem que o aceita com apenas um treino à experiência no Estádio José Alvalade.